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Professores da UFCG podem entrar em greve hoje; UEPB também faz assembleia

A Associação dos Docentes da Universidade Federal de Campina Grande (ADUFCG) realiza uma assembleia hoje (9), às 9h30, para discutir o corte de verbas para o sindicato e uma estratégia de contra-ataque ao Governo Federal, que anunciou uma redução de 30% no repasse para instituições federais. Uma greve por tempo indeterminado não está descartada pela categoria.

A presidente da ADUFCG, professora Luciana Leandro, quer o apoio de estudantes e servidores técnico-administrativos. “Precisamos do apoio de todos para que a ação possa surtir o efeito esperado e a gente conquiste o que é desejo de todos que fazem a universidade”, disse em entrevista a rádio Campina FM.

Ainda segundo a presidente da ADUFCG, há dois meses o sindicato estaria sem receber contribuição através de desconto na folha dos professores. O motivo é uma medida provisória do Governo Federal. Esse será o outro ponto discutido na assembleia, assim como a possibilidade de alinhamento a uma paralisação nacional que está marcada para o próximo dia 15 de maio.

UEPB

A Associação dos Docentes da Universidade Estadual da Paraíba (ADUEPB) também faz uma assembleia no dia de hoje às 9h30. Os professores da UEPB vão discutir a questão da paralisação nacional contra os cortes das instituições federais e uma estratégia para tentar estabelecer diálogo com o Governo do Estado. Desde o início do ano a associação tenta uma audiência para discutir reposições salariais, mas o governador João Azevedo ainda não aceitou sentar para conversar.

O presidente da ADUEPB, professor Nelson Júnior, disse que a associação está ao lado das instituições federais contra os cortes e mandou um recado para o ex-governador Ricardo Coutinho, que também estaria contra os cortes federais, apesar de ter estabelecido reduções ao orçamento da UEPB durante os oito anos em que foi governador. “Que ele possa fazer uma autocrítica e reconhecer que errou quando impôs reduções a UEPB. Hoje a universidade tem seis mil alunos a menos porque a reitoria precisou se adaptar a realidade financeira estabelecida pelo Estado na época”, lembrou.

FOTO UFCG

Estudantes podem renegociar Fies com Banco do Brasil pelo celular

Os estudantes que contrataram o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) pelo Banco do Brasil e estão com prestações em atraso podem renegociar os débitos pelo celular. A instituição financeira criou um espaço no aplicativo para formalizar as renegociações.

A ferramenta vale para estudantes que contrataram o financiamento até 2017, estão com atrasos acima de 90 dias e não são alvo de ações judiciais. O prazo de contratação vai até 29 de julho.

A ferramenta de renegociação de operações do Fies por dispositivos móveis é oferecida em caráter exclusivo pelo Banco do Brasil. Para acessá-la, basta entrar no aplicativo do Banco do Brasil, clicar no menu Solução de Dívidas e escolher a opção Renegociar Fies.

Condições

Por meio da renegociação, o estudante poderá incorporar as prestações em atraso ao saldo devedor, gerando novo valor para a parcela a ser pago até o fim da operação. Caso o período de amortização (pagamento do principal da dívida) seja inferior a 48 meses, o cronograma de pagamento será ampliado até completar esse período.

Em troca da adesão, o estudante terá de pagar uma entrada de pelo menos R$ 1 mil ou o equivalente a 10% do saldo consolidado da dívida vencida, prevalecendo o maior valor.

A renegociação exclusiva pelo aplicativo está disponível para as operações com garantia exclusiva do Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (FGEDUC). A ferramenta também pode ser usada pelos clientes com fiador e para os serviços de consulta e de simulação. Nesses casos, porém, o cliente terá de ir a uma agência para concluir a renegociação iniciada no aplicativo.

AGÊNCIA BRASIL

FOTO EBC

Operação Lava Jato faz buscas em banco

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O Ministério Público Federal (MPF) divulgou nota informando que a instituição financeira alvo da 61ª fase da operação da Lava Jato é o Banco Paulista. De acordo com os investigadores, o banco teria lavado mais de R$ 48 milhões, entre 2009 e 2015, repassados pela Odebrecht, no exterior, por meio de “contratos ideologicamente falsos”. É a primeira vez que a Lava Jato faz buscas em um banco.

