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PM encerra vaquejada com aglomeração de pessoas e evento de rua que reuniu centenas de jovens no Busto de Tamandaré

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Um homem foi detido suspeito de organizar uma vaquejada com aglomeração de pessoas em um sítio localizado no município de Logradouro, no Agreste da Paraíba. O fato aconteceu no último sábado (29). A Polícia Militar não soube informar a quantidade exata de participantes, mas encerrou o evento por conta do risco de contaminação da Covid-19.

O município de Logradouro está classificado na bandeira de cor amarela no plano do Governo do estado que monitora a situação epidemiológica na Paraíba. A sinalização, portanto, proíbe a realização desse tipo de evento.

Quando a polícia chegou ao local, dispersou a aglomeração e encaminhou um homem até a delegacia. Ele é suspeito de infringir uma determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa, com pena que pode chegar a detenção de um ano e multa.

João Pessoa

Já no Busto de Tamandaré, na capital, a Polícia Militar precisou dispersar centenas de jovens que se aglomeraram neste domingo (30) para participarem de um evento de dança. O fato teve destaque no programa “Fantástico” da rede Globo de televisão.

DA REDAÇÃO COM INFORMAÇÕES DO G1 PB

Justiça diz que CRM não tem competência para interditar unidade e determina reabertura do Ortotrauma de JP

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A Justiça suspendeu a interdição ética e autorizou a reabertura do Hospital de Ortotrauma de Mangabeira, em João Pessoa. Conforme a decisão tomada pelo juiz Manuel Maia de Vasconcelos Neto, neste domingo (30), o Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) não tem competência para interditar a unidade hospitalar. A unidade de saúde foi interditada eticamente pelo CRM-PB na última sexta-feira (28) por falta de condições de trabalho aos médicos que trabalham no local. A interdição começou a valer a partir da 0h do sábado (29).

Na decisão, o juiz destaca que de acordo com a lei n. 3.268, de 30 de setembro de 1957, os Conselhos de Medicina, não podem interditar, de forma cautelar ou definitiva, estabelecimentos hospitalares.

O CRM informou que não concorda com a decisão, mas vai cumpri-la. Disse também que entrará em contato com o juiz para explicar que a unidade não foi totalmente interditada. Conforme o presidente do órgão, Roberto Magliano, a recomendação é de que o hospital apenas não faça novas admissões porque não possui condições de receber novos pacientes.

Para o procurador-geral do município, Adelmar Régis, a Justiça reconheceu que o procedimento pode causar danos à saúde dos pacientes. “O juiz afirma que, ao interditar eticamente as atividades do Trauminha, o CRM está atentando contra a própria política de saúde” , pontuou.

COM INFORMAÇÕES DO G1 PB

Campina Grande chega a triste marca de 300 mortos por Covid-19; Estado ultrapassa 2.400 óbitos

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Trezentas vidas que se vão. Trezentas famílias enlutadas pela dor da perda de um ente querido. Campina Grande chegou neste sábado (29), de acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde, a 300 mortes por Covid-19. O avanço das mortes, felizmente, é pequeno, porém, a triste marca causa reflexão em um cenário de pandemia que apesar de melhor, se comparado a algumas semanas, ainda é incerto. A Rainha da Borborema já registrou, segundo o município, 11.544 casos. Desse número, 11.120 pacientes já estão recuperados.

Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, o número de casos na Rainha da Borborema é maior. Seriam 12.287 casos. Também neste sábado o Estado divulgou o registro de mais 728 casos e mais sete mortes nas últimas 24h. Agora o Estado tem 105.531 casos confirmados e 2.422 óbitos.

A ocupação dos leitos reservados para a doença é de 30% em toda a Paraíba.

CRM interdita Trauminha; Falta de médicos, material cirúrgico e até o aparecimento de baratas estão entre os problemas

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O CRM-PB interditou eticamente o Complexo Hospitalar de Mangabeira Governador Tarcísio Burity – Ortotrauma, o Trauminha. Na manhã desta sexta-feira (27), o diretor de fiscalização do CRM-PB, João Alberto Pessoa, esteve novamente no hospital e informou oficialmente à direção do hospital sobre a decisão tomada durante a reunião plenária após a avaliação conjunta do relatório da vistoria realizada na segunda-feira (24). O presidente do CRM-PB, Roberto Magliano, e o diretor João Alberto anunciaram a decisão do Conselho em uma entrevista coletiva à imprensa, no final da manhã desta sexta (28), na sede do CRM-PB, em João Pessoa.

A interdição tem início a zero hora deste sábado (29) e, com isso, não poderão ser admitidos novos pacientes. No entanto, os pacientes internados continuam recebendo atendimento médico até que tenham alta hospitalar. Nos últimos quatro anos, o CRM-PB já realizou dez fiscalizações no Trauminha e constatou que poucas melhorias foram realizadas e grande parte dos problemas se agravaram. 


