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Polícia Militar apreende cerca de 80 kg de droga em Queimadas

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A Polícia Militar apreendeu mais de 80 quilos de maconha, na manhã desta quinta-feira (16), em um bloqueio montado na BR-104, nas proximidades de Queimadas. A droga estava sendo transportada em um ônibus, na bagagem de uma mulher de 20 anos, que revelou que trouxe o entorpecente do Rio de Janeiro para entregar na cidade de Guarabira.

A operação, que foi realizada pelas equipes do 4º Batalhão, Cavalaria de Campina Grande e Batalhão de Operações Especiais, foi montada após os policiais receberem informações da chegada da droga, que iria ser vendida no carnaval.

A maconha estava dividida em 82 tabletes. A presa disse que receberia 2 mil reais pelo transporte, mas não passou mais detalhes sobre remetente e destinatário do entorpecente.

O caso foi levado para a Delegacia de Polícia Civil, em Campina Grande.

BRAISCOMPANY: MP aponta “pirâmide financeira” e pede bloqueio de R$ 45 milhões da empresa

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O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ingressou, na tarde desta quinta-feira (16) com uma ação no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) pedindo o bloqueio de R$ 45 milhões da empresa Braiscompany e de seus sócios, Antônio Inácio Silva Neto e Fabrícia Campos. O processo será julgado pela 11ª Vara Cível de João Pessoa.

Os promotores Romualdo Tadeu e Sócrates Agra sugerem que o valor seja sequestrado de contas bancárias, veículos automotivos registrados em nomes dos alvos com fabricação superior ao ano de 2013.

O órgão pede ainda arrolamento dos bens e imóveis, o sequestro de uma aeronave Hawker, Beechcraft, ano de fabricação de 1998, modelo 400, matrícula RAB n. 20149, em 19 de janeiro do ano corrente, a ser efetivado no Registro Aeronáutico Brasileiro(RAB) da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Além do registro em cartório de Registro de Imóveis do protesto contra a alienação de bens no valor de R$ 45,1 milhões. Para os promotores, a Braiscompany adota uma estratégia para ludibriar o consumidor.

“Faz parte da estratégia de marketing e captação de clientes da empresa a divulgação de um estilo de vida de luxo dos brokers e dos sócios-administradores da BRAISCOMPANY, o casal Antônio Neto e Fabrícia, os quais comumente compartilham com os seus seguidores as viagens que fazem a destinos paradisíacos, a utilização de jatinhos, carros, marcas de luxo, imóveis de grande valia, tudo isso informado pela mensagem subliminar de que toda aquela riqueza foi alcançada a partir da utilização desse modelo de negócios que eles estão comercializando. Uma ação orquestrada para ludibriar o consumidor que, na maioria das vezes, não tem acesso a nenhum desses itens”

O Ministério Público diz, ainda, que “o modelo de negócios desenvolvido pela BRAISCOMPANY é extremamente turvo, desde o objetivo do empreendimento em si (a gestão de criptoativos)”.

Para os investigadores, existem fortes indícios de que a empresa é uma pirâmide financeira.

“O empreendimento possui características essenciais basilares a uma pirâmide, em especial a promessa de rendimentos anormalmente altos, a agressiva captação de clientes e a forte evidência de que os resultados da empresa se devem muito mais aos aportes financeiros dos contratantes que chegaram em momento posterior, do que à receita gerada pela atividade negocial desenvolvida. Por este motivo, faz-se imperiosa a desconsideração da personalidade jurídica da BRAISCOMPANY em busca da verdade real dos fatos”

Confira outros pedidos do Ministério Público da Paraíba: 

  • A suspensão da oferta de novos contratos, sob pena de multa de R$ 100.000,00 (cem mil reais) por contrato celebrado;
  • Divulgação da relação dos consumidores e suas respectivas transações, consignando as datas, valores aportados e pagamentos realizados a estes;
  • Nomes de Brokers, contendo nome completo, cpf, telefone e endereço residencial, bem como o vínculo jurídico (contratual ou CLT);
  • Balanço patrimonial da empresa;

Redação com Wallison Bezerra

Polícia Federal apreende frota de carros de luxo de dono da Braiscompany

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Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão contra o sócio e dono da Braiscompany, Antônio Inácio Silva Neto, a Polícia Federal apreendeu diversos veículos de luxo. Dentre eles, uma BMW e um Porsche. Os veículos estão no pátio da PF em Campina Grande. .