Segundo os procuradores, também estão sendo investigados outros R$ 280 milhões em repasses suspeitos feitos pelo banco a empresas “aparentemente sem estruturas” inclusive de funcionários, por meio do Setor de Operações Estruturados, setor criado pela Odebrecht para repassar propinas para agentes públicos e políticos. O mesmo setor foi usado para desviar recursos da Petrobras.

Por meio de nota o MPF informou ter “fortes evidências” da participação de Paulo Cesar Haenel Pereira Barreto, na época funcionário da mesa de câmbio do Banco Paulista; de Tarcísio Rodrigues Joaquim, que era diretor da Área de Câmbio do mesmo banco; e de Gerson Luiz Mendes de Brito, diretor-geral do Banco Paulista. Todos trabalham no banco.

O MPF acrescenta que esse esquema “tinha estrutura hierarquizada com divisão de tarefas, composto por pessoas de confiança da cúpula do Grupo, dentre as quais se destacavam Luiz Eduardo da Rocha Soares, Olívio Rodrigues Júnior e Fernando Migliaccio da Silva. Estes três, em associação com Vinícius Veiga Borin, Marco Pereira de Souza Bilinski e Luiz Augusto França, detinham o controle societário do Meinl Bank Ltd., instituição financeira localizada nas ilhas de Antígua e Barbuda (Caribe), onde o Grupo Odebrecht abriu e manteve, pelo menos entre 2010 e 2016, diversas contas bancárias operacionais para a movimentação ilícita de valores”, diz a nota.

Os elementos probatórios obtidos teriam identificado compensações ilícitas feitas pelos executivos do Banco Paulista, em meio a transferências feitas em moedas estrangeiras para contas em nome de offshores controladas por doleiros identificados como “Juca Bala” (Vinícius Claret) e “Dragão” (Wu Yu). A compensação teria sido feita no Brasil, na moeda local.

Após receberem os recursos ilícitos pelos doleiros, Olívio Rodrigues Júnior repassava dinheiro em espécie ao Banco Paulista, que então efetuava, em nome próprio, os pagamentos, por meio de transferência eletrônica, para as empresas de fachada controladas pelo próprio Olívio, por Luiz Eduardo da Rocha Soares, Fernando Migliaccio da Silva, Vinícius Veiga Borin, Marco Pereira de Souza Bilinski e Luiz Augusto França.

“Os pagamentos do Banco Paulista a essas empresas sem existência real, por serviços nunca prestados, foram fraudulentamente justificados por contratos fictícios e notas fiscais falsas. Apenas no período de 2009 a 2015, o Banco Paulista efetuou, sem a efetiva contraprestação de serviços, pagamentos superiores a R$ 48 milhões em favor das empresas BBF Assessoria e Consultoria Financeira, JR Graco Assessoria e Consultoria Financeira, VVB Assessoria e Consultoria Financeira, Lafrano Assessoria e Consultoria Financeira, MIG Consultoria Econômica e Financeira, Crystal Research Serviços Ltda., e Bilinski Assessoria e Consultoria Financeira, diz a nota do MPF.

De acordo com os procuradores, o Banco Paulista já havia sido instado pelo Banco Central, em 2017, a prestar esclarecimentos sobre os contratos suspeitos. Na época, o Banco Paulista teria dito que os pagamentos estariam relacionados a remunerações pela apresentação e estruturação de um produto chamado “Importação de Moeda Nacional”, além de comissões sobre valores importados (“success fee”) – explicação que, segundo o MPF, “não estava embasada em documentos formais que comprovassem a aprovação, cálculos dos pagamentos e contato com os envolvidos”.

A 61ª fase da Operação Lava Jato, denominada Disfarces de Mamom, cumpre nesta manhã três mandados de prisão preventiva e 32 de busca e apreensão na cidade de São Paulo. Também são realizadas buscas no Rio de Janeiro (sete mandados de busca e apreensão) e Porto Alegre (dois mandados de busca e apreensão).

Os presos serão levados para a sede da Polícia Federal em São Paulo e, posteriormente, seguem para a Superintendência do Paraná, onde serão interrogados. Cerca de 170 policiais federais atuam na operação, que teve mandados expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba.

