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Hospital Regional de Cajazeiras nega possibilidade de falta de oxigênio

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Na noite desta quarta-feira 10 de março de 2021, foi veiculado um áudio onde é relatada uma suposta possibilidade de faltar oxigênio no Hospital Regional de Cajazeiras, Sertão. A informação não procede, segundo a Secretaria de Estado da Saúde. A direção do hospital se manifestou através de nota.

O Hospital Regional de Cajazeiras é porta de entrada e referência para urgência e emergência e, atualmente, também referência para casos graves de Covid-19, no Alto Sertão da Paraíba, e tem em suas instalações duas (2) usinas de oxigênio em funcionamento 24 horas por dia, sete dias por semana e 365 dias no ano.

Informamos também que, a terceira usina já segue em fase de construção para dar maior suporte a demanda da unidade hospitalar.

No dia de hoje (10/03/2021), o Hospital Regional de Cajazeiras conta com mais 13 torpedos de oxigênio, sendo que, no dia de amanhã, 11/03/2021, estaremos recebendo mais 40 unidades de torpedos de O², totalizando 53 torpedos.

Vale orientar a população que, esses 53 torpedos de oxigênio, são torpedos extras, e que serão utilizados em caso de alguma falha em uma das usinas, onde chamamos de backup.

Tranquilizamos a população sertaneja e, reforçamos que estamos supridos do produto em questão, e que não haverá prejuízo a saúde de nenhum paciente por falta de tal item.

A Direção do Hospital Regional de Cajazeiras, se coloca a disposição para quaisquer esclarecimentos.

Cajazeiras, 10 de março de 2021.

Família denuncia troca de corpos no Hospital Municipal Pedro I; Em nota, SMS diz que familiar errou no reconhecimento

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Uma família está denunciando a troca de corpos no Hospital Pedro I, no município de Campina Grande, no Agreste paraibano. Antônio Pereira de Lima, 63 anos, morreu de Covid na quarta-feira (10), e foi enterrado por uma outra família a uma distância de 50 quilômetros de sua residência. A prefeitura admite o equívoco, mas lembra que o erro partiu de um reconhecimento errado que foi feito por uma parente de outro paciente que havia morrido.

Antônio Pereira deu entrada no Hospital Pedro I com Covid, no dia 22 de fevereiro. No dia seguinte, o hospital deu alta informando que ele poderia ser tratado em casa com remédio. Dois dias depois, retornou ao hospital após tosse e falta de ar e acabou ficando internado. A comunicação ocorria apenas por telefone celular.

O quadro do paciente se agravou e ele morreu nesta quarta-feira. Quando chegou ao hospital descobriu que o corpo tinha sido enterrado pela família de Agostinho Alves dos Santos, que também morreu no local. Antonio Pereira foi enterrado por outra família, em Areia, no Agreste paraibano.

NOTA – Secretaria de Saúde de Campina Grande

A Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande traz esclarecimentos a respeito do episódio em que um familiar cometeu equívoco, ao fazer o reconhecimento do corpo de uma vítima da covid-19, no Hospital Municipal Pedro I.

A sobrinha do senhor Agostinho Alves dos Santos identificou o senhor Antônio Pereira de Lima como sendo o seu tio. A própria sobrinha assinou o termo de reconhecimento.

A Secretaria de Saúde reforça que o reconhecimento do corpo é um ato extremamente importante e de responsabilidade do familiar. A Secretaria acredita que a pessoa possa ter cometido o engano, em função do estado de emoção, ao reconhecer o corpo.

Para realizar o procedimento com segurança, a pessoa recebe Equipamentos de Proteção Individual e é acompanhada por um supervisor da unidade hospitalar.

A Secretaria de Saúde informa, ainda, que está tomando todas providências para que os corpos sejam entregues às suas respectivas famílias, para realização do sepultamento.

Por fim, a Secretaria se solidariza com os familiares e esclarece que vai abrir uma sindicância para apurar possíveis responsabilidades de servidores.