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) fez um levantamento dos veículos de propriedade do empresário. Confira:

Confira o registro dos carros apreendidos:

Justiça decreta prisão de donos da Braiscompany por cinco dias; leia decisão

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Em meio às investigações nas sedes da Braiscompany, em São Paulo, João Pessoa e Campina Grande, a 4ª Vara Federal Criminal da cidade decretou a prisão de Antônio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Campos, donos da empresa de criptomoedas. A prisão deverá ser cumprida no estado de São Paulo.

O processo corre em segredo de Justiça. Porém, o Portal MaisPB teve acesso à decisão. O magistrado determinou que Neto seja preso temporariamente pelo prazo de cinco dias e levado para qualquer unidade prisional.

Veja um trecho de despacho:

Dessa forma, estando presentes os requisitos da Lei n. 7.960/89, acolho a representação do MPF e decreto a prisão temporária, pelo prazo de 05 (cinco) dias (art. 2º da Lei n. 7.960/89), a fim de que sejam realizadas as diligências necessárias à elucidação do crime sob investigação, dos investigados ANTONIO INACIO DA SILVA NETO e FABRICIA FARIAS CAMPOS. Do caráter reservado dos mandados de prisão Dada a natureza das diligências requeridas, na qual o caráter sigiloso e o efeito surpresa são indispensáveis ao seu transcorrer de forma eficiente e segura, os mandados de prisão a ser expedidos nestes autos devem ser também mantidos em caráter reservado até o seu efetivo cumprimento. Com a notícia de cumprimento dos mandados de prisão neste município, retornem os autos imediatamente conclusos para a designação de audiência de custódia. Em ocorrendo a prisão em outro local, caberá à autoridade judicial competente do local em que realizada a prisão a referida audiência, na forma do parágrafo único do art. 13 da Resolução n. 213/15 do CNJ. Expeçam-se os expedientes determinados nos parágrafos anteriores, com urgência, com as cautelas impostas pelo segredo de justiça. Dê-se vista ao MPF e à Polícia Federal desta decisão. Cumpra-se. Cumprido, arquivem-se os autos. Campina Grande/PB, data de validação.

CASO BRAISCOMPANY: Entenda operação da Polícia Federal que investiga empresa de criptomoedas

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A Polícia Federal realizou nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (16) uma operação, com o objetivo de combater crimes contra o sistema financeiro e o mercado de capitais, na sede e em endereços ligados à empresa paraibana Braiscompany. As ações da PF aconteceram até o início da tarde na sede da empresa e em um condomínio fechado, em Campina Grande, e em uma das filiais, em João Pessoa e em São Paulo.

Nos últimos quatro anos, foram movimentados cerca de R$ 1,5 bilhão em criptomoedas, em contas vinculadas aos suspeitos, sócios da Braiscompany, que estão foragidos. No total, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária, mas os sócios não foram encontrados até o momento.

O nome da operação, Halving, é em alusão ao aumento da dificuldade de mineração do bitcoin, que ocorre a cada quatro anos, período semelhante a ascensão e derrocada do esquema investigado.

Crise na Braiscompany

Além da operação da Polícia Federal, a Braiscompany é investigada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB). A crise envolvendo a companhia explodiu nas últimas semanas, quando clientes reclamaram nas redes sociais que a empresa havia atrasado os pagamentos.

Liderada pelos empresários Antonio Neto Ais e Fabrícia Ais, a empresa convertia dinheiro em ativos virtuais, que eram “alugados” pelo negócio. Assim, o rendimento dessa operação era o pagamento pela “locação” das criptomoedas.

A promessa de ganho financeiro de 8% ao mês é considerada irreal pelos especialistas do mercado financeiro. Desde o final do ano passado, a remuneração dos dividendos apresentava problemas.

No início do mês, em nota divulgada à imprensa, a companhia disse que estava fazendo uso de “todos os mecanismos legais e de reserva para honrar os compromissos contratualmente agendados”.

