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Homem é assassinado na porta de casa em Livramento

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Um homem, identificado como Macilon foi morto a tiros, na porta de casa, em Livramento, no Cariri paraibano. O crime aconteceu na noite desta quarta-feira (17). O crime foi praticado por dois homens que chegaram em uma moto e logo após o assassinato tomaram destino ignorado. A motivação ainda é um mistério, mas a vítima é ex-presidiário.

Foram efetuados ao menos sete tiros contra a vítima.  O homem ainda foi socorrido para o Hospital Regional de Taperoá (HGT), mas devido a gravidade dos ferimentos, não resistiu.

 

Fechamento de escolas durante a pandemia pode ter impacto de até 15 anos, aponta Ministério da Economia

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O fechamento das escolas durante a pandemia de Covid-19 poderá ter impacto profundo e de longa duração – cerca de 15 anos – sobre a economia brasileira. A avaliação é da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia, que divulgou hoje (17) o Boletim MacroFiscal com um box especial sobre os custos socioeconômicos dessa medida.

Segundo a secretaria, o impacto será sentido no Produto Interno Bruto (PIB, soma de todas os bens e riquezas produzidos no país), no aprendizado e produtividade do trabalho e no aumento na desigualdade social, já que o acesso ao ensino remoto, ofertado em substituição às aulas presenciais, é distinto, de acordo com as faixas de renda da população.

A SPE considerou que os efeitos da atual crise podem se estender até o final de 2022, resultando em um hiato de três anos na educação de uma grande parcela da população que hoje tem entre cinco e 20 anos (idade escolar). “Um prejuízo de dimensões incalculáveis”, diz o boletim.

“Há duas formas extremas de lidar com o problema. É possível imaginar também soluções intermediárias entre elas. A primeira seria simplesmente deixar o hiato educacional cobrar seu preço no estoque de capital humano brasileiro, de modo que jovens entrem no mercado de trabalho com a mesma idade que entrariam sem a pandemia, porém com uma quantidade menor de anos de educação formal”, diz o boletim. “Essa alternativa seria uma verdadeira catástrofe na acumulação de capital humano e na produtividade do trabalho de uma geração inteira”, avaliou a SPE.

A segunda alternativa seria cobrir esse hiato com anos adicionais de estudo após o término da pandemia. “Mas o efeito visual de se postergar por três anos a entrada dos jovens no mercado de trabalho é ‘dramático’”, diz a secretaria, já que haverá uma proporção menor de adultos em idade laboral e, assim, um encolhimento da população que gera riqueza no país.

De acordo com o boletim, esse efeito deve durar por aproximadamente 15 anos após o término da pandemia, possivelmente até 2038, até que toda essa parcela da população atingida com a paralisação das aulas entre no mercado de trabalho. “Portanto, escolas fechadas hoje causam um país mais pobre amanhã. E esse amanhã deve perdurar por quase duas décadas.”

Desigualdade de renda
Por outro lado, o boletim destaca que o impacto negativo da pandemia sobre o aprendizado dos alunos não é homogêneo na população, já que há o ensino remoto como substituto do ensino presencial, “embora esteja longe de ser um substituto perfeito”. “Ele [o impacto] tende a ser tanto maior quanto mais baixa é a renda familiar, uma vez que a existência de barreiras para o estudo remoto correlaciona-se fortemente com a renda. Um computador conectado à internet, e um ambiente adequado na residência para o ensino a distância, são requisitos praticamente inatingíveis para milhões de famílias de baixa renda”, acrescenta o boletim.

Para a SPE, é possível, inclusive, que crianças que têm condições materiais para acesso ao ensino a distância também tenham experimentado algum déficit de aprendizado, mas “o prejuízo terá sido muito maior para crianças pobres, porque foram destituídas de qualquer tipo de ensino em 2020”.

A secretaria explica ainda que os efeitos da educação sobre o crescimento econômico são muito bem documentados na literatura macroeconômica e estima-se que cada ano adicional de educação é capaz de impulsionar o crescimento do PIB em cerca de 0,58% no longo prazo. Outra estimativa é que aproximadamente 40% da diferença de renda entre o Brasil e os Estados Unidos são fruto do atraso educacional em nosso país.

