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Morre dona Da Guia, liderança histórica do distrito de São José da Mata

Morreu nesta terça-feira (3) Dona Da Guia, uma das principais lideranças do distrito de São José da Mata. Ela lutava contra um câncer e, apesar da batalha travada nos últimos meses, não resistiu às complicações da doença.

Figura muito querida pela comunidade, Dona Da Guia teve atuação marcante na educação local, tendo sido diretora da Escola Estadual José Miguel Leão.

O velório já está acontecendo na Associação dos Moradores de São José da Mata, em frente ao Mercado Público. O sepultamento está programado para esta quarta-feira (4), às 16h.

A morte de Dona Da Guia deixa um sentimento de profunda tristeza entre familiares, amigos e moradores, que reconhecem sua importância histórica e social para a comunidade.

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, é preso em nova operação da PF

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A Polícia Federal (PF) cumpre quatro mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, nos estados de São Paulo e Minas Gerais.

Segundo informações divulgadas pelo g1, o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do banco Master, foi preso na operação. As investigações contaram com o apoio do Banco Central do Brasil.

A medida faz parte da 3ª fase da Operação Compliance Zero deflagrada nesta quarta-feira pela PF para investigar possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa.

“Também foram determinadas ordens de afastamento de cargos públicos e sequestro e bloqueio de bens, no montante de até R$ 22 bilhões, com o objetivo de interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar valores potencialmente relacionados às práticas ilícitas apurada”, informou nota divulgada pela PF.

Waléria Assunção descarta disputar eleições e decide focar no mandato em Campina Grande

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A vereadora Waléria Assunção afirmou que não pretende disputar as eleições deste ano e seguirá focada no mandato na Câmara Municipal de Campina Grande.

A decisão foi tomada após convite do governador João Azevedo, presidente do PSB na Paraíba, para que a parlamentar concorresse a uma vaga na Câmara dos Deputados.

Waléria confirmou ter recebido o convite e avaliou a proposta de forma positiva, mas destacou que, neste momento, prefere cumprir o mandato e continuar atuando em pautas que já defende, como a causa animal no município.

Na eleição de 2024, a vereadora obteve 3.446 votos.

Garis trabalham sem proteção e SINPUC cobra providências urgentes em São Vicente do Seridó

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O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais do Seridó e Curimataú denunciou a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para os agentes de limpeza urbana de São Vicente do Seridó e cobrou providências imediatas da gestão municipal.

De acordo com o sindicato, os profissionais atuam diariamente expostos a riscos biológicos, climáticos e ambientais, sem a devida proteção. A entidade afirma que já protocolou dois ofícios solicitando a entrega de kits de EPIs e materiais essenciais, como fardamento, protetor solar, vassouras, pás e chapéus.

Ainda segundo o SINPUC, a prefeitura não respondeu aos pedidos nem apresentou medidas para resolver a situação. Para o presidente do sindicato, Janiel César, a postura da gestão demonstra descaso com os servidores que desempenham função considerada essencial para o município.

Diante da ausência de respostas, o sindicato informou que pretende acionar órgãos de controle e fiscalização para garantir que sejam asseguradas condições adequadas de trabalho aos agentes de limpeza urbana.

Jô Oliveira denuncia mortes no ISEA e defende pacto coletivo pela vida das mulheres em Campina Grande

A vereadora Jô Oliveira (PCdoB) fez um dos discursos mais contundentes da sessão na Câmara Municipal de Campina Grande ao denunciar a grave situação da saúde pública do município, especialmente no que diz respeito à assistência às mulheres. Em sua fala, a parlamentar questionou a narrativa apresentada recentemente pelo prefeito Bruno Cunha Lima, afirmando que a realidade descrita pelo Executivo não corresponde ao que a população enfrenta diariamente.

Segundo Jô, a crise na saúde não pode ser tratada como um “ciclo”, como afirmou o gestor municipal. Para ela, o problema se arrasta desde 2021 e se agravou a partir de novembro de 2024, com atrasos salariais, especialmente na área da saúde.

“Que ciclo é esse que é infindável para quem precisa da saúde em Campina Grande?”, questionou.

Mortes no ISEA e silêncio coletivo

O momento mais forte do discurso ocorreu quando a vereadora relembrou mortes recentes de mulheres e bebês relacionadas ao atendimento no Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA). Jô citou nominalmente casos como os de Dani, Ravi, Gabriela e de uma adolescente de 15 anos que faleceu após atendimento na unidade, além do bebê que morreu dias depois.

Ao recordar o primeiro ano da morte de Dani e Ravi, completado no último dia 1º de março, a parlamentar lamentou o silêncio público em torno dos casos e afirmou que a sociedade precisa encarar a gravidade da situação.

“Nós não ganhamos absolutamente nada quando uma mulher morre”, declarou.

Jô também denunciou o medo relatado por gestantes que buscam atendimento na unidade. “É estarrecedor você receber uma ligação de madrugada de uma mãe dizendo: ‘Jô, eu estou com medo de morrer aqui’”, afirmou.

Pacto coletivo pela vida das mulheres

Relacionando o debate ao mês de março, marcado pela luta das mulheres, a vereadora defendeu que o enfrentamento à violência de gênero também passa pela garantia de um atendimento digno na saúde pública.

“Um pacto pela vida das mulheres passa também pelo direito delas de parirem com qualidade, com respeito à sua condição de mulheres gestantes.”

Para Jô Oliveira, é necessário um compromisso coletivo da sociedade e das instituições para assegurar que mulheres possam viver a gestação de forma plena e segura. “Com que vidas nós estamos comprometidos?”, indagou.

Denúncias sobre estrutura precária

Além das mortes no ISEA, a vereadora apresentou denúncia sobre as condições de atendimento a pacientes com hanseníase no município. Segundo relato levado à tribuna, um paciente teria sido atendido na garagem da unidade de saúde, por falta de acessibilidade adequada.

“Nem animais são tratados dessa forma”, teria dito o paciente, segundo Jô.

Para a parlamentar, os episódios revelam falhas graves na gestão da saúde municipal. “É falta de capacidade de gestão. Não sabem gerir a saúde em Campina Grande. E quem fica no meio do caminho são as pessoas que precisam do serviço”, afirmou.

Encerrando sua fala, Jô reiterou que seguirá cobrando respostas e defendendo a vida das mulheres e da população campinense, destacando que o debate precisa sair do campo do discurso e se transformar em ações concretas.

Oposição defende CPI da Saúde e cobra prioridades da gestão em Campina Grande

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O vereador Anderson Pila, líder da oposição na Câmara Municipal de Campina Grande, afirmou durante abertura do ano legislativo, nesta terça-feira (24), que a saúde pública deve ser a principal prioridade do Legislativo em 2026 e voltou a defender a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a aplicação dos recursos na área.

Durante entrevista, o parlamentar destacou que a população tem cobrado respostas mais efetivas da Casa Legislativa, especialmente diante de problemas recorrentes no sistema de saúde do município.

O vereador também mencionou denúncias relacionadas a atrasos salariais e dificuldades enfrentadas por servidores, classificando a situação como séria. Segundo ele, a população precisa de respostas concretas.

“Falta pagamento de salário, há comissões e outras situações que são muito sérias. O povo de Campina necessita de uma resposta”, afirmou.

Questionado sobre o fato de 2026 ser um ano eleitoral e como a Câmara deve se posicionar para evitar que o plenário se transforme em palco político, Anderson Pila foi enfático ao defender o papel institucional do Legislativo.

“Não adianta vir com discurso de que a Casa Legislativa não é para fazer política. Política pública que atinja a população nos seus benefícios é o nosso papel. O que não pode é muita fala e pouca ação. A fala aqui tem que ser concluída no exercício pleno do que é defender o interesse do povo”, ressaltou.

Para o líder da oposição, o foco deve estar na fiscalização e na cobrança por melhorias nos serviços públicos, para que a população sinta, na prática, os resultados da gestão municipal.

Anderson Pila reafirmou que continuará lutando pela abertura de uma CPI da Saúde, com o objetivo de garantir transparência na aplicação dos recursos públicos.

“Claro que vou continuar lutando. É necessário. A transparência do recurso público é necessária. Há suspeita de desvio de finalidade e o dinheiro chega dos recursos da saúde, mas a gente não vê chegando ao ponto final. Isso precisa ser esclarecido é a única forma do Parlamento fazer isso é com a CPI”, concluiu.

Quem enviou e onde foi aplicado: proposta de Jô Oliveira amplia transparência sobre emendas destinadas a Campina Grande

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A vereadora Jô Oliveira (PCdoB) protocolou na Câmara Municipal um Projeto de Lei que pretende ampliar a transparência no uso de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares no município de Campina Grande. A proposta determina que a Prefeitura de Campina Grande divulgue mensalmente, em seu site oficial, informações detalhadas sobre a origem, o destino e a execução desses valores.

A iniciativa surge em meio a críticas recorrentes sobre a dificuldade de acesso da população a dados que permitam acompanhar a aplicação de verbas enviadas por deputados e senadores.
“Hoje existe um desencontro de informações que dificulta saber, com precisão, quanto realmente chega ao município por meio das emendas parlamentares. A proposta do projeto é justamente organizar esses dados: identificar quais emendas foram destinadas à cidade, em que período chegaram, qual o objetivo dos recursos e para quem se destinam”, destacou a autora.

A vereadora ressaltou que, embora esses recursos sejam frequentemente destinados a áreas estratégicas como saúde, educação e infraestrutura, o rastreamento público do dinheiro ainda é considerado limitado, o que dificulta o controle social.

“O objetivo do nosso projeto é deixar o caminho mais fácil para qualquer cidadão ou cidadã acompanhar os valores recebidos, entender como estão sendo aplicados e saber quais parlamentares têm contribuído com Campina Grande. A medida fortalece o controle social e garante mais transparência sobre os recursos públicos destinados à cidade”, concluiu Jô Oliveira.

Detalhamento obrigatório
Pelo texto apresentado, o Executivo municipal deverá publicar, até o último dia útil de cada mês, uma série de informações padronizadas, incluindo:
• identificação do parlamentar autor da emenda;
• valor total da emenda e montante efetivamente recebido no período;
• finalidade do recurso e área beneficiada;
• situação da execução, com indicação se o valor está a receber, em uso ou já concluído.

O projeto também prevê a criação de uma aba específica e de fácil acesso no portal institucional, concentrando todos os dados em um único ambiente digital.
Linguagem acessível e histórico público
Outro ponto do texto determina que as informações sejam divulgadas em linguagem clara e objetiva, com permanência mínima de cinco anos na plataforma. A proposta argumenta que a medida não gera novos custos ao município, uma vez que se trata da organização de dados que já devem ser públicos conforme a legislação federal de transparência.

Caso a norma seja descumprida, o projeto classifica a omissão como violação ao dever de transparência da administração pública, o que pode acarretar responsabilização administrativa, civil e criminal dos gestores.

O projeto foi lido na sessão desta quarta-feira, 25, e aguarda votação em plenário. Se aprovado, o município terá prazo, a ser definido na regulamentação, para adaptar o portal institucional às novas exigências.

“Há desafios, mas a cidade tem avançado muito”, afirma Alexandre do Sindicato

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O vereador Alexandre do Sindicato, líder do governo na Camara Municipal de Campina Grande, afirmou nesta terça-feira (24) que a administração do prefeito Bruno Cunha Lima “tem muito o que mostrar” à população. A declaração foi dada à imprensa durante a abertura do ano legislativo na Casa de Félix Araújo.

Segundo o parlamentar, embora o município enfrente desafios, é necessário evidenciar as ações e investimentos que vêm sendo realizados. Ele destacou que há obras e projetos em andamento que, na avaliação dele, demonstram avanço da cidade.

Entre os exemplos citados estão a continuidade do Canal do Prado, a construção da ponte do Cruzeiro, a revitalização da Praça Coronel Antônio Pessoa, intervenções nas avenidas Plínio Lemos e Félix Araújo, além da entrega de escolas reconstruídas e a conclusão de uma Unidade Básica de Saúde no Aluízio Campos.

Alexandre também mencionou indicadores positivos, como a geração de empregos, e defendeu que a gestão municipal amplie a divulgação das ações consideradas estratégicas, reforçando o que classificou como agenda positiva da administração.

“O ano de 2026 começou da mesma forma que encerramos 2025”, lamenta Olimpio sobre a gestão municipal

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O vereador Olimpio Oliveira (Podemos) destacou, durante a abertura do ano legislativo na Câmara Municipal de Campina Grande, nesta terça-feira, 24, que os dois primeiros meses de 2026 estão sendo marcados por um cenário igual ou até pior que o quadro da cidade em 2025, no que se refere às crises que envolvem a gestão do Município.

De acordo com parlamentar, o momento “é desafiador” para o poder legislativo e sobre como a Casa deverá atuar na defesa da população, sobretudo diante do contexto que Campina Grande enfrenta diante da persistência de problemas que marcam severamente a administração.

“Chegamos a 2026 e os problemas seguem como no ano passado, infelizmente. Algumas categorias ainda sem receber os salários de fevereiro; mais de dez meses de atrasos nas subvenções sociais das entidades; o 14º salário da Educação nem se fala em pagar, dentre outras situações”, ponderou o vereador.

Olimpio Oliveira também afirmou que existe um desafio interno na Câmara Municipal, que é fazer com que os projetos de leis relevantes propostos pelos parlamentares sejam destravados na Comissão de Constituição e Justiça, a fim de que possam ser encaminhados para a apreciação do plenário.

Sargento Neto propõe Título de Cidadão Paraibano para o senador Flávio Bolsonaro

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O deputado estadual Sargento Neto (PL) apresentou, na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), projeto de lei que concede o Título de Cidadão Paraibano ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A proposta reconhece a atuação política do parlamentar no cenário nacional e sua vinculação com pautas de perfil conservador, destacadas pelo autor como alinhadas a valores defendidos por parcelas da sociedade paraibana.

Na justificativa, o deputado afirma que o senador “tem se destacado na vida pública nacional pela defesa de valores fundamentais à sociedade brasileira”, com ênfase em agendas associadas ao conservadorismo político, à segurança pública, à família e a princípios tradicionais.

O autor frisa que essa atuação conferiu a Flávio projeção e reconhecimento em diferentes regiões do país, inclusive na Paraíba.

Neto argumenta ainda que, embora não possua vínculo de naturalidade com o Estado, Flávio Bolsonaro exerce mandato de alcance nacional e participa de debates e decisões com repercussão direta sobre toda a federação.

Segundo a justificativa, a homenagem se justifica porque sua atuação parlamentar “ultrapassa os limites geográficos de seu estado de origem e alcança todo o território brasileiro”, incluindo os interesses do povo paraibano.

Com Blog do Max Silva.