Com Click PB

Novo decreto estadual entra em vigor nesta quinta-feira; Veja regras

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Entram em vigor nesta quinta-feira (11) as determinações apontadas no novo decreto estadual com normas que objetivam a prevenção e não disseminação do novo coronavírus na Paraíba. O documento estabelece limitação no horário de funcionamento de estabelecimentos como bares e restaurantes, por exemplo, além de medidas de segurança sanitária.

Entre as determinações está a manutenção do toque de recolher das 22h às 5h, a suspensão das aulas presenciais nas escolas das redes públicas estadual e municipais e alterações nos horários de expediente nos setores do comércio e da construção civil. As medidas passam a vigorar entre os dias 11 e 26 de março nos municípios com bandeiras laranja e amarela.

Os bares, restaurantes e lanchonetes poderão ficar abertos entre as 6h e 16h e funcionar, após esse horário, apenas com delivery e takeaway até às 21h30 durante a semana. Nos fins de semana, que compreendem os dias 13,14,20 e 21, eles só poderão funcionar exclusivamente por delivery ou retirada do produto no estabelecimento pelo cliente.

As missas, cultos e cerimônias religiosas presenciais também seguirão suspensos no período, ficando asseguradas as atividades de preparação, gravação e transmissão das celebrações, bem como as ações de assistência social e espiritual, atendendo as recomendações sanitárias.

Comércio e construção civil

Os estabelecimentos do setor de serviços e o comércio poderão funcionar das 9h às 17h, podendo promover divisões de horário para permitir que os seus colaboradores possam começar e encerrar a jornada em horários diferentes e alternados. No sábado e domingo ficarão fechados, assim como os shoppings centers, galerias e centros comerciais que funcionarão durante a semana das 10h às 21h.

Já a construção civil terá seu expediente iniciado às 6h30 e encerrado às 16h30 durante a semana. Salões de beleza poderão atender das 9h às 17h e academias e escolinhas de esporte poderão funcionar até às 21h.

Repartições públicas

As atividades presenciais nos órgãos e entidades vinculadas ao Poder Executivo Estadual ficarão suspensas no período de vigência do decreto, à exceção das Secretarias de Saúde, Segurança e Defesa Social, Administração Penitenciária, Desenvolvimento Humano, Fazenda, Secretaria de Comunicação, Cagepa e Fundac.

Escolas

O novo decreto mantém a suspensão do retorno das aulas presenciais nas escolas das redes estadual e municipais de todo o estado, devendo ocorrer apenas de forma remota. Já as instituições privadas dos ensinos superior e médio funcionarão exclusivamente de forma virtual e poderão ofertar aulas em sistema híbrido nos ensinos fundamental e infantil, facultando aos pais e responsáveis a escolha de levar ou não as crianças às unidades educacionais.

 

Covid-19: Prefeito promete demitir servidores flagrados em aglomerações

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Classificado com bandeira laranja dentro do plano Novo Normal do governo da Paraíba, o município de Diamante, no Vale do Piancó, deverá passar por medidas rígidas quanto à prevenção à Covid-19.

É que o prefeito da cidade, Hermes Filho, declarou que demitirá servidores comissionados ou contratados por excepcional interesse público que forem flagrados em aglomerações.

A decisão do gestor foi anunciada através de uma circular que foi publicada esta semana nas redes sociais da prefeitura.

“Aplicaremos sanções mais duras ao funcionário público contratado por excepcional interrupção público ou comissionado do município de Diamante que estiver envolvido em aglomeração, o mesmo sem justificativa será demitido por justa causa” declarou o gestor.

Com PBHoje

Tragédia: mulher e bebê morrem após colisão entre caminhões na Paraíba

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Um acidente registrado na manhã desta quinta-feira (11) vitimou uma mulher e um bebê de apenas um ano e três meses. Na ocasião, dois caminhões colidiram na rodovia PB-057 entre as cidades de Mamanguape e Itapororoca, no Litoral Norte da Paraíba. A primeira vítima fatal foi a mãe, que ficou presa às ferragens e precisou ser retirada por equipes de resgate.