“Para se ter uma ideia, enquanto em países desenvolvidos, como a Alemanha e os Estados Unidos, a população tenha médias de anos de estudo de 13 ou 14 anos, no Brasil esse número é pouco maior do que 7 anos. Essa diferença evidencia não só uma das razões para o tímido crescimento brasileiro, como também para a baixa qualidade de vida do nosso povo”, diz o boletim.

Além disso, os impactos do baixo nível educacional somam-se a questões relacionadas à disponibilidade de escolas e creches, o que reduz a oferta de mão de obra, em especial, das mulheres; à qualidade do ensino e uma cadeia de outras conexões, como evasão escolar e saúde mental, que potencializam os efeitos da educação sobre o bem-estar econômico no curto e no longo prazos. E isso tende a ser transmitido para as gerações futuras.

Para a SPE, as ações de fechamento de escolas foram justificáveis diante da total incerteza no início da pandemia, mas evidencias recentes vêm demonstrando que a abertura delas pode não ser um fator de risco para a propagação do coronavírus.

“Nosso país optou pelo fechamento completo das escolas públicas no ano de 2020 e por um período muito mais extenso do que o registrado em outros países (média de 40 semanas no Brasil, contra 22 semanas no resto do mundo). E mais: essa política persiste, ressalvadas algumas exceções, em 2021. Nesse sentido, todos os números apresentados até aqui podem ser entendidos como a previsão mais otimista dentre as possibilidades”, ressalta o boletim da SPE.

Com Agência Brasil
FOTO REUTERS Amanda Perobelli

Covid-19: Queiroga defende uniformização de atendimentos em UTI’s de todo o país

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O médico Marcelo Queiroga, indicado para assumir o Ministério da Saúde, disse hoje (17) que sua gestão vai trabalhar para conseguir homogeneizar a conduta assistencial no tratamento da Covid-19 no país.

Ao participar ao lado do ministro Eduardo Pazuello da cerimônia de entrega das vacinas Oxford/AstraZeneca fabricadas em Bio-Manguinhos/Fiocruz, no Rio de Janeiro, Queiroga defendeu que é preciso haver protocolos uniformizados de assistência nas unidades de terapia intensiva (UTIs) no Brasil.

“Temos que transferir as expertises dos grandes centros para as unidades de terapia intensiva nas cidades que estão mais distantes, nos estados menores, de tal sorte a utilizar recursos de tecnologia de informação e comunicação como a telemedicina para que a gente consiga melhorar os resultados. É preciso garantir um atendimento mais rápido ao paciente para evitar que a doença progrida”, disse Queiroga.

De acordo com o sucessor de Eduardo Pazuello, o país vai conseguir reduzir as mortes provocadas pela Covid-19 com políticas de distanciamento social, que permitam diminuir a circulação do novo coronavírus, e com a melhora da capacidade assistencial dos serviços hospitalares.

Queiroga voltou a destacar a importância de a população aderir às medidas de enfrentamento ao novo coronavírus. “Não adianta só o governo ficar recomendando o uso de máscaras, se as pessoas não são capazes de aderir a esse tipo de medida simples, que não demanda grande esforço. O governo recomenda, por exemplo, redução de aglomerações fúteis e as pessoas ficarem fazendo festas nos finais de semana, contribuindo para a circulação do vírus”, afirmou o médico.

Fiocruz
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entregou hoje ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) um lote de 500 mil doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19, fabricadas em Bio-Manguinhos, no Rio de Janeiro. O lote foi produzido a partir do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) importado.

Mais 580 mil doses serão disponibilizadas até sexta-feira (19), totalizando um lote com 1,080 milhão de doses de vacina produzidas no Brasil.

Com Agência Brasil
Foto Fábio Rodrigues Pozzeborn/Agência Brasil

Secretaria de Estado da Saúde passa a funcionar em novo horário a partir desta quinta

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A partir desta quinta-feira (18), o horário do expediente das atividades administrativas na Secretaria de Estado da Saúde será das 8h às 14h, em horas corridas, considerando o cenário epidemiológico da Covid-19 na Paraíba. As gerências regionais seguem a mesma orientação.

“Adotamos esta medida como forma de diminuir o fluxo de pessoas na sede da Secretaria e minimizar o risco de contaminação”, informou a secretária executiva da Saúde, Renata Nóbrega.

