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Falta de tornozeleiras eletrônicas impede reforma no Monte Santo, revela juiz

A reforma da penitenciária do Monte Santo, em Campina Grande, ainda não começou por falta de tornozeleiras eletrônicas. Foi o que informou com exclusividade à Rádio Campina FM o juiz da vara de execuções penais da cidade, Philippe Guimarães Padilha Vilar, na manhã desta terça-feira (28). Segundo ele, o governo do Estado teria feito um pedido menor do que a quantidade necessária para fazer o esvaziamento e consequentemente iniciar a reforma. A ideia é transformar a unidade em um colônia fabril.    

O problema é que, com o passar do tempo, o governo do Estado não passou o número adequado de tornozeleiras para que a gente pudesse atender a todos os apenados que estão recolhidos no presídio. Então a gente fez uma seleção e começou a elencar prioridades para poder colocar essas tornozeleiras. Só que como a demanda é maior do que aquilo que foi fornecido pelo governo do Estado não estamos conseguindo esvaziar e o pior, o contrato do Estado com a empresa esgotou, mas não esgotou porque acabou o prazo não. A quantidade que foi comprada inicialmente ela já foi consumida pelo governo. Estão em um processo de aditivo, eu já entrei em contato com a secretaria e prometeram aos juízes da Paraíba que até o final de fevereiro, março essa situação estará contornada”, disse o juiz.     

A ideia é colocar todos os apenados em regime de monitoramento eletrônico. “A nossa pretensão desde o início é esvaziar o presídio do Monte Santo, colocar todos os apenados em regime de monitoramento eletrônico, para que a gente possa fazer uma reforma na unidade prisional e fazer um projeto piloto aqui em Campina Grande com parcerias com empresas privadas para que coloquemos alguns apenados do regime fechado, previamente selecionados e que tenham aptidão ao trabalho, para desenvolver esse trabalho, transformando a unidade prisional em uma colônia fabril”, explicou.     

Suspeito de ordenar pelo menos dez homicídios é preso em CG

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Um homem de 28 anos, suspeito de mandar matar pelo menos 10 pessoas np Estado da Bahia, foi preso nesta segunda-feira (27), em Campina Grande. Ele foi preso por meio do cumprimento de um mandado de prisão preventiva, expedido pela Justiça da Bahia. Em Araci, município baiano, ele teria ordenado cerca de uma dezena de mortes segundo a Polícia Civil paraibana. O suspeito seria integrante de uma organização criminosa que também atua no tráfico de drogas entre os dois estados.

Com o homem, detido em uma casa no bairro do Catolé, foram encontrados duas armas de fogo, que estavam com sinais de identificação raspados. Uma delas, pertence a um militar da Aeronáutica e a outra foi roubada de uma empresa de vigilância.

Conforme o delegado Luciano Soares, a Polícia Civil da Bahia entrou em contato com a Polícia Civil da Paraíba após descobrir que o foragido estava escondido em Campina Grande.

O suspeito também é réu em dois processos criminais pelo crime de tráfico de drogas e foi preso, anteriormente, pelas Polícias Civil e Federal, com 52 quilos de maconha. Ele permanece detido na Central de Polícia de Campina Grande.

G1 PARAÍBA

Pistolagem: vereador é preso por envolvimento em mortes encomendadas no Sertão

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A Polícia Civil deflagrou nesta sexta-feira (17) a ‘Operação Manto da Justiça’, com o objetivo de reprimir uma célula criminosa voltada a execução de pessoas na região de Princesa Isabel. Até agora quatro pessoas foram presas, mas as diligências continuam no decorrer do dia. Entre os presos está um vereador da cidade de Princesa Isabel, Rinaldo Eufrasino de Andrade, conhecido como Rinaldo do Gavião, suspeito de envolvimento com as mortes investigadas.

Segundo o delegado Cristiano Jacques, foram cumpridos nove mandados judiciais, sendo dois de prisão temporária e sete de busca e apreensão expedidos pela Comarca de Princesa Isabel\PB. 

Coordenaram a ação os delegados André Rabelo e Cristiano Jacques, da Polícia Civil, em ação conjunta com o Coronel Campos e o Capitão Firmino Veras, da Polícia Militar na região. A operação é coordenada  pelas Polícias Civil (16ºDSPC) e Militar (5ª CIA\NI) de Princesa Isabel, com apoio da 3ªSRPC e 3º CRPM, além do apoio do Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil-GOE.

Segundo informações do delegado  André Rabello, o objetivo da operação é evitar a morte de duas pessoas que seriam assassinadas nos próximos dias na cidade. O mandante desses crimes, segundo a Polícia Civil, é um dos homens que teve a prisão decretada pela Justiça e será alvo da operação. 

