O dia 29 de dezembro marca uma data histórica para a causa animal no Brasil. Há exatamente 20 anos, Campina Grande se tornava o primeiro município do país a abolir o sacrifício de animais sadios, prática que até então era legalmente adotada no Centro de Zoonoses da cidade.
A mudança foi garantida com a entrada em vigor da Lei nº 4.348, de 29 de dezembro de 2005, de autoria do então vereador Olimpio Oliveira. A legislação proibiu a eutanásia de cães e gatos apreendidos que não fossem resgatados por seus tutores dentro de um prazo determinado.
Antes da lei, dados apontam que cerca de 700 animais eram sacrificados anualmente em Campina Grande. Com a nova norma, a cidade deu um passo decisivo na defesa da vida animal e na construção de políticas públicas mais humanizadas.
“Foi um marco histórico. Um ato em defesa da vida e o fim de um extermínio que era legalizado. Há 20 anos, nosso mandato disse basta a essa monstruosidade”, relembrou Olimpio Oliveira.
Exemplo seguido em todo o país
O impacto da legislação campinense ultrapassou os limites do município. O pioneirismo serviu de base para que outros municípios brasileiros adotassem medidas semelhantes, anos antes de o país contar com uma legislação nacional proibindo a matança de cães e gatos nos centros de zoonoses.
Para Olimpio, a conquista segue sendo motivo de orgulho. “É uma vitória que emociona e dá sentido ao mandato. Cada defensor da causa animal que caminhou conosco tem parte nessa história”, destacou.
Apesar dos avanços, o parlamentar ressalta que os desafios na proteção animal ainda existem, mas reforça que conquistas como essa precisam ser celebradas como símbolos de avanço civilizatório.
O dia 29 de dezembro marca uma data histórica para a causa animal no Brasil. Há exatamente 20 anos, Campina Grande se tornava o primeiro município do país a abolir o sacrifício de animais sadios, prática que até então era legalmente adotada no Centro de Zoonoses da cidade.
A mudança foi garantida com a entrada em vigor da Lei nº 4.348, de 29 de dezembro de 2005, de autoria do então vereador Olimpio Oliveira. A legislação proibiu a eutanásia de cães e gatos apreendidos que não fossem resgatados por seus tutores dentro de um prazo determinado.
Antes da lei, dados apontam que cerca de 700 animais eram sacrificados anualmente em Campina Grande. Com a nova norma, a cidade deu um passo decisivo na defesa da vida animal e na construção de políticas públicas mais humanizadas.
“Foi um marco histórico. Um ato em defesa da vida e o fim de um extermínio que era legalizado. Há 20 anos, nosso mandato disse basta a essa monstruosidade”, relembrou Olimpio Oliveira.
Exemplo seguido em todo o país
O impacto da legislação campinense ultrapassou os limites do município. O pioneirismo serviu de base para que outros municípios brasileiros adotassem medidas semelhantes, anos antes de o país contar com uma legislação nacional proibindo a matança de cães e gatos nos centros de zoonoses.
Para Olimpio, a conquista segue sendo motivo de orgulho. “É uma vitória que emociona e dá sentido ao mandato. Cada defensor da causa animal que caminhou conosco tem parte nessa história”, destacou.
Apesar dos avanços, o parlamentar ressalta que os desafios na proteção animal ainda existem, mas reforça que conquistas como essa precisam ser celebradas como símbolos de avanço civilizatório.