Os serviços essenciais, a exemplo da Central de Regulação, Centro Especializado de Dispensação de Medicamentos Excepcionais (Cedmex) e Núcleo de Assistência Farmacêutica (Naf), permanecem em horário normal.

Paraíba registra quase 1.200 novos casos de Covid-19 nesta quarta-feira; Mas percentual de ocupação de leitos cai

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, nesta quarta (17), 1.194 casos de Covid- 19. Entre os confirmados hoje, 87 (7,28%) são casos de pacientes hospitalizados e 1.107 (92,71%) são considerados leves. Agora, a Paraíba totaliza 241.592 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios.

Também foram confirmados 44 novos óbitos desde a última atualização, sendo 38 deles nas últimas 24h. Os óbitos ocorreram entre os dias 12 e 17 de março, sendo nove deles em hospitais privados, um em residência e os demais em hospitais públicos. Com isso, o estado totaliza 5.080 mortes. O boletim registra ainda um total de 172.492 pacientes recuperados da doença.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 80%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 92%. Em Campina Grande estão ocupados 70% dos leitos de UTI adulto e no sertão 98% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 66 pacientes foram internados nas últimas 24h.

Cobertura Vacinal

Foi registrado no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 281.623 doses. Até o momento, 216.061 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 65.562 com a segunda dose da vacina.

Grupo é detido suspeito de crimes contra idosos na região de Esperança

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Três homens suspeitos de cometer roubos na região de Esperança foram presos nesta terça-feira (16). Segundo a polícia, o alvo preferencial dos criminosos são idosos com certo poder aquisitivo. As investigações apontam que pelo menos quatro crimes com as mesmas características foram cometidos nas últimas semanas. A Polícia Civil conseguiu os três mandados de prisão, que foram cumpridos pelo Grupo Tático Especial (GTE) e a Delegacia de Esperança, com o apoio da PM, na Operação Senex (idoso, em Latim).

De acordo com o delegado Cristiano Santana, um adolescente também foi apreendido por estar com uma pistola Glock e dez munições. “Essa arma, inclusive, pertence a uma dessas vítimas e foi subtraída durante o roubo. São pessoas que agem de forma muito violenta quando estão cometendo os crimes, ameaçando a todo instante matar as vítimas. Essa parte do grupo foi presa, mas estamos investigando outros envolvidos”, disse o delegado.

Os suspeitos foram conduzidos a uma unidade prisional, onde aguardam decisões judiciais sobre o caso.

Operação Catingueira: homem é preso com drogas, arma e munições em Campina Grande

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Um homem de 23 anos foi preso nesta terça-feira (16) com drogas do tipo maconha, crack, cocaína e loló , além de uma espingarda calibre 12 e munições. A prisão e as apreensões aconteceram no bairro da Catingueira, em Campina Grande. O trabalho foi realizado pelo Núcleo de Homicídio de Queimadas.

A ação cumpriu mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara da Comarca de Queimadas. O alvo foi uma casa na comunidade conhecia como invasão da Deyza, onde as investigações revelam indícios de comércio de drogas no local.

De acordo com o delegado seccional Ilamilto Simplício, as suspeitas se concretizaram no momento em que um veículo monitorado pelos policiais parou em frente à residência. “Como o condutor desse veículo estava sendo investigado por tráfico também em Queimadas, nossas esquipes o seguiram até Campina Grande. No momento em que o suspeito entrou na casa, os policiais o abordaram. Ele tentou fugir, mas foi imobilizado e acompanhou as buscas policiais no interior do imóvel”, disse o delegado.

Após a coleta do material, os policiais conduziram o suspeito até a delegacia, para os devidos procedimentos. Ele confessou comercializar drogas e disse também que participou da tentativa de homicídio contra um homem conhecido por ‘Evandro’, que trabalhava como vigilante do bairro Cássio Cunha Lima, em Queimadas.

“Esse Evandro acabou sendo assassinado dias depois, mas o suspeito preso hoje não confessa esse crime. Afirma apenas que tentou matá-lo, em outra ocasião, com a ajuda de uma pessoa que nós já identificamos”, acrescentou o delegado.