Na última fiscalização realizada no dia 24 de agosto, a equipe do CRM-PB observou 16 inconformidades graves. O hospital apresenta inúmeros problemas que comprometem o ato médico, como a falta de médicos na escala, de medicamentos básicos e de material cirúrgico. No consultório médico falta maca para examinar o paciente e, nas enfermarias, pacientes com cirurgia infectada ficam no mesmo local que os pacientes com cirurgia limpa. Há também relatos de cirurgias que demoram mais de sete dias para serem realizadas.


Além disso, a unidade apresenta problemas sérios em sua estrutura física, como precárias condições de higiene dos quartos e banheiros, com a presença constante de baratas, infiltrações, mofo, buracos no piso e nas paredes, banheiros sem funcionar, cadeiras de rodas e de banho quebradas, falta de privacidade, além da falta de lençóis, travesseiros e colchões. Por falta de ventilação adequada, os acompanhantes levam ventiladores de casa.


“O CRM-PB reconhece a importância da unidade, principalmente por ser um hospital voltado para o atendimento de urgência. No entanto, entendemos que o hospital traz grande risco para o atendimento à população e ao exercício profissional da Medicina por apresentar tantas inconformidades. Em reunião colegiada no CRM-PB fomos favoráveis à interdição ética, com a suspensão de novas internações até que os principais problemas sejam resolvidos”, afirmou o presidente do CRM-PB, Roberto Magliano de Morais.


Ele ressaltou que o relatório elaborado pelo Departamento de Fiscalização do CRM-PB foi encaminhado à direção técnica do Complexo Hospital de Mangabeira, à Secretaria de Saúde de João Pessoa, à Promotoria de Justiça, à Vigilância Sanitária e ao Conselho Regional de Enfermagem.

Principais inconformidades encontradas no Trauminha:
1 – Escala médica incompleta, especificamente nos sábados e domingos, tendo apenas um médico para atender sozinho as salas vermelha e verde, além da urgência

2 – Falta de medicamentos (Antibióticos, Anti-inflamatórios, Anticoagulantes)

3 – Falta de material cirúrgico (Telas, órteses, próteses, gazes, luvas, drenos, campo cirúrgicos, roupas, fios cirúrgicos)

4 – Quantidade insuficiente de equipamentos para atender a demanda (capnógrafos, monitores e respiradores)

5 – Ambiente inseguro (relatos de agressão e de consumo de substâncias ilícitas no interior da unidade)

6 – Consultório médico sem maca para examinar paciente

7 – Pacientes com cirurgia infectada na mesma enfermaria de pacientes com cirurgia limpa

8 – Mais de sete dias para a realização de cirurgias

9 – Leitos sem lençóis
 

10 – Falta de higiene nos quartos e banheiros, com mofo e presença de insetos

11 – Estrutura física das enfermarias em péssimas condições, com banheiros necessitando de reparos

12 – Iluminação insuficiente nas enfermarias para a realização de procedimentos técnicos

13 – Falta de privacidade (Apesar das enfermarias estarem separadas por sexo, os acompanhantes são, na grande maioria, do sexo oposto)

14 – Cadeiras de rodas para transporte dos pacientes com defeitos

15 – Enfermarias sem ventilação, sendo utilizado grande números de ventiladores levados pelos acompanhantes

16 – Leitos com defeitos (camas sem elevação de cabeceiras)

Governo divulga protocolo para retorno das aulas presenciais na Paraíba

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), divulgou nesta sexta-feira (28) o protocolo do novo normal para o segmento de educação. O documento traz recomendações e orientações técnicas e legais referentes à prevenção e ao controle da Covid-19 nos estabelecimentos escolares. A existência deste protocolo sanitário dedicado ao setor não determina sua abertura.

O retorno das aulas referentes ao ano letivo de 2020 ainda é um tema de extrema preocupação para as instituições responsáveis pelo enfrentamento direto da Covid-19. De acordo com o secretário de Saúde, Geraldo Medeiros, o Estado está iniciando um processo de inquérito sorológico em dois mil lares paraibanos que têm crianças e jovens, entre três e 17 anos, que convivem com pessoas com risco. O intuito é estudar o cenário para desenhar de que forma começará esse retorno das atividades.

“Esse é um segmento o qual temos que ter prudência. Após o resultado desse inquérito sorológico, nós teremos uma definição da abertura das aulas presenciais. A Secretaria de Saúde acredita na ciência e acha que este não é o momento ideal para a abertura”, pontua.