Ainda de acordo com Rabello, a investigação foi realizada pelo delegado Cristiano Jaques, que descobriu uma trama de mortes nessa região. 

ENTENDA O CASO

Segundo informações apuradas pela Polícia Civil no dia 17 de dezembro de 2019, no centro da cidade de Princesa Isabel, por volta das 21:14h, um comerciante foi surpreendido por dois indivíduos que chegaram em uma motocicleta e um deles lhe efetuou três disparos de revólver, lhe atingindo todos, só não morrendo por ter sido socorrido. 

Suspeita-se que o mandante do crime é uma pessoa influente na cidade e comanda um grupo de extermínio na região, onde dá ordens para que pistoleiros matem pessoas que são seus credores para não pagar as dívidas. Após a morte dos credores, ele manda executar os seus pistoleiros para que não contem que foi ele que os mandou matar suas vítimas”, revelou o delegado. 

PLANO PARA NOVAS MORTES

Em novembro do ano passado, o mandante liga para um pistoleiro e lhe oferece 15.000,00 reais para que ele matasse pessoas influentes na cidade de Princesa Isabel, mas o plano não deu certo. Havia comerciantes e pessoas influentes na região que estavam na “lista” para serem mortos por pistoleiros. Os nomes das futuras vítimas não foram divulgados pela polícia como medida de segurança.

“O clima estava tenso em Princesa e para evitar novas mortes, as forças policiais se reuniram para restabelecer a ordem pública que estava sendo ameaçada com essas execuções, e anteciparam a deflagração da Operação para evitar novas mortes que estavam previstas pelos criminosos”, concluiu o delegado André Rabello.

COM INFORMAÇÕES DO BLOG PLENO PODER

Prazo para justificativas no Aluízio Campos termina hoje; saiba o que acontece

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O prazo de justificativa para não ocupação dos 4100 imóveis do Conjunto Habitacional Aluízio Campos se encerra nesta sexta-feira (17). A justificativa pode ser feita no próprio conjunto, em uma estrutura de atendimento que foi organizada pela Secretaria de Planejamento na sede da construtora que realizou a obra. Incialmente, a data limite era quarta-feira (15), porém a secretaria resolveu estender o prazo. O conjunto foi entregue no dia 11 de novembro de 2019 em solenidade que contou com a presença do presidente da república, Jair Bolsonaro.

Em entrevista à Campina FM, o secretário de planejamento de Campina Grande, Tovar Correia Lima, explicou que quem não se mudou porque não assinou o contrato é tratado como caso específico. “Quem ainda não se mudou porque ainda não assinou o contrato trata-se de um caso específico porque os contratos ainda estão chegando do Banco do Brasil, porque é uma documentação que não está batendo com a documentação original, teve mudança de nome ou algo do tipo. Nós estamos resolvendo”, disse,

Tovar explicou que quem não apresentar à justificativa será tratado como alguém que abandonou o imóvel. “Ela precisa prestar um esclarecimento a Secretaria de Planejamento. Do contrário ela terá uma espécie de abandono do imóvel, ou seja, a gente precisa informar ao Banco do Brasil e ao Ministério Público Federal que aquela pessoa, no prazo que foi definido desde a entrega em novembro, não ocupou a casa. A não ser que essa justificativa seja plausível como no caso de uma pessoa por exemplo que esteja internada. Ela está no hospital e não pode se mudar. Essa pessoa terá um prazo mais elástico”, explicou.

Tovar ainda detalhou o que a pessoa que de repente desistiu do imóvel precisa fazer. ”Se alguma pessoa está usando de má fé porque não quer a casa, ela precisa nos entregar uma carta de desistência para que a gente continue com o programa e chame outras pessoas que estão na lista de espera”, pontuou.   Esta semana seis casas foram invadidas e as pessoas foram despejadas pela Polícia Militar.

“Racionamento branco”: Campina Grande sofre com falta de água constante nos bairros

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O ano novo chegou, mas um velho problema persiste nas casas dos campinenses: a falta de água por determinados períodos do dia ou até mesmo por dias seguidos. Por exemplo, em contato com o blog moradores dos bairros de Bodocongó, Três Irmãs, Conjunto João Paulo II (Ramadinha) e do Distrito de São José da Mata relataram falta de água em dias que não foram comunicados pela Cagepa. Oficialmente, a população de parte da cidade teria ficado sem água somente no dia oito de janeiro, quando a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba fez um comunicado. Na prática a situação é diferente e a periodicidade da falta do mineral leva à determinadas populações uma espécie de racionamento não oficial.

Um outro comunicado já foi feito nesta quinta-feira (16) e alerta as populações de Campina Grande, Caturité, Queimadas, Barra de Santana, Pocinhos, Lagoa Seca, Alagoa Nova e São Sebastião de Lagoa de Roça que faltará água próxima terça-feira (21) para que seja feita uma manutenção corretiva e preventiva no sistema elétrico da estação de Gravatá, a mesma que pegou fogo no ano passado e deixou Campina Grande sem água por um período de 10 dias.

Evandro Andrade é autônomo e mora no bairro de Bodocongó e disse que essa semana faltou água durante dois dias na localidade. Já Gislaine Norberto mora no Conjunto João Paulo II, Ramadinha, e também reclama da falta de água sem aviso prévio. O mesmo acontece com Rosemir Azevedo, que mora nas Três Irmãs e diz que no bairro faltou água na manhã de hoje. Em São José da Mata, Aldenora Freitas disse que faltou água no domingo na Rua Belarmino Barbosa, assim como em outras adjacentes.

A Cagepa até admite certa intermitência, mas não nas localidades citadas pelas pessoas que falaram ao blog. “A CAGEPA comunica à população dos bairros das MALVINAS e BELA VISTA, na cidade de BOQUEIRÃO, que vem trabalhando diuturnamente com o objetivo de corrigir esta intermitência que vem ocorrendo no abastecimento d’água. Embora sendo um problema pontual, é necessária a instalação de novos equipamentos que já estão sendo providenciados e serão instalados nos próximos dias. Mais informações podem ser obtidas gratuitamente pelo telefone 115”, disse a Companhia através de nota.

Vale ainda ressaltar que, o açude de Boqueirão está com 18% da capacidade máxima e a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (AESA) descarta qualquer possibilidade de racionamento diante do atual nível de reservas do manancial.

Assaltante morre durante troca de tiros com a PM em CG

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Um homem, identificado como Maxuel de Lima, de 30 anos, morreu após uma troca de tiros com policiais militares em Campina Grande no final da manhã desta quinta-feira (16). O fato aconteceu em uma estrada vicinal entre o Sítio Massapê, distrito de Galante, e o Conjunto Habitacional Aluízio Campos.

Maxuel e um adolescente de 17 anos, que acabou apreendido, estavam em uma moto quando o homem atirou em uma guarnição da polícia que tentava se aproximar. Os policiais faziam rondas na região porque pelo menos cinco assaltos haviam sido registrados na área somente está manhã, inclusive o da moto, que pertence a um agente de saúde. Ele teria atirado primeiro na polícia. Houve um revide e ele acabou sendo acertado letalmente.

As vítimas dos assaltos reconheceram Maxuel e o adolescente, segundo o comando do Décimo Batalhão.

Casal do tráfico é preso em Campina Grande

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Um casal foi preso com 12 quilos de maconha, meio quilo de cocaína, além de balança de precisão e uma série de anotações, que seriam uma espécie de contabilidade do crime. Uma moto, que seria utilizada para a entrega da droga, também foi apreendida. As prisões e apreensões aconteceram nessa quarta-feira (15) no bairro de Bodocongó, em Campina Grande.

O homem já tem passagem pela polícia. Ele foi preso em 2018 por porte ilegal de arma de fogo. A dupla foi encaminhada para a Central de Polícia e está à disposição da justiça. Foi a segunda apreensão de drogas somente esta semana no bairro. Na terça-feira, um homem que fazia uma espécie de serviço “delivery” da droga também foi preso.

Preto assume vaga na Câmara de Campina Grande no lugar de Alcindor Villarim

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O terceiro suplente de vereador José Arnaldo Andrade dos Santos (PRB), mais conhecido como “Preto” do Sandra Cavalcante, foi empossado no cargo de vereador na Câmara Municipal de Campina Grande. A posse aconteceu na manhã desta quarta-feira (15), no Gabinete da Presidência. Ele é o décimo suplente a assumir uma cadeira na Casa de Félix Araújo na atual legislatura.

A vaga foi aberta pelo também suplente Alcindor Villarim (PRB), que se afastou para assumir o cargo de chefe do Gabinete do Prefeito Romero Rodrigues. A portaria do ato de nomeação foi assinada na última segunda-feira (13). Anteriormente, no governo de Romero Rodrigues, Alcindor já havia presidido a Agência Municipal de Desenvolvimento (AMDE) e também a Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

Preto vai permanecer na CMCG por 84 dias. Ele ficou com a terceira suplência após obter 1.273 votos nas eleições de 2016. A solenidade de posse foi presidida pela vereadora Ivonete Ludgério (PSD). O ato foi prestigiado por amigos, familiares e lideranças do partido. Estiveram presentes também os vereadores Marinaldo Cardoso (PRB), Teles Albuquerque (PSC) Sargento Regis (PSC) e Pastor Josimar (PRB), além do atual chefe de Gabinete da Prefeitura Alcindor Villarim.

Durante o discurso, Preto não segurou as lágrimas. Ele agradeceu ao prefeito Romero pela oportunidade, à presidente Ivonete Ludgério e demais lideranças e dirigentes do seu partido. “Peço a Deus para guiar meu trabalho. Que eu consiga desenvolver esta função com responsabilidade e honrando essa oportunidade”, disse.

Na semana passada o suplente Sargento Regis (PSC) tomou posse como vereador. Preto é o décimo suplente a assumir desde o ano de 2017, quando se deu início à nova legislatura após eleições. Nesse período já passaram pela Câmara Lucas Ribeiro (PP), Álvaro Farias (PSC), Pastor Josimar (PRB), Soraya Brasileiro (PSDC), Dona Fátima (PTN), Pâmela Vital (MDB) e Alcindor Villarim, além de Marcos Raia (PSDB) que permanece em atividade.

“João foi escolhido para continuar esquema”, diz deputada

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A deputada estadual Camila Toscano (PSDB) fez eco às declarações de colegas de oposição que cobram o afastamento do governador João Azevedo (sem partido) do cargo em consequência dos desdobramentos da Operação Calvário, sobretudo diante da repercussão dos últimos trechos das delações da ex-secretária Livânia Farias, que afirma até que o chefe do executivo recebeu uma espécie de mesada da Cruz Vermelha por quatro meses de 2018. João nega.

“Não há governabilidade, não há legitimidade, o governador tem que ser afastado. Ele deveria, inclusive, renunciar ao cargo, coisa que acho difícil de acontecer. É escândalo sobre escândalo e as denúncias que estão vindo são cada vez mais graves, demonstrando que ele é uma continuidade do esquema crimino, que ele estava nesse esquema e sua eleição foi uma condição para que esse esquema continuasse”, afirmou Camila durante entrevista à Campina FM.

Ainda de acordo com Camila, João Azevedo teria sido escolhido a dedo para atuar como continuador da organização criminosa. “Ele foi o escolhido para ser o candidato que ia permitir a continuidade desse esquema e, se não fosse a atuação do Ministério Público de investigar, a Paraíba continuaria sendo governada por esse grupo, e esse escândalo, esse roubo continuaria a existir”, pondera a deputada.

A tucana entende que João Azevedo não reúne condições para seguir no Palácio da Redenção e, mais que isso, acredita que o aparelho estatal continua sendo utilizado para práticas criminosas. “O governador não tem mais legitimidade, não tem moral. Ele não consegue falar com a imprensa sobre outro assunto, porque a Calvário é um escândalo. Então, João tem que ser afastado, porque o grupo político continua lá e com certeza os desvios continuam”, disse.

BLOG DO LENILDO FERREIRA

Rompimento entre João e Ricardo não passaria de fake, afirmam deputados

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A tese de um rompimento estratégico entre o governador João Azevedo e Ricardo Coutinho, ex-governador do Estado, tem ganhado força na base de oposição ao governo na Assembleia Legislativa da Paraíba. Dois deputados, Cabo Gilberto Silva e Walber Virgulino, acreditam que o distanciamento entre “criador e criatura” é fake e teria acontecido para que o governo não sofresse os impactos da Operação Calvário. Esta semana o Ministério Público denunciou 35 pessoas por organização criminosa.

“Com as investigações e a moral do ex-governador Ricardo Coutinho posta em cheque o PSB lançou a estratégia de dividir o governo Ricardo Coutinho do de João Azevedo. Mas na verdade nunca houve nenhuma intriga, nunca houve briga. Sempre estiveram do mesmo lado”, disse o deputado Walber Virgulino em entevista à Campina FM.   

Colega de Walber na bancada de oposição ao governo, Cabo Gilberto faz o seguinte questionamento. “Imagine se não houve briga como estaria a pressão em cima do governador”.

Os parlamentares defendem novas eleições no Estado. “Eu tenho certeza absoluta que o processo eleitoral de 2018 foi contaminado pela corrupção do PSB, que atrelou os tentáculos da corrupção em todos os poderes do Estado da Paraíba”, disse ainda Cabo Gilberto.