Paraíba recebe quase 92 mil novas doses de vacina contra Covid-19

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) recebeu, na madrugada desta quarta-feira (17), mais uma remessa com 91.800 doses da vacina contra Covid-19. Desde o dia 19 de janeiro, início da campanha, a Paraíba já distribuiu um total de 368.898 doses da vacina Sinovac/Butantan e da Astrazeneca/ Fiocruz para os 223 municípios. Até o momento, o estado já contabiliza 270.276 doses aplicadas.

A coordenadora do Núcleo de Imunização da SES, Isiane Queiroga, explica que para a distribuição da 8ª remessa será contemplado o quantitativo referente à segunda dose da 6ª remessa da vacina Sinovac/Butantan (54.240 doses) e ampliação de público alvo com mais 15% da população de 75 a 79 anos, fechando os 100%; além de 5% para população de 70 a 74 anos, priorizando a ordem decrescente das faixas etárias, totalizando a distribuição de 73.220 doses.

“Destacamos que as doses enviadas para ampliação de faixas etárias serão referentes a D1 Sinovac/Butantan, ficando a D2 armazenada na Secretaria de Estado da Saúde a ser enviada posteriormente. A tendência agora é que o Ministério da Saúde agilize essas entregas para aumentar o estoque de vacinas dos municípios”, afirma.

De acordo com a coordenadora, a vacinação vem incorporando os seguintes grupos prioritários: trabalhadores de saúde que atuam na linha de frente (68%*); idosos com 60 anos ou mais que residem em instituições de longa permanência (100%); pessoas a partir de 18 anos de idade, com deficiência, institucionalizadas (100%); povos indígenas vivendo em terras demarcadas (100%); idosos de 90 anos ou mais (100%); idosos de 80 a 89 anos (100%); e idosos de 75 a 79 anos (85%). Até esta terça-feira (16), 206.356 pessoas foram vacinadas com a primeira dose (D1) e 63.920 com a segunda dose (D2) da vacina.

 

Paraíba ultrapassa triste marca de cinco mil mortos por Covid-19

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A Paraíba contabilizou nesta terça-feira (16) mais 44 óbitos por Covid-19 e ultrapassou a triste marca de cinco mil mortos pela doença desde o início da pandemia. Agora, o Estado contabiliza 5.036 mortes, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, ainda, 804 novos casos de Covid- 19. Entre os confirmados, 104 (12,93%) são casos de pacientes hospitalizados e 700 (87,06%) são considerados leves. Agora, a Paraíba totaliza 240.398 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 84%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 95%. Em Campina Grande estão ocupados 82% dos leitos de UTI adulto e no sertão 88% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 86 pacientes foram internados nas últimas 24h.

Cobertura Vacinal

Foi registrado no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 270.276 doses. Até o momento, 206.356 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 63.920 com a segunda dose da vacina.

Secretário diz que mais de 70 pacientes estão em fila de espera por leitos para tratamento de Covid-19 na PB

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De acordo com Geraldo Medeiros, secretário de Saúde da Paraíba, há um total de 72 pacientes a espera de leitos de enfermaria e UTI Covid-19 no Estado. Destes, 52 estão na primeira Macrorregião do Estado – que compreende as cidades no entorno da capital João Pessoa – localizadas na Mata paraibana, Litorais Norte, Sul e Brejo. Destes, 32 estão na espera em Unidades de Pronto Atendimento na capital (25 em João Pessoa), e os demais em hospitais.

Na 3ª Macrorregião, que compreende o Sertão do Estado, são seis pacientes aguardando por um leito de UTI. Outros dois aguardam por um leito em enfermaria.

Confira os dados

1ª Macro
– 52 em fila de UTI, sendo 32 em UPAS (25 JPA) e os demais, em hospitais;
– 16 em fila de enfermaria, sendo 9 em Upas (todas em JPA) e demais, em hospitais;

3ª macro
– 6 em fila de UTI, sendo 2 em Upas;
– 2 em fila de enfermarias, sendo 1 em Upa.

De acordo com o último boletim, a Paraíba computou 59 novos óbitos confirmados pela Covid-19 no estado – um recorde desde o início da pandemia. O estado tem um total de 4.992 mortes.

Com Portal T5