Como forma de preparação para um eventual retorno no futuro, foi desenvolvido um protocolo sanitário com recomendações a serem seguidas por estudantes e funcionários dentro das instituições de ensino. As ações básicas do documento são: realizar capacitações com os docentes, técnico-administrativos, prestadores de serviços e colaboradores que estarão em atendimento aos alunos e ao público em geral; compartilhar informações claras, concisas e precisas sobre a Covid-19, normalizar a comunicação sobre medo e ansiedade e promover estratégias de autocuidado não apenas para os alunos e suas famílias, mas também para os professores e outros funcionários da escola; estimular o método de ensino não presencial.

O protocolo do novo normal para o segmento de educação traz orientações de distanciamento social, higiene pessoal, limpeza e higienização de ambientes e o monitoramento das condições de saúde para os estudantes e funcionários. Também traz algumas ações específicas para os subsetores da educação infantil, do ensino fundamental, médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA), e do ensino superior, profissional e complementar. Por exemplo, para a educação infantil, uma das recomendações é fazer intervalos intercalados entre as turmas para reduzir a quantidade de crianças em um mesmo espaço. De forma geral, o uso da máscara dentro das instituições de ensino é obrigatório, bem como a higienização das mãos ao entrar no estabelecimento.

Este protocolo sanitário foi elaborado por um Grupo Técnico (GT) formado por representantes da SES, Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia (SEECT), Ministério Público, Tribunal de Contas, escolas particulares, sindicatos e conselhos. O documento pode ser acessado na íntegra em: https://paraiba.pb.gov.br/diretas/saude/coronavirus/arquivos/protocolo-novo-normal-educacao-2.pdf.

Botafogo-PB empata e sai da zona de rebaixamento na Série C; Treze joga amanhã

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O Botafogo-PB visitou a Jacuipense da Bahia nesta sexta-feira (28) e conseguiu um importante ponto ao empatar pelo placar de 1 a 1 no Estádio Pituaçu. Os gols da partida foram marcados por Ramon (Botafogo) e Rafael Bastos. O Belo até saiu na frente, marcando aos oito minutos da etapa inicial. Depois do gol o time abriu mão da posse de bola e viu a Jacuipense crescer e empatar o confronto na etapa final, com gol de falta de Rafael Bastos.

O time paraibano segue sem vencer na Série C 2020 (Dois empates e duas derrotas), mas deixou, pelo menos temporariamente, a zona de rebaixamento. Agora o Belo é o oitavo colocado do Grupo A, uma posição acima da zona, com dois pontos. Já a Jacuipense está na quarta posição com quatro pontos. Na próxima rodada, o Botafogo encara o Imperatriz no Maranhão. Já a Jacuipense viaja para encarar o Paysandu na Curuzu.

Treze

O atual campeão paraibano é o último colocado do Grupo A e ainda não somou pontos. São dois jogos e duas derrotas. Neste domingo (30), o alvinegro de Campina Grande encara o Ferroviário (CE) no Estádio Amigão, a partir de 20h, e tenta a reabilitação.

FOTO RENAN OLIVEIRA/ASCOM JACUIPENSE

Lucas Ribeiro é oficializado como pré-candidato a vice-prefeito pelo grupo do prefeito Romero Rodrigues

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O vereador Lucas Ribeiro (Progressistas) foi anunciado nesta sexta-feira (28), através de live, como pré-candidato a vice-prefeito de Campina Grande pelo grupo situacionista. Na live de anúncio, Lucas apareceu ao lado do pré-candidato a prefeito Bruno Cunha Lima e do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, ambos do PSD. Lucas é neto do atual vice-prefeito de Campina Grande, Enivaldo Ribeiro, e filho da senadora Daniella Ribeiro (Progressistas), que também participou do evento e comemorou a manutenção da aliança com o PSD.

Este ano, as convenções partidárias aconteceu entre segunda-feira (31) e o dia 16 de setembro. Já as eleições serão realizadas em dezembro, nos dias 15 e 29.

“É com bastante entusiasmo que comunico, oficialmente, minha pré-candidatura a vice-prefeito ao lado do meu grande parceiro de vida pública, Bruno Cunha Lima”, disse Lucas.

“Encaro mais esse desafio com bastante disposição e comprometimento, com a certeza de que posso contribuir para o desenvolvimento da minha amada Campina. Com foco no trabalho e na criação de oportunidades cada vez melhores para o nosso povo, aceito essa missão com a convicção de que posso desenvolver um bom trabalho diante do cargo que me foi proposto. Campina Grande é uma cidade de imenso potencial, principalmente pela força e capacidade de seu povo, que ainda tem muito a conquistar, com o auxílio de uma gestão qualificada e eficiente”, completou.