AGÊNCIA BRASIL

FOTO TOMAZ SLVA/AGÊNCIA BRASIL

Polícia realiza operação contra roubos e tráfico de drogas no Cariri

A Polícia Civil da Paraíba com apoio da Polícia Militar desencadeou na manhã de hoje (8) uma operação contra o tráfico de drogas e roubos na região do Cariri do Estado. Denominada “Narkotika”, a ação policial tem o objetivo de cumprir oito mandados de prisão, busca e apreensão.

Até o início da manhã, duas pessoas já haviam sido detidas. De acordo com o delegado Cristiano Santana, até as 9h, um mandado de prisão havia sido cumprido. O suspeito, Victor Daniel Souza da Costa, de 20 anos, foi preso em São João do Cariri.

Ainda conforme o delegado, durante a operação em Boa Vista, um adolescente de 17 anos foi apreendido. Com ele, a polícia encontrou 100 pinos de cocaína, 110 trouxas de maconha, balanças de precisão e munições.

Material foi apreendido com adolescente em Boa Vista – FOTO DIVULGAÇÃO PC

Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Campina Grande, Boa Vista e São João do Cariri.

Mãe e filha são encontradas mortas no Pedregal em CG

Duas mulheres, mãe e filha, ainda não identificadas foram encontradas mortas na noite dessa terça-feira (7) no bairro do Pedregal em Campina Grande. Elas têm 75 e 51 anos e estavam dentro da casa onde moravam, na Rua Raimundo Asfora. Segundo a polícia as mulheres estavam deitadas, como se estivessem dormindo quando a porta foi arrombada, já que estava trancada por dentro e saia um mau cheiro de dentro da residência. Segundo os vizinhos, há três dias elas não saiam de casa.

Vizinhos também informaram à polícia que a mulher de 45 anos sofria de depressão e teria tentado suicídio há cerca de um mês. O delegado Gerônimo Barreto esteve a frente do caso na noite de ontem e disse que ainda não é possível apontar uma causa para as mortes. “As diligências realizadas até o momento, salvo melhor juízo, não foram suficientes para confirmar a integralidade da dinâmica do incidente, motivo pelo que parece-me prematuro apontar com certeza para verificação de suicídio ou homicídio (mortes à esclarecer)”, disse.

Os corpos foram levados para o IPC. O delegado explicou que exames foram requisitados e todo o procedimento necessário adotado para a elucidação do fato. “Exames Periciais foram requisitados (cadavéricos, toxicológicos e de local de morte violenta), bem como materiais coletados no imóvel (como líquido esbranquiçado encontrado junto aos corpos). Eles serão submetidos a outras análises periciais complementares”, completou.

FOTO GOOGLE MAPS

Bolsonaro assina decreto com novas regras para uso de armas

O presidente Jair Bolsonaro assinou hoje (7), em cerimônia no Palácio do Planalto, o decreto que regulamenta a posse, o porte e a comercialização de armas e munições para caçadores, atiradores esportivos e colecionadores, os chamados CACs.

Entre as mudanças, o governo sobe de 50 para 1.000 o limite de cartuchos de munições que podem ser adquiridos por ano pelos CACs, além de autorizar o transporte de armas carregadas e municiadas no trajeto entre a casa do portador e os clubes de tiro, o que estava proibido. O decreto também permite a livre importação de armas e munições e amplia o prazo de validade do certificado de registro de armas para 10 anos, bem como todos os demais documentos relativos à posse e ao porte de arma. A íntegra da nova lei será publicada na edição de amanhã (8) do Diário Oficial da União. 

“Eu estou fazendo algo que o povo sempre quis, levando-se em conta o referendo de 2005 [que manteve o comércio de armas no país]. O governo federal, naquela época, e os que se sucederam, simplesmente, via decreto, não cumpriram a legislação e extrapolaram a lei, não permitindo que pessoas de bem tivessem mais acesso a armas e munições”, disse Bolsonaro em rápida entrevista a jornalistas após cerimônia.

O decreto também amplia o uso da arma de fogo para moradores de áreas rurais. Até então, o uso era permitido apenas na casa-sede da propriedade. Com a nova lei, está autorizado o uso em todo o perímetro do terreno. Também há uma permissão expressa na norma para que estabelecimentos credenciados pelo Comando do Exército possam vender armas, munições e acessórios. Na prática, isso deve ampliar o número de estabelecimentos comerciais que vendem armas de fogo.

