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Operação da Polícia Civil prende integrantes de grupo criminoso no Vale do Mamanguape

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Uma operação da Polícia Civil em Campina Grande, na manhã desta quinta-feira (26), resultou na apreensão de uma metralhadora .50, arma de uso exclusivo das Forças Armadas e de algumas instituições de segurança.

A apreensão foi feita no bairro da Palmeira, por equipes da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e o Grupo de Operações Especiais (GOE).

A Polícia Civil ainda vai divulgar detalhes de quem estaria de posse do armamento, que é capaz de perfurar blindagens e até derrubar aviões. Este tipo de arma é utilizada por organizações criminosas em ações de roubo a carro-forte e agências bancárias.

 

Prefeitura de Niterói (RJ) vai custear traslado de brasileira morta em vulcão da Indonésia

Após ser resgatado na manhã desta quarta-feira (25),o corpo da brasileira Juliana Marins, morta após cair em uma cratera enquanto fazia trilha em um vulcão na Indonésia no sábado (21), será trazido ao Brasil com ajuda da Prefeitura de Niterói.

A informação foi confirmada pelo prefeito de Niterói (RJ). Nas redes sociais, ele afirmou entrou em contato com a família de Juliana e confirmou a ajuda financeira. “Que Deus conforte o coração da família linda de Juliana e todos seus amigos e amigas”, afirmou em uma rede social.

Nascida em Niterói (RJ), Juliana Marins tinha 26 anos e era publicitária. Desde a madrugada de sábado (21), ela estava isolada em um penhasco no Monte Rinjani, na Indonésia. A turista se acidentou durante uma trilha na região de Cemare Nunggal, em Lombok.

De acordo com as equipes locais, o resgate foi dificultado devido ao terreno íngreme e às condições climáticas dos últimos dias.

Na terça-feira (24), a família informou que Juliana foi encontrada sem vida pelas equipes de resgate.

Com informações do Portal Correio.

Jumentos no Brasil enfrentam risco de extinção após queda de 94% na população

A demanda chinesa pelo colágeno encontrado logo abaixo da pele dos jumentos tem provocado uma redução drástica da população desses animais em diversos países nas últimas duas décadas, inclusive no Brasil.

Aqui, mais de um milhão de animais foram abatidos entre 1996 e 2025, diminuindo o número de jumentos brasileiros de 1,37 milhão para pouco mais de 78 mil, uma redução de 94%, conforme as estimativas de entidades como a Frente Nacional de Defesa dos Jumentos.

Mantido o ritmo atual de abates, a espécie “não chegaria a 2030” no Brasil, diz Pierre Barnabé Escodro, professor de Medicina Veterinária, Inovação e Empreendedorismo da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

“O jumento está em risco de extinção em vários países. No Egito ele praticamente não existe mais, em várias outras partes da África. Por isso o movimento pela conservação hoje é global”, afirma Escodro.

Jovem de Pocinhos morre após grave acidente

Gleidson Silva, morador do bairro Ivo Benício, em Pocinhos, no Agreste da Paraíba, faleceu na tarde desta quarta-feira (25), no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.

O jovem sofreu um grave acidente na tarde da terça-feira (24), quando retornava para casa conduzindo o carro de um amigo. Ele perdeu o controle do veículo e colidiu contra a mureta de uma cisterna, sofrendo ferimentos graves.

Gleidson era estudante e integrava uma banda de fanfarra na cidade.

Projeto de Alexandre do Sindicato determina que reuniões dos conselhos municipais sejam gravadas e transmitidas ao vivo

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O vereador Alexandre do Sindicato protocolou um projeto de lei na Câmara Municipal de Campina Grande que torna obrigatória a transmissão, em tempo real, das reuniões dos conselhos municipais. A proposta prevê ainda que as gravações fiquem permanentemente disponíveis em meio digital, preferencialmente por meio de canais no YouTube próprios de cada conselho.

O texto estabelece que, em caso de impossibilidade técnica justificada, a reunião deverá ser integralmente gravada e publicada no canal do respectivo conselho em até 24 horas, sendo obrigatória a justificativa registrada em ata. Além disso, as credenciais de acesso às plataformas devem ser transferidas para os sucessores das diretorias, assegurando a continuidade da transparência. A proposta também permite que os conselhos celebrem parcerias para utilizar ambientes com estrutura adequada às transmissões.

Na justificativa, o parlamentar ressalta a importância da medida para a democratização da informação e a efetivação dos princípios constitucionais. “Vivemos em um contexto em que os avanços tecnológicos tornam plenamente viável — e, mais que isso, exigível — que as atividades públicas sejam acessíveis de forma ampla, irrestrita e transparente”, afirmou Alexandre. Ele também destacou que a iniciativa tem amparo na Constituição Federal e na Lei de Acesso à Informação, além de não representar custos significativos para os conselhos.

O projeto fixa um prazo de 45 dias, a partir da publicação da lei, para que os conselhos se adequem às novas exigências. O descumprimento poderá resultar em sanções administrativas e denúncias ao Ministério Público. Segundo o autor, a medida fortalece os espaços de controle social e garante maior participação da sociedade na formulação e fiscalização das políticas públicas.

Projeto de Olimpio Oliveira corrige distorções no 14° salário da Educação em Campina Grande

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O vereador Olimpio Oliveira apresentou um projeto de emenda à Lei Complementar nº 072/2013 que visa ampliar o alcance do pagamento do décimo quarto salário aos profissionais e trabalhadores da educação da rede pública municipal de Campina Grande. A proposta recebeu a subscrição de dez parlamentares e altera o artigo 1º da legislação, incluindo um novo parágrafo e suprimindo outro que limitava o benefício.

Pelo texto atual, apenas os profissionais lotados em escolas que aumentaram em pelo menos 20% o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em relação à aferição anterior têm direito ao pagamento extra. Com a emenda, o benefício passará a ser garantido também àqueles que atingirem a meta do Ideb estabelecida pelo Ministério da Educação, mesmo sem alcançar o aumento percentual exigido anteriormente.

Na justificativa da proposta, Olimpio Oliveira argumenta que a regra atual tem sido injusta e desestimulante. “Se por um lado é justo premiar os profissionais que elevam em 20% o índice, é igualmente justo premiar os profissionais das escolas que tanto fazem para atingir este índice”, destacou. O vereador também apontou que, segundo dados da própria prefeitura, das 106 escolas municipais, apenas nove receberam o 14º salário no último ano, embora quinze tenham alcançado a meta do Ideb.

O parlamentar defende que a mudança promoverá maior equidade no reconhecimento dos esforços dos profissionais da educação, valorizando aqueles que já conseguem atingir os padrões exigidos e incentivando o aprimoramento contínuo do ensino público na cidade.

Meia-entrada para acompanhantes de idosos é tema de PL de Anderson Pila em Campina Grande

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Com o objetivo de promover a inclusão social e garantir o acesso pleno de idosos a atividades culturais, esportivas e de lazer, o vereador Anderson Pila protocolou na Câmara Municipal de Campina Grande um requerimento que propõe a ampliação do benefício da meia-entrada para acompanhantes de pessoas idosas. A proposta tem como base o Estatuto do Idoso (Lei Federal nº 10.741/2003) e se aplica a eventos realizados no município.
Atualmente, Campina Grande conta com uma população idosa superior a 70 mil habitantes. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aproximadamente 23% desses idosos apresentam algum tipo de deficiência ou dificuldade de locomoção, o que impacta diretamente sua participação em eventos. Esses dados reforçam a justificativa apresentada por Anderson Pila para protocolar o projeto de lei (PL), que garante o direito à meia-entrada também aos acompanhantes.
O Projeto de Lei, protocolado na Câmara de Vereadores, na Casa Félix Araújo, dispõe que:
Parágrafo único:

O acompanhante do idoso deverá ser, necessariamente, um familiar ou pessoa de confiança, que se responsabilize pela assistência ao idoso durante a realização do evento, com a finalidade de garantir sua inclusão social e acessibilidade.
Em nota, o vereador Anderson Pila defendeu: “O acompanhante se torna uma figura essencial para que o idoso possa usufruir plenamente dos benefícios da cultura, do esporte e do lazer.”
O PL apresentado também prevê penalidades para o descumprimento da norma. Segundo o Artigo 6º, o não cumprimento do disposto sujeitará o infrator às sanções administrativas cabíveis, incluindo:
I – Advertência;
II – Multa, no valor de R$ 50,00 a R$ 300,00 (UFMC), conforme a reincidência;

III – Impedimento de participação em licitações ou parcerias públicas, em caso de reincidência.

A fiscalização ficará a cargo do Procon Municipal, responsável também pela arrecadação das multas, que deverão ser destinadas ao Fundo Municipal do Idoso (FMI).

Ele ainda destacou que o direito à cultura e ao lazer está garantido na Constituição Federal de 1988 e em tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário, como a Convenção Interamericana sobre a Proteção dos Direitos Humanos dos Idosos.
Com isso, a proposta busca não apenas corrigir uma lacuna existente, mas também promover a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida da população idosa, contribuindo para a construção de uma cidade mais justa e acessível para todos.

Jô Oliveira cobra sanção de leis aprovadas em 2024 e denuncia descaso do Executivo: “Fazemos leis, mas elas não são cumpridas”

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Durante a Sessão Ordinária desta quarta-feira (25), na Câmara Municipal de Campina Grande, a vereadora Jô Oliveira (PCdoB) fez um duro pronunciamento cobrando do Executivo municipal o respeito às atribuições do Legislativo. A fala da parlamentar destacou a falta de retorno da Prefeitura aos pedidos de informação e, principalmente, a ausência de sanção de leis que foram aprovadas ainda em 2024.

“Eu entendo que essa casa tem uma tarefa. A gente faz os nossos requerimentos, a gente faz os nossos projetos de lei, a gente traz aqui para o debate para os colegas, a gente tenta inclusive nesse processo entendendo o papel que essa casa tem, mas vejam: todos esses são pedidos de informação que fizemos à Prefeitura e apenas dois tiveram retorno. E aí eu pergunto: qual é o papel dessa casa? Qual é a função que nós temos aqui?”, questionou Jô em plenário.

A vereadora também criticou diretamente a omissão do prefeito Bruno Cunha Lima diante de leis aprovadas no ano passado. Segundo ela, a falta de manifestação do chefe do Executivo é mais uma forma de esvaziar o trabalho legislativo.

“Nós temos leis aprovadas desde o ano passado (2024) que até o presente momento não foram aprovadas pelo prefeito Bruno Cunha Lima. A casa, ela tem um papel uma vez passado o prazo do período de manifestação do prefeito. Então estou aqui para pedir a essa casa que a gente possa ter medidas que possam garantir que os debates que fazemos aqui, que as leis que fazemos também possam ser cumpridas.”

A declaração de Jô reacende o debate sobre o cumprimento dos prazos legais e o respeito às decisões do Legislativo. A parlamentar concluiu pedindo à Câmara que adote medidas firmes para que o trabalho feito no plenário não seja ignorado pelo Executivo.

TRE-PB determina cassação de prefeito, vice e vereador de Cabedelo

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Uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), proferida nesta quarta-feira (25), determina a cassação do prefeito de Cabedelo, André Coutinho (Avante), da vice-prefeita, Camila Holanda (PP), e do vereador Márcio Alexandre (União Brasil), que foram eleitos nas eleições de 2024.

A sentença foi proferida pela juíza da 57ª Zona Eleitoral, Thana Michelle Carneiro Rodrigues, e também determina a inelegibilidade do ex-prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo Castelliano, por oito anos.

A decisão tem como base uma ação do Ministério Público Eleitoral (MPE) após investigação feita pela Polícia Federal e o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), que aponta uso de recursos públicos para favorecimento eleitoral, além de suspeitas de formação de organização criminosa, ameaça, coação ao voto, lavagem de dinheiro e peculato.

O prefeito de Cabedelo, André Coutinho, informou, por meio de uma nota, que irá recorrer da decisão do TRE-PB. Ele justificou que não concorda com a “narrativa e as conclusões nelas inseridas” e que seguirá o seu mandato respeitando a vontade dos cidadãos que o elegeram. Confira abaixo a nota na íntegra.

“Diante de recente decisão proferida pela juíza da 57ª Zona Eleitoral, venho, na condição de prefeito de Cabedelo, reafirmar meu compromisso com a transparência, a responsabilidade institucional e o respeito à vontade soberana do povo cabedelense, expressiva nas urnas. Porém, por não concordar com a narrativa e as conclusões nela inseridas, apresentarei recurso confiando plenamente na sua reforma.

A todos os cabedelenses reafirmo que continuaremos exercendo plenamente o nosso mandato legitimamente conferido pelo povo de Cabedelo e que não haverá qualquer alteração ou problemas na continuidade da gestão municipal até o julgamento do último recurso, quando a verdade será restabelecida.

Cabedelo está acima de tudo, e meu compromisso com a cidade e com cada cidadão permanece inabalável”.

 

Governo envia ao Congresso projeto de lei que aumenta pena para furto e receptação de celulares

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O governo federal enviou nesta quarta-feira (25) para o Congresso Nacional o projeto de lei que aumenta as penas para quem furta celular e para quem recebe os telefones roubados ou furtados para vendê-los depois — o receptador.

O texto foi preparado pelo Ministério da Justiça e estava em análise na Casa Civil desde o final de março. Nesta manhã, a mensagem presidencial formalizando o envio foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

A decisão de enviá-lo ao Congresso foi tomada nesta terça (24) em reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e auxiliares jurídicos.

O que diz o texto

O projeto de lei prevê:

A criação de uma nova hipótese de furto qualificado, para quando esse crime for praticado em benefício de terceiro (um mandante) mediante pagamento ou como parte de um negócio (furtar para vender depois).

O furto qualificado tem pena maior, de 2 a 8 anos de prisão, enquanto o furto simples tem pena de 1 a 4 anos e não dá cadeia;

A criação de uma nova hipótese de receptação qualificada, com aumento de 33% a 50% da pena quando o produto receptado for celular para ser vendido depois.

Nesses casos, a pena poderá chegar a 12 anos de prisão — a máxima hoje é de 8 anos.

A proposta do governo não prevê mudar a pena para roubo de celular. O roubo tem pena de 4 a 10 anos de prisão, que pode ser aumentada em até dois terços (66%) em várias situações, como quando o crime é praticado com uso de arma de fogo. Assim, as penas para roubo já são consideradas altas.

A diferença entre furto e roubo é que, no furto, o criminoso toma o objeto sem cometer violência ou grave ameaça. O projeto de lei ataca o furto de celular porque a pena desse tipo de crime, em geral, é branda.

Como PEC da Segurança propõe combater facções, roubo de celulares, ‘cangaço’ e feminicídio

Vilão da insegurança

O Ministério da Justiça identifica o furto e o roubo de celular como um dos principais problemas da segurança pública hoje, responsável por aumentar a sensação de insegurança.

Segundo a pasta, os criminosos têm interesse nos aparelhos não apenas para vendê-los, mas também porque usam os aplicativos e os dados pessoais das vítimas para fazer Pix, estelionatos e outros crimes no mundo digital.

O projeto enviado agora ao Congresso visa atingir criminosos com perfil semelhante aos da quadrilha da “mainha do crime”, uma mulher que foi presa em São Paulo em fevereiro deste ano depois que dois homens em uma moto mataram um ciclista para levar o celular dele.

Segundo a polícia paulista, ela emprestava bolsas de entregador e outros equipamentos para motociclistas fingirem que estavam trabalhando e praticarem crimes. Ela pagava aos ladrões e ficava com os celulares furtados e roubados para depois vendê-los.

O Congresso não tem uma data para votar o projeto que eleva as penas de furto e receptação. O texto precisa passar pela Câmara e pelo Senado antes de virar lei.

Com informações do Cariri In Foco.