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Prazo para vacinação contra febre aftosa é aumentado em um mês em CG

Com um estoque de aproximadamente 1.100 doses de vacina contra a febre aftosa, a Secretaria municipal de Agricultura (Seagri), espera imunizar, até o dia 31 de julho de 2020, todos os rebanhos de bovinos e bubalinos pertencentes aos pequenos agricultores de Campina Grande. Inicialmente, este prazo era até 30 de junho.

A estimativa é do próprio secretário da Agricultura, Renato Gadelha, com base em dados do ano passado, quando a cobertura da vacinação contra a febre aftosa alcançou quase 100% dos animais criados nos sítios e assentamentos dos distritos de Galante, Catolé de Boa Vista e São José da Mata.

A febre Aftosa é uma doença infecciosa altamente contagiosa que atinge animais de cascos bipartidos de todas as idades. A sua transmissão se dá pelo ar, água e alimentos contaminados. Os primeiros sintomas são febre alta, falta de apetite e feridas ao redor dos cascos e das tetas. Essas males também afetam o leite e a carne dos animais.

De acordo com normas estabelecidas pela Defesa Agropecuária do Estado da Paraíba, todos os bovinos e bubalinos (búfalos) devem ser vacinados contra a febre Aftosa, independentemente da idade do animal.

Os proprietários dos rebanhos, por seu turno, têm prazo de até 10 dias, a contar da data da vacinação, para apresentar à Defesa Agropecuária o documento chamado de Anexo 13, acompanhado do frasco da vacina, para comprovar que realmente seus animais foram imunizados contra a febre Aftosa. Do contrário, estarão sujeitos às sanções legais.

A campanha contra a febre Aftosa, segundo o secretário Renato Gadelha, é bancada em sua totalidade pela Prefeitura municipal de Campina Grande, desde a aquisição dos medicamentos até à sua respectiva aplicação, por intermédio dos profissionais da Seagri.

Romero Rodrigues recebe Comissão de Fiscalização da ALPB e apresenta “relatório” de enfrentamento à Covid-19

O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, recebeu no prédio anexo do Complexo Pedro I, a Comissão Especial de Acompanhamento e Fiscalização dos Entes Federativos em Estado de Calamidade Pública da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). O objetivo da missão parlamentar em Campina Grande foi de colher informações  sobre as medidas adotadas pelo município no enfrentamento da Covid-19. A visita aconteceu nessa terça-feira (30).

Na companhia do secretário de Saúde, Filipe Reul,  Romero Rodrigues recebeu em reunião os deputados estaduais Tovar Correia Lima (PSDB), que foi o articulador do encontro de trabalho, Anderson Monteiro (PSC) e Moacir Rodrigues (PSL). Camila Toscano (PSDB) e Eduardo Carneiro (PRTB) justificaram ausência por imprevistos na agenda.

Durante a reunião, os parlamentares indagaram o prefeito sobre todas as iniciativas da gestão em relação às medidas de prevenção ao novo coronavírus em Campina Grande, que estão sendo implementadas na cidade há mais de três meses. Outro ponto importante da reunião foi o tratamento da Covid-19, através de uma rede  que vem permitindo à prefeitura assumir um processo de flexibilização das atividades econômicas com sustentabilidade e controle.

Estrutura sob controle – Romero fez um histórico sobre todos os passos adotados no Plano de Contingência adotado pela Prefeitura. Desde ações de rua de grande impacto – como o trabalho, de domingo a domingo, das brigadas de higienização e prevenção, envolvendo servidores e equipamentos – até a adoção, com coragem e prudência, de protocolos que permitem a atenção e o tratamento de pessoas contaminadas já na fase inicial do ciclo da Covid-19.

O prefeito de Campina Grande também apresentou relatórios sobre a considerável redução no número de internações na rede pública de pessoas infectadas pela doença e até do fluxo na UPA Dr. Maia, no bairro do Alto Branco, a porta de entrada para atendimento e tratamento da doença no Município. Em relação ao número de leitos, por exemplo, mostrou que, no Pedro I, dos 50 disponíveis em UTI, apenas 23 estavam ocupados nesta terça. Já em termos de enfermaria, dos 90 à disposição da população, só 40 estavam comprometidos.

 

Menos de 10% dos empreendedores paraibanos conseguiram empréstimo, aponta pesquisa

A 4ª edição da pesquisa “O impacto da pandemia de coronavírus nos pequenos negócios”, produzida pelo Sebrae em parceria com a FGV, mostrou que apenas 9,3% dos empreendedores que procuraram empréstimo durante esse período conseguiram. Enquanto isso, 39,7% dos entrevistados ainda estão aguardando resposta e 50,9% não conseguiram. O número é, inclusive, inferior ao registrado no Brasil, onde 16,3% conseguiram o crédito, 26,9% está aguardando uma resposta e 56,8% não conseguiram.