Outra mudança introduzida pelo decreto é a garantia do porte de arma a praças das Forças Armadas com estabilidade assegurada, que tenham pelo menos 10 anos de serviço, além de garantia das condições do porte a militares inativos. 

Importação

No caso da livre importação, o governo quebra o monopólio da empresa Taurus, maior fabricante de armas e munições do país, já que passa a permitir a aquisição de armas e munições do exterior mesmo quando houver similar no Brasil, o que era vedado pela legislação em vigor. Bolsonaro disse que deve rever a taxação da empresa para não prejudicá-la frente a abertura de concorrência no mercado. 

O presidente ressaltou que o decreto “não é um projeto de segurança” pública, mas defendeu o direito da população se armar. Ele criticou as políticas públicas adotadas por governos anteriores. “Toda a política desarmamentista que começou lá atrás no Fernando Henrique Cardoso até hoje, o resultado foi a explosão do número de homicídios e mortes por arma de fogo. Com toda certeza, dessa maneira, nós vamos botar um freio nisso”, afirmou.

AGÊNCIA BRASIL

FOTO WILSON DIAS/AGÊNCIA BRASIL

Motoristas por App de outras cidades não devem trabalhar em CG a partir do SJ, prevê projeto

Um projeto de lei que regulamenta o transporte por aplicativo em Campina Grande foi entregue na tarde desta terça-feira (7) na Câmara Municipal pelo prefeito Romero Rodrigues. O documento foi recebido pela presidente do poder legislativo municipal, vereadora Ivonete Ludgério, e deve ser votado ainda esse mês. Uma das ideias da regulamentação é proibir que motoristas por aplicativo de outras cidades trabalhem em Campina Grande. A ideia é tornar o projeto uma Lei antes do período do São João, quando é grande o número de profissionais que vêm de outras cidades e Estados para trabalhar na Rainha da Borborema.

Entre outros pontos, o documento com treze páginas também sugere a criação de seguros para os passageiros, amplia a idade máxima do veículo para circular nas plataformas e estabelece um fundo de mobilidade urbana que obrigaria os aplicativos a deixarem 1% de tudo que é arrecadado para a cidade, assim como acontece em Brasília.

O Superintendente da STTP, Félix Neto, ajudou na construção do projeto. Ele explicou como funcionaria o bloqueio de motoristas de outras cidades em Campina Grande durante o São João. “a própria plataforma ela só libera corrida para os motoristas de Campina Grande. Então isso prestigia e fortalece o motorista da nossa cidade”, explicou.

FOTO BLOG DO PP

Romero vai à CMCG e entrega projeto que regulamenta funcionamento de aplicativos de transporte em Campina Grande

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O prefeito Romero Rodrigues entregou, na tarde desta terça-feira, 7, à vereadora Ivonete Ludgério, presidente da Câmara Municipal de Campina Grande, projeto de lei que regulariza o serviço de transporte de passageiros por aplicativos na cidade, garantindo mais eficiência, qualidade e segurança para a motoristas, sobretudo os com residência fixa no município, e usuários.

A solenidade, que contou com a presença de secretários e auxiliares da Prefeitura, vereadores e dezenas de condutores cadastrados nas diversas ferramentas virtuais, representados por Germóglio Bezerra, presidente da Associação dos Motoristas Particulares de Aplicativos de Campina Grande, aconteceu no plenário da “Casa de Félix Araújo”.

Romero esteve acompanhando do secretário-chefe de Gabinete, Bruno Cunha Lima e do superintendente de Trânsito e Transportes Públicos (STTP) da cidade, Félix Neto, além do secretário de Cultura Jóia Germano e do coordenador de Comunicação do município, Marcos Alfredo Alves.

Celeridade

Em uma fala rápida, o prefeito pediu a colaboração dos vereadores no sentido de que pudesse haver agilidade no processo de discussão do projeto de lei.
“Esse parlamento deve ter a autonomia que sempre teve para discutir suas pautas e, caso julgue necessário, realizar as devidas emendas e alterações. Mas estamos diante de um projeto de lei, construído a quatro mãos, com a Procuradoria Geral do Município, que se baseia em cases de sucesso, como as de Brasília e São Paulo, e a STTP atendendo as sugestões da associação. O município, os motoristas e os usuários com certeza vão sair ganhando com a aprovação rápida dessa matéria”, pontuou Romero.

13º salário em junho

O discurso do gestor foi corroborado pela fala do representante dos motoristas, Germóglio Bezerra, que elogiou bastante o texto do projeto de lei e reproduziu o pedido do prefeito no sentido de que a tramitação possa ser acelerada.

“O Maior São João do Mundo está chegando e é nesse período que nossa categoria consegue faturar o que chamamos de nosso 13º salário. Então precisamos dessa regulamentação para o que o próprio Município consiga ter mais controle sobre os aplicativos. Todo mundo vai se beneficiar com esse projeto”, destacou o motorista.

A presidente da Câmara, Ivonete Ludgério, comunicou que o Legislativo campinense vai funcionar em regime excepcional no mês de maio. A previsão da vereadora é de haja a realização de quatro sessões semanais, o que agilizaria o processo de discussão e aprovação do projeto de lei que visa regularizar o serviço de transportes por aplicativos.

Codecom/PMCG

Colégios militares não terão corte de recursos, diz porta-voz

BRASÍLIA – O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, afirmou nessa segunda-feira (6) que o presidente Jair Bolsonaro não cortará recursos de colégios militares, apesar do contingenciamento no Ministério da Educação (MEC) de 30% de instituições federais de ensino. As unidades militares estão vinculadas ao orçamento do Ministério da Defesa, por meio do Exército Brasileiro.

“A Força tem autonomia na definição das prioridades com relação aos recursos orçamentários de suas organizações. Por consequência, não está ligada ao sistema colégio militar do Brasil essa reestruturação, que você estão chamando de corte”, afirmou Rêgo Barros.

O porta-voz afirma que há uma “inversão da pirâmide” na gestão de Bolsonaro, cuja intenção é privilegiar o ensino básico e o ensino fundamental.

“Trata-se de uma equalização no sentido de privilegiar o ensino básico e o ensino fundamental, e ainda que em menor quantidade, o ensino universitário”, afirmou o Rêgo Barros.

O MEC, segundo o porta-voz, vai privilegiar projetos de educação básica na destinação de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e a valorização de profissionais.

Presídios

O porta-voz também afirmou que o Ministério da Justiça e da Segurança Pública tem como meta criar, ainda em 2019, por volta de 20 mil novas vagas em presídios. Segundo ele, em parceria com Estados, o governo contribuiu para a abertura de 2.841 vagas no sistema prisional em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Pará e Santa Catarina. O orçamento para a ação foi de R$ 172 milhões.

COM INFORMAÇÕES DO PORTAL TERRA

FOTO FABIO RODRIGUES PAZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL

Romero não descarta novas eleições para governo do Estado na PB

A cada novo desdobramento da “Operação Calvário”, crescem as especulações sobre a possibilidade de uma cassação da chapa do governador João Azevedo e a realização de novas eleições para o Governo do Estado. A possibilidade não é descartada pelo prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, que recentemente assumiu o PSD e disse estar preparando o partido para as próximas eleições. “Preparar para as eleições de 2020 e 2022. E se tiver uma antes, que pode ser que tenha né?!”, disparou em declaração que repercutiu nesta terça-feira (7) na Rádio Campina FM.
Questionado sobre se estaria à disposição para um possível pleito, Romero respondeu. “Eu não, mas o partido vai estar à disposição para caminhar junto do que for melhor para a Paraíba. Mas na Paraíba que nós estamos tudo pode acontecer. Então nós vamos aguardar, dar tempo ao tempo, pra ver o que se apresenta”, emendou.

O prefeito de Campina Grande e novo líder estadual da legenda disse estar preparando o PSD para as próximas eleições e prometeu reuniões nos próximos dias em Campina Grande e João Pessoa para iniciar um processo de filiação de novos membros. Na Rainha da Borborema, alguns vereadores já teriam sinalizado com a intenção de migrar para o novo partido de Romero.

A operação

A “Operação Calvário” investiga o desvio de recursos públicos da saúde para um suposto esquema de financiamento de campanhas políticas.

FOTO FACEBOOK ROMERO RODRIGUES