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Suspeito de ataque a tiros em cinema de São Bento é preso após retornar à Paraíba

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Um homem de 18 anos foi preso neste domingo (6), suspeito de envolvimento no ataque a tiros que deixou seis pessoas feridas em um cinema na cidade de São Bento, no Sertão da Paraíba. O crime ocorreu no dia 8 de junho, durante a estreia de um filme infantil.

De acordo com a Polícia Civil, o jovem fugiu para o estado de São Paulo logo após a ação criminosa e foi capturado ao retornar à Paraíba. Durante a operação, também foi apreendida uma motocicleta utilizada em um assalto no dia 3 de julho, em Brejo do Cruz. O veículo estava em situação irregular.

As investigações indicam que o atentado tinha como alvo um homem suspeito de integrar um grupo criminoso.

Santa Rita lidera ranking de maiores gastos com São João na Paraíba em 2025

O município de Santa Rita ocupa a primeira posição entre os maiores investimentos diretos em festas juninas na Paraíba em 2025, segundo levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB). Os dados, atualizados pela última vez em 3 de julho, ainda podem sofrer alterações.

Santa Rita destinou mais de R$ 11,6 milhões para a realização do São João deste ano, valor que supera com folga o segundo colocado, Santa Luzia, que investiu R$ 6,7 milhões. Na terceira posição está João Pessoa, com um gasto de R$ 5,1 milhões.

Em seguida aparecem Sapé, com quase R$ 3,5 milhões, e Monteiro, com pouco mais de R$ 3,4 milhões. Campina Grande, conhecida por sediar o “Maior São João do Mundo”, figura em sexto lugar, com R$ 3 milhões. Na cidade, o evento é realizado por meio de uma parceria público-privada, o que pode explicar a posição no ranking de recursos públicos aplicados diretamente.

Completam o top 10 os municípios de Esperança (R$ 2,7 milhões), Alagoinha (R$ 2,6 milhões), Mamanguape (R$ 2,5 milhões) e Conceição (R$ 2,4 milhões).

Patos e Bananeiras, dois municípios com festas juninas tradicionais no estado, não aparecem entre os maiores gastos. Em Patos, o valor registrado foi de R$ 591 mil. Já em Bananeiras, as despesas somaram R$ 194 mil, conforme dados informados ao TCE-PB.

Com informações do Hora Agora.

Achados e Perdidos registra 291 atendimentos no Parque do Povo

O serviço de Achados e Perdidos da Prefeitura de Campina Grande encerrou neste domingo (6) as atividades no Parque do Povo, após o fim da edição 2025 d’O Maior São João do Mundo. Durante os festejos, foram registrados 291 atendimentos e recebidos cerca de 350 documentos, incluindo RGs, CPFs, cartões de crédito e carteiras de habilitação. Também foram entregues chaves, alianças, bolsas, carteiras e um aparelho celular.

Com o fim da festa, os itens perdidos estarão disponíveis a partir desta segunda-feira (7) no serviço de Achados e Perdidos localizado no Terminal de Integração, que funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

A coordenação do serviço informou que o principal desafio agora é devolver os pertences aos donos, já que a procura durante o evento foi considerada baixa. Apenas 13 documentos foram devolvidos até o encerramento das festividades. A orientação é que os cidadãos verifiquem no local antes de solicitar segunda via dos documentos, evitando transtornos e gastos desnecessários.

O serviço tem se consolidado como um importante apoio ao público que circula pelo Parque do Povo, contando com a colaboração de pessoas que entregam os objetos encontrados e da Polícia Militar. A equipe responsável realiza anotações e busca contato com os titulares para facilitar a devolução dos itens.

Daniella Ribeiro lidera gastos entre senadores paraibanos, em 2025; Confira valores

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O primeiro semestre chegou ao fim e com ele é possível fazer um levantamento do quanto gastou cada Senador da República paraibano nos primeiros seis meses de 2025. Segundo dados do Senado, disponíveis em seu Website, entre os três senadores que representam o Estado da Paraíba, Daniella Ribeiro (PP), Efraim Filho (União Brasil) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB), cabe a Daniella os maiores gastos totais até aqui em 2025.

Segundo dados do Senado, Daniella gastou em 2025 R$353.229,82, frente a R$ 345.751,07 de Veneziano Vital do Rego e R$203.929,86 de Efraim Filho. O detalhe é que no detalhamento de contas é Efraim quem lidera os gastos quando considerados apenas os valores que não estão incluídos nas cotas. O Senador gastou R$ 150.877,28 até o momento neste ano com gastos não inclusos, enquanto Daniella (R$ 131.706,80) e Veneziano (R$ 131.534,09).

Entre os gastos não inclusos constam, por exemplo, aquisição de passagens aéreas, Correios e Cotas para Impulsionamento em Mídias Sociais.

Confira abaixo os dados gerais das despesas:

Daniella Ribeiro (PP)

Cotas para exercício da atividade parlamentar – R$ 221.523,02

Gastos não inclusos nas cotas – R$ 131.706,80

Total – R$353.229,82

Efraim Filho (União Brasil)

Cotas para exercício da atividade parlamentar – R$ 53.052,58

Gastos não inclusos nas cotas – R$ 150.877,28

Total – R$203.929,86

Veneziano Vital (MDB)

Cotas para exercício da atividade parlamentar – R$ 214.216,98

Gastos não inclusos nas cotas – R$ 131.534,09

Total – R$ 345.751,07

Todos os valores podem ser conferidos no site:

https://www25.senado.leg.br/web/transparencia/sen/em-exercicio

MPF pede condenação de investigados por fraudes no Hospital de Clínicas de Campina Grande

O Ministério Público Federal (MPF) solicitou a condenação de cinco pessoas envolvidas em um esquema de fraudes no Hospital de Clínicas, em Campina Grande. Entre os investigados estão dois ex-diretores da unidade, uma empresária, uma nutricionista e a ex-coordenadora de compras do hospital. O processo tramita na 4ª Vara da Justiça Federal em Campina Grande e será julgado pelo juiz Vinícius Costa Vidor.

As acusações contra os envolvidos incluem organização criminosa, peculato e fraude em contratação direta. O pedido do MPF é baseado em investigações da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU), que apontaram irregularidades na contratação de uma empresa para fornecimento de refeições ao hospital.

Os denunciados são:
– Izabelli Diniz, empresária;
– Andrea Shirlaynne Agra, ex-coordenadora de compras;
– Vivian Kelly, ex-diretora;
– Thiago Gomes, ex-diretor;
– Carmen Spa, nutricionista.

De acordo com o processo, a empresa contratada por dispensa de licitação deveria fornecer refeições prontas, mas utilizava a estrutura do próprio hospital para preparar os alimentos, o que teria descaracterizado o objeto contratual. O MPF afirma que isso resultou em favorecimento indevido, com a não execução de etapas previstas, como o transporte e a entrega das refeições embaladas.

Na época das investigações, a Polícia Federal apontou um possível superfaturamento em contratos que somavam R\$ 8 milhões. As fraudes teriam ocorrido entre o início de 2022 e novembro de 2023.

A operação que apura o caso foi batizada de Marasmo e contou com duas fases de busca e apreensão. A primeira, realizada em novembro de 2023, cumpriu oito mandados. A segunda fase, em setembro de 2024, teve como objetivo aprofundar as investigações.

Com informações do G1 Paraíba.

Moraes suspende aumento do IOF e convoca conciliação entre governo e Congresso

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta sexta-feira (4) todos os decretos relacionados ao Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), tanto os editados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quanto o decreto legislativo que derrubava os aumentos. Além disso, Moraes determinou a realização de uma audiência de conciliação entre o governo federal e o Congresso Nacional, marcada para 15 de julho, no plenário de audiências do STF, em Brasília.

Relator das ações que tramitam na Corte sobre o tema, Moraes deu prazo de cinco dias para que o Executivo e o Legislativo prestem esclarecimentos. O governo deve justificar os motivos para o aumento das alíquotas do IOF, enquanto o Congresso precisa explicar por que decidiu suspender os decretos presidenciais.

Entenda o impasse

A crise teve início no fim de maio, quando a equipe econômica, liderada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, editou decretos que elevavam o IOF sobre operações de crédito, com foco nas empresas. A medida foi defendida como essencial para o equilíbrio fiscal e o cumprimento da meta estabelecida para 2024.

No entanto, o Congresso reagiu à proposta, alegando que não aceitará novos aumentos de impostos enquanto o governo não apresentar medidas concretas de corte de gastos. Na semana passada, o Legislativo aprovou a derrubada dos decretos presidenciais, o que, segundo estimativas da Fazenda, representa uma perda de arrecadação de cerca de R$10 bilhões neste ano e mais de R$20 bilhões em 2026.

O Planalto recorreu ao STF alegando que a decisão do Congresso pode ferir a Constituição Federal e comprometer o planejamento fiscal da União. Já o Legislativo sustenta que o aumento de impostos sem debate prévio fere o equilíbrio entre os Poderes.

Com a decisão de Moraes, todas as normas relacionadas ao aumento do IOF ficam suspensas até que haja entendimento entre os Poderes.

Câmara aprova projeto que prevê suspensão da CNH para quem usar veículo no abandono de animais

A Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (23), um projeto de lei que endurece as punições para motoristas que utilizarem veículos no abandono de animais em vias públicas. A proposta determina a suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) por 12 meses, podendo chegar a 18 meses quando se tratar do abandono de cães ou gatos. O texto segue agora para análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

A proposta, que unifica quatro projetos de lei e um substitutivo, é de autoria dos deputados Delegado Matheus Laiola (União-PR), Marcelo Queiroz (PP-RJ), Delegado Bruno Lima (PP-SP), Silvye Alves (União-GO) e Célio Studart (PSD-CE), todos com atuação voltada à causa animal. De acordo com os autores, o objetivo é combater com mais rigor uma prática comum tanto em áreas urbanas quanto rurais.

Pelo texto, o abandono de animais com o uso de veículos passa a ser considerado infração gravíssima. Se aprovada na CCJ e posteriormente em plenário, a medida poderá se tornar mais uma ferramenta legal no enfrentamento ao abandono animal no país.

Casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave continuam em alta no Brasil, alerta novo boletim da Fiocruz

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O mais recente boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (3) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) seguem elevados na maior parte do país. Apesar disso, há sinais de queda ou estabilização dos casos associados à influenza A em estados das regiões Centro-Sul, Norte e Nordeste, e dos causados pelo vírus sincicial respiratório (VSR) nas três regiões.

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, os principais vírus detectados nos casos positivos foram: influenza A (33,4%), VSR (47,7%), rinovírus (20,6%), Sars-CoV-2 (1,8%) e influenza B (1,1%). Entre os óbitos, a presença dos vírus foi de 74,1% para influenza A, 14,1% para VSR, 10,2% para rinovírus, 3,1% para covid-19 e 1,3% para influenza B.

A pesquisadora do InfoGripe, Tatiana Portella, destacou que alguns estados ainda apresentam tendência de crescimento nas hospitalizações por SRAG, como Mato Grosso, Paraná, Pará, Rondônia e Roraima. Segundo ela, os principais responsáveis por esse aumento são a influenza A e o vírus sincicial respiratório.

“Reforçamos a importância da vacinação contra a influenza. O SUS disponibiliza a vacina gratuitamente para os grupos prioritários, e mesmo quem já teve gripe este ano deve se vacinar. A vacina protege contra os três principais tipos de vírus da influenza que infectam humanos”, orienta a pesquisadora.

Tatiana também explicou que a influenza A é a principal causa de hospitalizações e mortes por SRAG entre idosos. Já entre crianças pequenas, os maiores impactos estão relacionados ao VSR, seguido pelo rinovírus e pela influenza A.

Ainda segundo o boletim, seis estados estão com níveis de alerta, risco ou alto risco e apresentam tendência de crescimento no longo prazo: Alagoas, Mato Grosso, Paraná, Pará, Rondônia e Roraima.

Em contrapartida, há sinal de queda nas ocorrências de SRAG entre jovens, adultos e idosos em unidades como Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Tocantins, Bahia, Ceará, Maranhão e Paraíba.

Entretanto, os casos continuam crescendo em Alagoas, Sergipe, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná e Roraima.

BMP perde R$541 milhões em ataque hacker ao sistema financeiro; Polícia investiga esquema

A Polícia Civil de São Paulo informou nesta sexta-feira (4) que a BMP, uma instituição financeira que atua no modelo Banking as a Service, foi a principal prejudicada no ataque hacker recente ao sistema financeiro nacional, com um prejuízo de aproximadamente R$ 541 milhões. O caso foi registrado segunda-feira (30), após operações fraudulentas via PIX.