Ainda não há um posicionamento oficial da empresa após a operação deflagrada nesta quinta-feira.

Bruno anuncia solução emergencial para problema na estrutura do ISEA e garante projeto para a construção de nova maternidade em CG

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O prefeito Bruno Cunha Lima (PSD) reuniu a imprensa campinense no final da manhã desta quarta-feira (15) para apresentar as ações que estão sendo desenvolvidas pela Prefeitura de Campina Grande para solucionar, a curto e médio prazos, problemas com a estrutura de mais de 70 anos do Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA), que é a maior maternidade da Paraíba.

Bruno apresentou o projeto de construção do novo Hospital Materno Infantil, que seria conjugado ao novo Hospital da Criança e do Adolescente (HCA), na Avenida Floriano Peixoto. O projeto do HMI prevê a construção de enfermarias, ambulatórios, centro cirúrgico, UTI neonatal e UTI materna

“A ideia é construir o hospital junto ao HCA, tornando-se uma referência em pediatria, obstetrícia, neonatologia e saúde da mulher. Com um equipamento completamente novo, teremos condições de dar atendimento e assistência dentro de uma estrutura padrão com o que existe de mais moderno na arquitetura hospitalar e dentro das exigências técnicas de um hospital na atualidade”, disse o prefeito.

O projeto, que já foi apresentado ao Ministério Público da Paraíba, foi elaborado após a primeira ocorrência de um desabastecimento elétrico no ISEA em janeiro. “Em dez dias, nossas equipes fizeram uma força-tarefa para apresentar essa proposta de solução definitiva. Pois o ISEA é uma maternidade que foi construída há mais de 70 anos, para a realidade da época, e por mais que façamos melhorias, a estrutura não comporta mais o serviço”, esclareceu.

“É uma discussão que envolve toda a Paraíba, por isso deve ser uma construção coletiva. Tenho a mais absoluta certeza do nosso compromisso, do nosso comprometimento para darmos a solução a um problema de mais de sete décadas que é de toda a Paraíba. Irei a Brasília convidar toda a bancada federal e as entidades para nós fazermos um esforço coletivo, afinal de contas essa solução perene vai durar pelas próximas gerações”, disse Bruno.

Em ritmo emergencial, solução imediata

A curto prazo, o prefeito Bruno explicou que decretou estado de emergência pela situação do ISEA a fim de contratar mais rapidamente uma empresa para executar toda a reformulação da rede elétrica da maternidade, o que custará em torno de R$ 2 milhões e deve ser iniciado em março. A estrutura tem mais de 5 mil metros quadrados de área construída e a operação é considerada complexa.

Paralelamente, uma ala do Hospital Municipal Dr. Edgley foi preparada para receber gestantes internas, caso seja necessário durante o processo de requalificação da rede elétrica da maternidade. O prefeito também anunciou que o Hospital HELP poderá servir como retaguarda de internação da maternidade durante a obra na rede elétrica.

Pediatria no Hospital Pedro I

O prefeito dr Campina Grande também aproveitou a ocasião para anunciar que vai abrir uma ala pediátrica no Hospital Municipal Pedro I. O objetivo: dar suporte de atendimento ao público do HCA enquanto o novo hospital é construído. O Pedro I, referência no atendimento de pacientes com Covid-19, está passando por completa reestruturação, ganhou ala ortopédica, nova UTI e o centro cirúrgico está passando por reforma.

 

Aposentado de 75 anos tem casa invadida no bairro das Malvinas, em CG

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Dois criminosos invadiram uma residência e roubaram diversos pertences na madrugada desta quarta-feira (15), no bairro das Malvinas, em Campina Grande. A vítima do crime é um aposentado, de 75 anos.

O idoso relatou que a dupla invadiu o local por volta das 3h de hoje. Os assaltantes ameaçaram a vítima e perguntavam se ”havia drogas na casa” durante o crime.

Após render a vítima, os bandidos fugiram levando dois celulares, dois aparelhos televisores, quatro relógios, um tapete, 6 metros de fios, R$ 250 em dinheiro e diversos outros pertences do aposentado.

Nenhum suspeito havia sido localizado até o momento da publicação desta matéria. Informações que possam ajudar a localizar os criminosos podem ser repassadas ligando para a Polícia Militar através do número 190 ou discando 197 para acionar o Disque-Denúncia.

Redação com Blog do Márcio Rangel

Motorista suspeito de estuprar passageira é solto nesta quarta-feira (15) em CG

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O motorista Jailson, que é suspeito de estuprar uma jovem de 18 anos em Campina Grande, foi solto no final da tarde desta quarta-feira (15). A prisão de Jailson foi mantida na audiência de custódia e ele estava preventivamente na Penitenciária Padrão de Campina Grande. A defesa recorreu da decisão e conseguiu revogar a prisão. Agora ele vai responder pelo caso em liberdade.

ENTENDA MELHOR O CASO:

O motorista suspeito de estuprar uma passageira, dentro de um ônibus do transporte público de Campina Grande, teve a prisão preventiva decretada após audiência de custódia, na quarta-feira, dia 1º de fevereiro.

O crime teria acontecido segunda-feira, dia 30 de janeiro, quando a jovem era a única passageira dentro do ônibus. A vítima relatou que estava voltando de um curso profissionalizante e era a única pessoa dentro do ônibus quando o motorista parou no ponto final da linha, próximo à Feira Central, e cometeu abusos sexuais e estupro.

O advogado da vítima informou que as câmeras de dentro do ônibus onde o crime teria acontecido não estavam funcionando. O advogado disse ainda que a defesa da vítima vai entrar em contato com comércios das proximidades, para obter imagens de câmeras sobre o caso que possam ser entregues à polícia.

Em nota, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Campina Grande (Sitrans) informou que acompanha o caso e presta colaboração às autoridades para andamento das investigações.

UEPB lança seleção para contratação em vagas temporárias

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A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) lançou seleção para contratação em funções técnico-administrativas de forma temporária. As vagas são para os níveis médio e superior para os campi I, III e VII da instituição. As inscrições podem ser feitas até o dia 5 de março, clicando aqui.

Conforme o edital, as vagas são para: técnico em laboratório (Física), no Câmpus VII, em Patos, é necessário Ensino Médio Completo e Curso Técnico em Laboratório na área objeto da seleção. Para as funções de Nível Superior, as vagas são para assistente social, no Câmpus I, em Campina Grande; e bibliotecário para o Câmpus III, em Guarabira.

A seleção vai acontecer com prova escrita objetiva, prova prática para a função de Técnico em Laboratório (Física) e prova de títulos. O prazo de validade do processo seletivo será de um ano, a contar da data da publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por igual período. Os candidatos aprovados dentro das vagas serão convocados mediante a necessidade da demanda de trabalho institucional para cada função.

Vice-prefeito diz que prefeito usou dinheiro de lotérica para comprar votos em 2016

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A revelação de possível compra de votos nas eleições de 2016 no município de Cacimba de Dentro foi revelada nessa terça-feira (14) pelo vice-prefeito do município, Tutuca Ferreira.

Em entrevista ao programa 60 Minutos, da Arapuan FM, Tutuca afirmou que na reta final da campanha de 2016 Nelinho Costa, que foi eleito prefeito, usou dinheiro desviado de uma casa lotérica, de propriedade dele, para comprar votos.

“Muitos, muitos [votos comprados]. Isso foi em 2016, teve casos aqui de R$ 1 mil, de R$ 2 mil (o valor do voto). A gente candidatos a prefeito e a vice e a campanha muito difícil contra o candidato do ex-gestor Edmilson. O prefeito e eu já tinhamos gastado muito dinheiro, já tinha gastado uns R$ 300 mil na campanha. De última hora, como ele é proprietário da lotérica, ele pegou o dinheiro da lotérica, para a gente poder fazer o último final de semana, da sexta para o domingo, na reta final”, disse Tutuca, que está rompido politicamente com o prefeito.

Ainda conforme o vice-prefeito, o valor tirado da casa lotérica chegou aos R$ 100 mil. “A gente gastou R$ 2 milhões de reais. Depois que nós ganhamos a eleição ele foi lá e repôs”, contou.