O levantamento foi feito por meio de pesquisa online e, no estado, contou com 284 entrevistados entre o período de 29 de maio a dois de junho.

Para a analista técnica do Sebrae Paraíba, Márcia Timótheo, um dos maiores entraves para os pequenos negócios não conseguirem crédito é, sem dúvida, o excesso de burocracia. “Recursos existem, mas a dificuldade de acesso ao crédito é grande e pode ser fatal para um expressivo número de pequenos negócios”, afirmou.

“Um dos obstáculos para os empresários conseguirem crédito era a questão da garantia e atualmente eles têm disponível duas linhas de crédito que contemplam Fundos Garantidores. A linha de crédito da Caixa, que conta com o FAMPE e garante a operação em 80%, sendo o complemento o aval dos próprios sócios, sem a necessidade de apresentar garantia real. E a outra é o PRONAMPE que é uma linha de crédito para os pequenos negócios e tem a garantia do Fundo Garantidor de Operações, que garante 85% da operação e a garantia pessoal dos empresários, também, sem a necessidade de apresentar outras garantias reais. O problema é a demora na análise e resposta ao empresário”, destacou.

Para a analista, é fundamental entender que é necessário que as pequenas empresas consigam receber os financiamentos solicitados imediatamente, enquanto ainda existe a possibilidade da retomada da atividade empresarial. “Estamos vendo que a cada dia, mais pequenos negócios estão fechando as portas definitivamente”, finalizou.

Entre as razões apontadas na pesquisa para os empresários não terem conseguido o crédito, desponta como motivo o fato da empresa estar negativada no CADIN/Serasa, com 39,8% e o CPF estar negativado ou com restrição (8,7%). Também foram apontados motivos como score baixo (4,8%), pouco tempo de funcionamento da empresa (4,8%) e outro motivo (14,3%) ou não sabe (9,6%). Os valores mais comuns dos empréstimos solicitados foram entre R$ 10.001,00 e R$ 20 mil (com 45,2% dos respondentes que buscaram o crédito) e R$ 5.001,00 e R$ 10 mil (20,8%).

Promotoria recomenda que sete municípios da PB não afrouxem isolamento social; veja lista

O Ministério Público da Paraíba recomendou aos prefeitos de Bananeiras, Borborema, Belém, Logradouro, Serraria, Dona Inês e Caiçara que se abstenham de flexibilizar o isolamento social em desacordo com o Decreto Estadual nº 40.304/2020 (e suas prorrogações) e às Classificações-Bandeira atribuídas por avaliações do setor competente do Governo do Estado da Paraíba. As recomendações foram expedidas pela promotora de Justiça de Bananeiras, Ana Maria Pordeus Gadelha. Juntos, os sete municípios, de acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde, somam 633 casos confirmados do novo coronavírus.

Foi recomendado ainda que os municípios fiscalizem o cumprimento pleno e de todas as recomendações de prevenção e controle para o enfrentamento da Covid-19, expedidas pelas autoridades sanitárias competentes, inclusive a Organização Mundial de Saúde, para prevenção ao contágio e contenção de infecção viral relativa ao novo coronavírus.

De acordo com o último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde do Estado, as cidades tem a seguinte quantidade de casos: Bananeiras (75), Borborema (6), Belém (273), Logradouro (57), Serraria (25), Dona Inês (10) e Caiçara (187).

Segundo a promotora de Justiça, o município de Dona Inês obteve a bandeira vermelha (em que são permitidas apenas as atividades essenciais com restrições adicionais de locomoção), na segunda avaliação implementada pelo Estado, com vigência a partir dessa segunda-feira (29). Os demais municípios obtiveram bandeira laranja, em que são permitidas apenas as atividades essenciais.

Além disso, os sete municípios não detêm hospital de referência para pacientes acometidos pela covid-19, bem como leitos em UTI para atender sua população, dependendo, portanto, exclusivamente, do setor de regulação do Estado.

Ainda conforme a promotora, o restabelecimento das atividades não essenciais nos municípios, nesse momento, implicaria em potencial massificação do contágio e sobrecarga do sistema municipal de saúde, com real possibilidade de ocorrência de danos irreparáveis e o colapso da rede.

Mais medidas recomendadas

Os municípios devem ainda, de acordo com a recomendação, fiscalizar o cumprimento de ato administrativo editado pelo Poder Público Municipal que determinou a quarentena das pessoas suspeitas e das que com elas coabitem, sobretudo o uso de máscara quando, em situações excepcionais, se fizer necessário o deslocamento da pessoa em quarentena, sob pena de prisão dos desobedientes, nos termos do que disciplinam os artigos 268 e 330 do Código Penal, se o fato não constituir crime mais grave.