O bebê foi socorrido nos braços do pai quando equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegaram e prestaram atendimento. Contudo, no trajeto ao hospital Geral de Mamanguape foi constatado que a criança havia morrido.

Indícios apontam que o acidente ocorreu durante uma tentativa de ultrapassagem. No caminhão onde estavam as vítimas fatais haviam mais três pessoas – pai e dois filhos. Eles estariam de mudança.

O condutor do outro veículo não teve ferimentos. Ele carregava tijolos de cimento. Além do Samu, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar (PM) também estiveram no local.

A via foi interditada em razão do fato. Condutores foram orientados a buscar outras rotas até a desinterdição.

Com Portal T5

Responsáveis por festas clandestinas serão presos, avisa polícia

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Os organizadores de festas e outros eventos que promovam aglomerações em meio à pandemia serão presos pelas forças de Segurança Pública da Paraíba e deverão prestar esclarecimentos nas delegacias do Estado. Essa será a atuação da Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros para fazer valer as medidas do novo decreto estadual de combate ao avanço do coronavírus, que passa a vigorar a partir desta quinta-feira (11).

Quem testemunhar aglomeração deve ligar para o 190 ou 193. Outra opção é o aplicativo SOS Cidadão. “O CIOP continua sendo o canal de comunicação da sociedade, através do número 190, 193 e do aplicativo SOS Cidadão. Nós alertamos para o uso responsável do 190 e 193. Muita gente liga com informações incorretas, não verdadeiras, imprecisas. O atendente precisa de informações verdadeiras e corretas. E quem não se sentir bem atendido pode procurar a Ouvidoria e Corregedoria da Secretaria de Estado da Segurança e Defesa Social”, explicou o coronel Júlio César, coordenador do CIOP (Central Integrada de Operações Policiais), em entrevista ao portal ClickPB.

Ele também informou que, nos locais de aglomeração, as pessoas são identificadas e o autor da aglomeração é conduzido à delegacia. Os demais participantes da festa ou outro evento são liberadas e orientadas a ir para casa. “As pessoas são identificadas e o autor da aglomeração será conduzido à delegacia para lavratura do procedimento policial. Se forem identificados outros crimes, também serão conduzidas essas pessoas.”

Já em relação aos flagrantes de estabelecimentos abertos em horário ou outra condição não permitida, o procedimento é integrado. “Se for loja, acionamos a Vigilância Sanitária e o Procon-PB. Se for casa de show ou residência particular, nós enviamos a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.”

As pessoas presas em João Pessoa são conduzidas à Central de Polícia, no bairro do Geisel, e nos demais municípios elas são levadas às delegacias locais.

Ainda segundo o coronel Júlio César, “todo o efetivo da Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros estará atuando, sendo 2.500 profissionais por dia em serviço, em regime de escala.”

Com Click PB

Estabelecimentos são multados por descumprirem decreto em Campina Grande

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Pelo menos 10 estabelecimentos foram autuados e multados por descumprirem medidas impostas no decreto com medidas mais restritivas no combate à Covid-19, em Campina Grande, conforme o balanço divulgado pela prefeitura nesta terça-feira (9). Ao todo, 150 locais foram fiscalizados.

A multa, em caso do descumprimento dessas medidas, pode chegar até R$ 30 mil. O município não informou os valores cobrados a cada estabelecimento autuado.

Nesta semana, a Secretaria Municipal de Saúde lançou o disque denúncia para que a população informe sobre casos de aglomerações e descumprimento do decreto. O número é 0800-095-5126.

A força-tarefa é desenvolvida pela Gerência de Vigilância Sanitária (Gevisa), Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), Defesa Civil, Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP), Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), Guarda Civil Municipal e Polícia Militar.