 

 

Vereador da base critica manutenção de sessões remotas na CMCG e cobra retomada de atividades presenciais “Parece que estamos nos escondendo da sociedade campinense, enquanto os trabalhadores estão nas ruas”

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O vereador Alexandre do Sindicato (PSD) cobrou firmemente, durante a sessão online da última quinta-feira (28), a retomada dos trabalhos presenciais na Câmara Municipal de Campina Grande, suspensos desde o mês de março em virtude da pandemia do coronavírus. Em sua fala, o parlamentar lembrou que os trabalhadores em geral estão de volta aos seus postos e alguns sequer tiveram o trabalho presencial suspenso.

Enquanto isso, o vereador Antônio Alves Pimentel Filho (PSD) disse que quem criticou a manutenção das sessões remotas “não tem o que fazer”. Já a presidente da Casa de Félix Araújo, vereadora Ivonete Ludgério (PSD), afirmou que apesar da retomada das sessões presenciais, marcada para 25 de setembro, vai continuar participando de casa e que o vereador que assim quiser poderá fazê-lo. Na última segunda-feira (24) ela esteve presente em uma “visita técnica” a unidades de saúde do Distrito de São José da Mata.  

 “Parece que nós estamos dentro de uma cúpula de proteção, distante da realidade que vive a sociedade. Não há justificativa mais para não termos sessões presenciais. Parece que estamos nos escondendo da sociedade campinense, enquanto os trabalhadores estão nas ruas. Nós nos orgulhamos de ser representantes do povo, mas não queremos viver a mesma angústia que vive o povo?”, questionou na sessão.

Alexandre ressaltou que a opinião pública de Campina Grande reprova a atuação do legislativo, o que se dá em detrimento daqueles parlamentares que, como ele, são atuantes, cumprem com suas obrigações, mantêm uma postura de produtividade, mas acabam julgados e condenados na vala comum da crítica.

 “A única coisa que tenho para mostrar é o meu trabalho de todos os dias. Não estamos nos reunindo na Câmara, mas estamos nas ruas, estamos em atos políticos, e como a população não vai criticar isso? E não justifica que, enquanto a população está nas ruas, trabalhando, a gente esteja como a cúpula real da Inglaterra, intocáveis”, afirmou.

Mesmo tendo sua fala sido objeto de críticas de alguns vereadores, Alexandre do Sindicato assegurou que mantém tudo o que disse, incluindo a reprovação pessoal à decisão de não retomar as sessões presenciais e o reconhecimento da legitimidade da indignação dos campinenses em relação à medida.

“Esse grupo esbanja as custas do povo”, dispara pré-candidato sobre postura de vereadores de CG

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O pré-candidato a prefeito de Campina Grande pelo PSL, Artur Bolinha, criticou duramente a forma como se desenvolve a relação entre os poderes legislativo e executivo historicamente na Rainha da Borborema e os custos que esse tipo de prática impõe à população.

Nesta sexta-feira, a imprensa local destacou amplamente a decisão dos vereadores de se manterem em sessões online, enquanto os trabalhadores, em sua maioria, retomaram as atividades presenciais.

Para Bolinha, boa parte dos que compõem o legislativo age de maneira completamente desconectada com a realidade e numa relação com o executivo que afeta a necessária independência dos poderes.

“É querer abusar da inteligência das pessoas. Além dos altos salários e da verba de gabinete, vereadores são beneficiados com dezenas de cargos na estrutura da prefeitura. Enquanto faltam recursos para ações básicas, esse grupo esbanja às custas do povo”, pontuou.

Legislativo de alto custo

De acordo com o Sagres do Tribunal de Contas do Estado, a CMCG gastou, no período de seis meses, mais R$ 2,8 milhões com pagamento dos salários de servidores, vereadores e quatro aposentados. Desde março os vereadores não realizam sessões presenciais.

Sine municipal de CG não vai atender nesta sexta-feira; entenda o porque

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O coordenador do Sine Municipal, André Toledo, informa aos trabalhadores, que não haverá atendimento ao público nesta sexta-feira (28). Isso porque o programa de capacitação do SINE Municipal, que foi suspenso no  mês de março, por conta da pandemia do coronavírus, vai recomeçar hoje, com a capacitação da equipe de colaboradores. O objetivo é oferecer um atendimento de excelência as pessoas que necessitam dos serviços oferecidos pelo Sine Municipal.

A professora Mayvonne Morais, da Uninassau é a responsável pela coordenação do treinamento, através do ‘Projeto Novo Sine CG-2020.

A turma de Marketing da Uninassau, realizou um trabalho de observação do atendimento que é feito no Sine. Os servidores já responderam um questionário, que foi apresentado a André Toledo, visando a melhoria de todos os serviços.

Exceção

Apenas um serviço vai funcionar no Sine hoje, de acordo com coordenador André Toledo. “Nós abriremos uma exceção para o preenchimento da vaga de Operador de Silk. O interessado deve ter Ensino Médio Completo e experiência de seis meses comprovado na Carteira de Trabalho”, disse.