Também devem comunicar divulgar amplamente o teor da recomendação por todos os meios de comunicação. O descumprimento das medidas levará ao ajuizamento das ações cabíveis e sinalizará o dolo para fins de responsabilização pessoal pelo gestor municipal.

Mulher é presa suspeita de planejar ataque que resultou em morte de vigilante

Uma mulher de 32 anos de idade e com uma condenação de 17 anos de prisão em regime fechado foi presa na noite desta terça-feira (30) em uma residência no bairro do Ligeiro. Segundo a Polícia Civil, ela é companheira de um dos líderes do tráfico de drogas na zona leste de Campina Grande e também em outras cidades da região, como Esperança, Remígio e Areia.

A mulher também é suspeita de planejar a fuga do companheiro, atualmente preso no PB1 em João Pessoa, no ano de 2018 em  Campina Grande. A tentativa de resgate do criminoso aconteceu no dia 25 de junho, quando o apenado chegava para fazer exames médicos no bairro da Prata. Pelo menos oito criminosos, em dois carros e duas motos participaram da ação criminosa, que terminou com um vigilante que estava em uma guarita baleado na cabeça e morto.

Foragida desde outubro de 2019, a mulher  será encaminhada à Penitenciária Feminina de Campina Grande, para o cumprimento da pena imposta.

 

UPA Alto Branco registra queda de atendimentos e prefeito comemora; ocupação de leitos também caiu

O prefeito Romero Rodrigues realizou na manhã desta segunda-feira (29) uma nova visita à UPA do bairro do Alto Branco, que é a referência no atendimento de pacientes com suspeita de Covid-19. Na avaliação do prefeito, baseado em dados da UPA, tem diminuído, nas duas últimas semanas, o número de casos da doença no município. Além disso, as pessoas que apresentam os sintomas iniciais da doença recebem o devido e imediato acompanhamento médico para o tratamento contra o novo coronavírus.

As visitas do prefeito têm sido feitas semanalmente, sobretudo no primeiro dia útil da semana. “No dia de hoje podemos constatar que temos metade das pessoas que aqui estavam na segunda da semana passada. Assim, é visível que a doença regrediu em Campina Grande nos últimos 15 dias. Além disso, os pacientes que têm recorrido à UPA Dr. Maia já chegam com um quadro clínico melhor”, atestou Romero, feliz com a possibilidade de curva decrescente de casos na cidade.

Ainda de acordo com o prefeito, no Hospital Municipal Pedro I e no Hospital de Campanha dos 50 leitos disponíveis na UTI apenas 21 encontram-se ocupados. Já dos 90 leitos de enfermaria, apenas 27 estavam ocupados até ontem à noite.

Acesso ao coquetel – Romero Rodrigues lembrou: quem é diagnosticado com Covid-19 tem acesso às medicações recomendadas para a fase inicial da doença, a exemplo de hidroxicloroquina, mas os remédios só são entregues na UPA aos pacientes que aceitam consumi-los e desde que não exista nenhum tipo de incompatibilidade de saúde para o emprego destes medicamentos.

Quase 57 mil ainda não declararam imposto de renda 2020 na PB; prazo termina nesta terça

A um dia do fim do prazo para envio da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2020, nesta terça-feira (30), quase 57 mil contribuintes da Paraíba ainda não enviaram suas declarações para a Receita Federal. Segundo informações da Receita Federal no Estado, até às 10h desta segunda-feira (29), dos 320 mil contribuintes que devem entregar a declaração, 83,32% (266.627) já declararam.

A Receita Federal alerta que os contribuintes não deixem a entrega para a última hora. Se perderem o prazo, estarão sujeitos ao pagamento de multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido. O prazo para a entrega da declaração, que começou em dois de março, acabaria no dia 30 de abril, mas a Receita prorrogou para o dia 30 de junho, devido à pandemia de Covid-19.

O programa para fazer a declaração está disponível no site da Receita. A Receita Federal espera receber 32 milhões de declarações em todo o país.

As restituições começaram a ser pagas em maio e seguem até setembro para os contribuintes cujas declarações não caíram na malha fina. Vale lembrar que idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais têm prioridade.