Com G1 PB

Governador anuncia distribuição de 600 mil cestas básicas, isenção na tarifa de água para famílias pobres e grupo de empresas durante dois meses

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O governador João Azevêdo anunciou, nesta terça-feira (9), uma série de medidas sociais voltadas às famílias em situação de vulnerabilidade social e a segmentos afetados pela pandemia do coronavírus. As ações têm um amplo alcance e serão iniciadas de forma imediata em todo o Estado, assegurando, entre outras providências, a distribuição de 600 mil cestas básicas, a isenção do pagamento de tarifas de água, o reajuste de 42% no valor do Cartão Alimentação e o aumento das refeições nos restaurantes populares nos próximos dois meses. As medidas serão publicadas em edição suplementar do Diário Oficial desta terça (9).

O chefe do Executivo estadual anunciou que das 600 mil cestas básicas que serão distribuídas, 100 mil serão destinadas a pessoas em situação de vulnerabilidade social e segmentos mais afetados pela pandemia e 500 mil para os alunos da rede pública estadual nos meses de março e abril.

Ele também assegurou a isenção do pagamento das contas de água de 26 mil famílias cadastradas na Tarifa Social. A medida também irá contemplar bares, restaurantes, pizzarias, lanchonetes e sorveterias, cadastradas junto à Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) na razão social das empresas nos meses de março e abril. Durante 60 dias estará suspenso o corte de água por atraso de pagamento para consumidores residenciais, com consumo de até 10 metros cúbicos por mês.

João Azevêdo também determinou o reajuste em 42% no valor do Cartão Alimentação, que passará a ser de R$ 50,00 para as atuais 52 mil famílias beneficiárias do programa e a ampliação do atendimento dos Restaurantes Populares, passando, nesses dois meses, de 184 mil para 276 mil refeições. Também ampliou as ações de assistência social e segurança alimentar voltadas à população em situação de rua, com aumento de 50% no número de refeições diárias fornecidas.

A gestão estadual ainda irá adquirir 500 toneladas de alimentos e 60 toneladas de peixe da Agricultura Familiar que serão distribuídas com pessoas em situação de vulnerabilidade social.

As ações ainda contemplam a duplicação da destinação de recursos das ações do Projeto Acolher para atender as necessidades de custeio das Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) e a manutenção do parcelamento dos débitos do ICMS em até 60 meses.

Novo decreto mantém toque de recolher, fecha bares e restaurantes nos finais de semana e limita atuação do comércio

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A manutenção do toque de recolher das 22h às 5h, a suspensão das aulas presenciais nas escolas das redes públicas estadual e municipais e alterações nos horários de expediente nos setores do comércio e da construção civil estão entre as medidas que passam a vigorar entre os dias 11 e 26 de março nos municípios com bandeiras laranja e vermelha na Paraíba, conforme disciplina decreto publicado na edição desta quarta-feira (10) no Diário Oficial do Estado (DOE). As ações têm o objetivo de evitar aglomerações de pessoas e conter a disseminação do coronavírus no Estado.

Os bares, restaurantes e lanchonetes poderão ficar abertos entre as 6h e 16h e funcionar, após esse horário, apenas com delivery e takeaway até às 21h30 durante a semana. Nos fins de semana, que compreendem os dias 13,14,20 e 21, eles só poderão funcionar exclusivamente por delivery ou retirada do produto no estabelecimento pelo cliente.

As missas, cultos e cerimônias religiosas presenciais também seguirão suspensos no período, ficando asseguradas as atividades de preparação, gravação e transmissão das celebrações, bem como as ações de assistência social e espiritual, atendendo as recomendações sanitárias.

Comércio e construção civil – Os estabelecimentos do setor de serviços e o comércio poderão funcionar das 9h às 17h, podendo promover divisões de horário para permitir que os seus colaboradores possam começar e encerrar a jornada em horários diferentes e alternados. No sábado e domingo ficarão fechados, assim como os shoppings centers, galerias e centros comerciais que funcionarão durante a semana das 10h às 21h.

Já a construção civil terá seu expediente iniciado às 6h30 e encerrado às 16h30 durante a semana. Salões de beleza poderão atender das 9h às 17h e academias e escolinhas de esporte poderão funcionar até as 21h.