Segundo o Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), outras cinco instituições financeiras também podem ter sido afetadas por acessos indevidos em suas contas de reserva no Banco Central (BC). O prejuízo total ainda está sendo apurado, mas estimativas apontam que pode ultrapassar R$ 800 milhões.

As contas de reserva funcionam como contas correntes mantidas por instituições financeiras no BC. Elas são utilizadas para garantir liquidez, cumprir obrigações legais e realizar operações com o próprio Banco Central, como empréstimos de liquidez e aplicações em títulos públicos.

Um homem suspeito de facilitar o ataque foi preso nesta sexta-feira. De acordo com a Polícia, ele era funcionário da empresa C&M Software, fornecedora de soluções tecnológicas para o mercado financeiro, e teria permitido o acesso remoto à sua máquina, o que possibilitou aos criminosos violar sistemas sigilosos da companhia.

A C&M, por sua vez, confirmou o ataque às suas infraestruturas digitais, mas alegou que o incidente decorreu do uso de técnicas de engenharia social, e não de falhas em sua tecnologia. A empresa afirma que sua estrutura permanece “plenamente operacional” e que colabora ativamente com as investigações.

A BMP ressaltou, em nota, que acompanha de perto o avanço das investigações e que nenhum de seus clientes foi afetado. A empresa também garantiu possuir capital colateral suficiente para manter suas operações normalmente, um tipo de garantia exigido pelo BC para evitar riscos sistêmicos, isto é, efeitos em cadeia no sistema financeiro.

A instituição atua no mercado de crédito e como parceira tecnológica de outras empresas, oferecendo soluções financeiras como contas digitais e meios de pagamento. Não possui clientes pessoa física.

As investigações continuam para identificar todos os envolvidos no ataque e apurar o total do prejuízo. O caso evidencia a crescente sofisticação dos crimes cibernéticos no setor financeiro e reforça a necessidade de medidas rigorosas de segurança e monitoramento.

Novas regras da ANS obrigam planos de saúde a justificarem negativas por escrito

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Desde terça-feira (1º), operadoras de planos de saúde são obrigadas a informar por escrito e de forma clara os motivos de qualquer negativa de cobertura de procedimentos, mesmo que o beneficiário não solicite a justificativa. A medida faz parte da Resolução Normativa nº 623/2024, publicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Segundo a ANS, as negativas devem ser apresentadas em formato acessível, com possibilidade de impressão, e o beneficiário deve ser informado sobre onde consultar a justificativa. O objetivo é evitar respostas genéricas e garantir o direito à informação clara e completa.

“As novas regras fortalecem os direitos dos consumidores e trazem maior previsibilidade nas interações com as operadoras”, afirmou a diretora-presidente da ANS, Carla Soares.

Outras mudanças previstas na resolução:

Atendimento digital 24h: todas as operadoras devem oferecer atendimento ininterrupto por site, aplicativo ou outros meios digitais. Os canais presencial e telefônico permanecem obrigatórios.

Número de protocolo: ao final do atendimento, deve ser fornecido um número de protocolo e o beneficiário poderá acompanhar o andamento da solicitação.

Transparência e ouvidoria: os canais de atendimento, incluindo a ouvidoria, devem estar claramente informados no site da operadora. A ouvidoria terá papel mais ativo, com a obrigação de reavaliar negativas e monitorar a qualidade do atendimento.

Fiscalização responsiva: o novo modelo de fiscalização da ANS prioriza a prevenção de falhas e o incentivo a boas práticas. Operadoras com bom desempenho poderão receber reconhecimento público e ter multas reduzidas.

Prazos para resposta: 

  • Casos de urgência e emergência: resposta imediata
  • Procedimentos de alta complexidade e internações eletivas: até 10 dias úteis
  • Demais solicitações de cobertura: até 5 dias úteis
  • Questões não relacionadas à cobertura (como cancelamento ou portabilidade): até 7 dias úteis

De acordo com a diretora de Fiscalização da ANS, Eliane Medeiros, a implementação das novas normas será rigorosamente acompanhada. “O foco é assegurar que os beneficiários sejam devidamente atendidos e que seus direitos sejam respeitados.”

Em caso de descumprimento, o consumidor pode registrar reclamação no site da ANS.