G1 PB

Pela primeira vez no ano cesta básica apresenta queda de preço em CG

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Um levantamento feito pelo Procon municipal de Campina Grande,  entre os dias 18 a 22 , registrou um valor médio de R$ 612,02 para a Cesta Básica Regional. Em comparação com o mês de maio, que teve o preço de R$ 631,84, a redução de R$ 19,82 representa uma queda de  3,1% no preço e essa foi a primeira fez no ano que o valor da cesta básica apresentou redução. A pesquisa foi feita em 60 supermercados da cidade

O levantamento feito pelo Procon leva em consideração os 13 produtos categorizados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) como Cesta Básica Alimentar e a Cesta Básica Complementar criada pelo órgão municipal, contendo 39 produtos que são mais consumidos em nossa região, no entanto estão fora da relação do DIEESE. A soma das duas cestas resulta na Cesta Básica Regional adotada em Campina Grande.

Com relação ao preço da Cesta Básica do DIEESE, neste mês de junho o campinense pagou em média 416,82 reais. Já a complementar que está dividida em cinco grupos o de Carnes e Derivados, Farináceos, Higiene e Limpeza, Hortifrúti e de Temperos custou R$ 192,21.

Dos grupos da Cesta Complementar o item que apresentou uma maior variação de preços entre os supermercados visitados foi a manga, o quilo da fruta chega a uma diferença de 637,58%, com preços que variam de R$ 1,49 a R$ 10,99. Do grupo das carnes, o quilo do frango apresentou uma diferença de 66,94% e a dúzia de ovos brancos custa em média R$ 7,50. Do grupo de Higiene e Limpeza, o pacote com quatro unidades de papel higiênico pode ser encontrado a preços que variam de R$ 1,39 a R$ 7,79. E no grupo dos Temperos tanto o sal quanto o vinagre de álcool mostraram uma boa diferença de preços, 204,08% e 235,96% respectivamente. Por isso a dica do Procon continua a mesma, pesquisar sempre.

Para uma família com rendimento de um salário mínimo (R$ 1.045,00) pagar R$ 612,02 na Cesta Básica Regional representa comprometer aproximadamente de 58,6%, restando 41,4% da renda, que é equivalente em termos absolutos a R$ 432,98. Ou seja, o valor de R$432,98 seria destinado a outros compromissos tais como água, energia, internet, transporte dentre outras despesas.

Para conferir a pesquisa completa é preciso apenas acessar o site do Procon Municipal no link https://procon.campinagrande.pb.gov.br/.

Advogado é preso suspeito de liderar organização criminosa na Paraíba

O advogado Flávio Márcio de Sousa Oliveira, de 39 anos, foi preso no último sábado no bairro de José Pinheiro, em Campina Grande. Ele é suspeito de liderar uma organização criminosa com atuação em vários crimes, entre eles homicídios, tráfico de drogas e ataques contra instituições financeiras. Contra ele já havia um mandado de prisão em aberto e o homem era considerado um foragido da justiça.

Na manhã desta segunda-feira (29), os delegados responsáveis pelo caso fizeram uma entrevista coletiva para dar detalhes da prisão. Participaram da entrevista o superintendente regional de Polícia Civil, André Rabello, e os delegados Diego Beltrão, Demétrius Patrício, Iuri Givago e Eduardo Almeida.

A atuação do advogado começou a chamar atenção no ano passado, no âmbito da Operação Ladinos, desencadeada no Sertão. Em duas fases, 22 pessoas foram presas e ele representou praticamente todos os detidos.

Segundo a investigação, além de mentor intelectual de vários crimes, Flávio era também o responsável pelo fornecimento de armas para a prática dos crimes. Ele negou e está preso em um quartel da Polícia Militar.

Ex-presidiário é morto a tiros em Campina Grande e família desconfia de motorista

O ex-presidiário Adriano Hipólito da Silva, de 25 anos, foi assassinado a tiros na noite desse domingo (28), no bairro do Monte Santo, em Campina Grande. A vítima foi alvejada com três disparos de arma de fogo e morreu dentro da casa do tio, onde havia chegado no sábado. O homem era natural de Taperoá e havia cumprido pena no Sertão do Estado. Segundo a família, a razão seria porte ilegal de arma de fogo.

O assassinato aconteceu na Rua Thomaz Santa Rosa. O assassino chegou a pé e perseguiu a vítima até a sala de casa, onde praticou o crime. Detalhe: quatro crianças, entre cinco e 12 anos, assistiam TV e presenciaram o crime. O tio da vítima ainda saiu perseguindo o assassino mas não conseguiu detê-lo.

A família desconfia que o crime tenha sido praticado por um motorista por aplicativo, com quem Adriano teve uma discussão horas antes do assassinato. Segundo a esposa da vítima, a razão teria sido algo fútil: o motorista teria se negado a levar o jovem porque ele estava bebendo e a vítima não gostou e teria ameaçado o motorista. A polícia investiga o caso.

A família ainda descarta qualquer ligação de Adriano com o tráfico de drogas.