Repartições públicas – As atividades presenciais nos órgãos e entidades vinculadas ao Poder Executivo Estadual ficarão suspensas no período de vigência do decreto, à exceção das Secretarias de Saúde, Segurança e Defesa Social, Administração Penitenciária, Desenvolvimento Humano, Fazenda, Secretaria de Comunicação, Cagepa e Fundac.

Escolas – O novo decreto mantém a suspensão do retorno das aulas presenciais nas escolas das redes estadual e municipais de todo o estado, devendo ocorrer apenas de forma remota. Já as instituições privadas dos ensinos superior e médio funcionarão exclusivamente de forma virtual e poderão ofertar aulas em sistema híbrido nos ensinos fundamental e infantil, facultando aos pais e responsáveis a escolha de levar ou não as crianças às unidades educacionais.

Uso de máscaras – Permanece obrigatória no estado a utilização das máscaras nos espaços de acesso aberto ao público, incluídos os bens de uso comum da população, vias públicas, no interior dos órgãos públicos, nos estabelecimentos privados e nos veículos públicos e particulares, inclusive ônibus e táxis, cabendo aos órgãos públicos, aos estabelecimentos privados e aos condutores e operadores de veículos a exigência do item.

A Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) e os órgãos de vigilância sanitária municipais, as forças policiais estaduais, os Procons estadual e municipais e as guardas municipais ficarão responsáveis pela fiscalização do cumprimento das normas estabelecidas no decreto. O descumprimento sujeitará o estabelecimento à aplicação de multa e poderá implicar no fechamento em caso de reincidência, que pode compreender períodos de sete a catorze dias, e na aplicação de multas que podem chegar a R$ 50 mil.

A 20ª avaliação do Plano Novo Normal Paraíba (PNNPB) divulgada no último sábado (6) apontou que 95% (211) dos municípios paraibanos estão em bandeira laranja; 4% (8) figuram em bandeira vermelha e apenas 4 municípios da Paraíba têm bandeira amarela.

De acordo com o boletim da Secretaria de Estado da Saúde (SES) dessa terça-feira (9), a Paraíba contabiliza 231.406 casos confirmados da Covid-19 e 4.747 óbitos. A ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) chega a 86% e de enfermaria, a 70%.

Veja o quanto a Paraíba mudou da primeira até a vigésima avaliação do Plano Novo Normal; Confira fotos dos mapas

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Desde 15 de junho de 2020 a Paraíba avalia quinzenalmente a situação dos 223 municípios em relação a pandemia da Covid-19 através do Plano Novo Normal. De lá pra cá, já foram feitas vinte avaliações com a última tendo sido divulgada neste sábado (6). O panorama mostra que 95% (211) dos 223 municípios estão classificados em bandeira laranja, uma das mais restritivas. Outras oito cidades (4%) estão em bandeira vermelha, a pior, e quatro (1%) estão em bandeira amarela, a mais próxima da normalidade de atividades diante do cenário de infecções e ocupação de leitos. De acordo com a vigésima avaliação, nenhum município se encontra em bandeira verde, que é a com baixos níveis de contaminação e ocupação de leitos.

Se fizermos um comparativo com a primeira avaliação, que foi feita pouco antes de um dos maiores picos da pandemia no Estado (julho), vamos perceber uma situação bem diferente. Naquela época eram 126 cidades em bandeira laranja, 82 em bandeira amarela, 14 em bandeira vermelha e uma em bandeira verde.

Um dos melhores momentos da Paraíba em relação a essa avaliação, que é feita pelo Estado, foi na décima primeira, quando a Paraíba tinha 179 municípios em bandeira amarela, 31 em bandeira verde, apenas 13 em bandeira laranja e nenhum em bandeira vermelha. Esse período compreende ao final de outubro e início de novembro.

Confira a evolução dos casos de Covid-19 e ocupação de leitos no Estado a partir dos mapas das vinte avaliações: