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Sargento da PM é preso suspeito de matar companheira com tiro na nuca no RJ

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Um sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Renato César Guimarães Pina, foi preso nesta terça-feira (16) suspeito de matar sua companheira, Shayene Araújo, dentro da residência do casal em Maricá. A vítima, mãe de dois filhos, foi atingida com um disparo na nuca.

Segundo relatos de testemunhas, o relacionamento do casal era conturbado e marcado por episódios de violência doméstica. Uma vizinha afirmou ter ouvido gritos momentos antes do disparo.

Durante o depoimento à Delegacia de Homicídios de Niterói, o policial inicialmente afirmou que Shayene teria atirado acidentalmente contra si mesma, mas entrou em contradição e optou pelo silêncio a partir desse momento.

O caso segue sob investigação, e as circunstâncias do crime estão sendo apuradas pelas autoridades.

Homem é preso em flagrante após furtar rede de supermercados de Campina Grande

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A Polícia Civil da Paraíba prendeu, na manhã desta quarta-feira (17), um homem suspeito de praticar dois furtos em supermercados de uma mesma rede em Campina Grande. Durante os crimes, ele teria levado uma garrafa de whisky e um bacalhau.

Segundo a polícia, o suspeito possui um histórico extenso de crimes contra o patrimônio, tendo sido preso quatro vezes no último ano. A prisão em flagrante foi realizada rapidamente, impedindo que novos delitos ocorressem.

Após os procedimentos legais, o homem foi encaminhado à Justiça e deve passar por audiência de custódia. A Polícia Civil informou que, devido à reincidência e à gravidade dos atos, poderá solicitar a prisão preventiva do suspeito.

Justiça da Paraíba libera PMs investigados por chacina no Conde sem tornozeleira eletrônica

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Cinco policiais militares suspeitos de participar da morte de cinco jovens em fevereiro, no município do Conde, foram liberados nesta quarta-feira (17) pela Justiça da Paraíba, sem a exigência de tornozeleira eletrônica. Os agentes estavam presos no 1º Batalhão da Polícia Militar e já haviam conseguido decisão similar, mas não aceitaram sair sob monitoramento eletrônico.

A juíza Hígyna Josita Simões de Almeida, da Vara Única de Conde, determinou a liberdade provisória alegando que não há indícios de que os suspeitos tentem fugir ou descumprir medidas judiciais. “O uso da tornozeleira pressupõe receio de evasão, o que não se aplica neste caso”, justificou a magistrada.

Apesar da liberação, os policiais devem seguir restrições: não podem ter contato com testemunhas ou familiares das vítimas, sair de João Pessoa sem autorização judicial e serão afastados do policiamento ostensivo, sendo deslocados para funções administrativas.

Entre os liberados estão os soldados Mikhaelson Shankley Ferreira Maciel, Marcos Alberto de Sá Monteiro, Wellyson Luiz de Paula, Kobosque Imperiano Pontes e Edvaldo Monteval Alves Marques. Um sexto investigado, o tenente Alex William de Lira Oliveira, permanece preso, pois está fora do país, o que, segundo a juíza, prejudica a coleta de provas e a instrução do processo.

Família oferece recompensa para encontrar gato desaparecido em Campina Grande

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Um gatinho chamado Tom está desaparecido desde o dia 8 de setembro, nas proximidades do Portal Sudoeste, em Campina Grande. A família está oferecendo recompensa para quem ajudar a encontrá-lo.

Tom é de pelagem preta e branca, castrado, dócil, mas pode estar assustado. Ele usa uma coleira azul com um pingente em formato de patinha.

Segundo os tutores, o desaparecimento tem causado grande tristeza, especialmente ao filho do casal, que está em diagnóstico de TDAH e tem o animal como companheiro inseparável.

Quem tiver informações pode entrar em contato pelo telefone: (83) 99956-8174.

VII FIFAC 2025 terá 12 dias de apresentações com grupos de cinco países no Cariri da Paraíba

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O VII Festival Internacional de Folclore e Artes do Cariri da Paraíba (FIFAC) será realizado de 26 de outubro a 6 de novembro nas cidades de Taperoá, Santo André e Boa Vista. A edição de 2025 terá duração de doze dias e contará com a participação de grupos de cinco países: México, Chile, Equador, Colômbia e Ucrânia, além de representantes de diversas regiões do Brasil, como Paraíba, Pernambuco, Ceará e Paraná.

O evento, que teve seu lançamento nesta segunda-feira (16) por meio de uma live com autoridades e artistas, deve atrair mais de 20 mil pessoas, movimentando o comércio e a rede hoteleira do Cariri. Todas as apresentações serão gratuitas e realizadas em espaços abertos, com foco em estudantes de escolas públicas e na democratização do acesso à cultura.

Entre as atrações, estão 11 espetáculos noturnos, o Salão Internacional de Artesanato do Cariri, Caravanas Culturais, oficinas em 20 escolas beneficiando mais de 3.500 alunos, o Muro Literário com poemas e cordéis, além do VI Seminário Internacional de Cultura e do Encontro de Mestres da Cultura.

Alice Monteiro, idealizadora e coordenadora geral do FIFAC, destacou que o objetivo do festival é promover intercâmbio cultural, valorizar a cultura caririzeira e brasileira e fomentar o turismo histórico e cultural da região.

O festival conta com a chancela do IOV, apoio de órgãos como SEBRAE, Fundação Roberto Marinho, Ministério da Cultura e patrocínio da Caixa e da Secretaria de Estado da Cultura da Paraíba.

Anderson Pila reage a “desafio” de Bruno Cunha Lima: “Não tenho medo”

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O vereador Anderson Pila (PSB), líder da bancada de oposição na Câmara Municipal de Campina Grande, falou nesta terça-feira, 16, durante discurso na tribuna, sobre o “desafio” feito pelo prefeito Bruno Cunha Lima (União Brasil) nas redes sociais. Pila negou, inclusive, que tenha apagado o comentário feito por Bruno.

“O prefeito fez o comentário em uma rede social de outra pessoa, em uma notícia. Mas, o comentário dele está aí na internet. Sou afeito ao debate e não tenho esse hábito, não apaguei nada”, disse. “Quero dizer ao prefeito que vou lhe responder com trabalho. Eu não tenho medo do debate”, completou.

ENTENDA

Na semana passada, Anderson Pila acusou Bruno de enviar servidores da prefeitura para “na surdina” (palavras do vereador) derrubar comércios que estão na área de duplicação da Avenida Francisco Lopes de Almeida, nas Malvinas.

Com Hora Agora

Bolsonaro é condenado a pagar R$ 1 milhão por falas consideradas racistas

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi condenado nesta terça-feira (16) a pagar R$ 1 milhão por danos morais coletivos em razão de declarações classificadas como racistas pela Justiça. A decisão foi tomada pela 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, e também responsabiliza a União pelo mesmo valor. Ainda cabe recurso.

O processo teve origem em 2021, após falas de Bolsonaro dirigidas a um apoiador negro com cabelo black power. Durante uma live e em frente ao Palácio da Alvorada, ele fez comparações depreciativas, associando o cabelo do homem a sujeira, insetos e pragas. O Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU) acionaram a Justiça pedindo indenizações maiores, mas o tribunal fixou o montante em R$ 1 milhão para cada réu.

O relator do caso, desembargador Rogério Favreto, afirmou que declarações apresentadas como piadas configuram “racismo recreativo”, conceito usado para designar manifestações de preconceito mascaradas de humor, que reforçam estigmas históricos. O voto foi acompanhado de forma unânime pelos demais magistrados.

O desembargador Roger Raupp Rios destacou a gravidade do episódio por envolver um presidente da República, ressaltando que, mesmo que a vítima direta tenha relativizado o ocorrido, o impacto coletivo das falas não pode ser ignorado em um país marcado pelo racismo estrutural.

A decisão modifica sentença de primeira instância, que havia absolvido Bolsonaro sob o argumento de que não houve dano coletivo. A procuradora regional da República Carmen Elisa Hessel defendeu a condenação, alegando que as falas reforçam estereótipos e contribuem para a marginalização da população negra.

Além do pagamento da indenização, os desembargadores determinaram a retirada das publicações ligadas ao episódio das redes sociais do ex-presidente. O pedido do MPF para que a União realize uma campanha nacional de combate ao racismo ainda será analisado em instâncias superiores.

Governo Federal reconhece situação de emergência em Boqueirão e Parari por causa da seca

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O Governo Federal reconheceu nesta segunda-feira (15) a situação de emergência em 18 municípios brasileiros afetados por desastres naturais, incluindo os paraibanos Boqueirão e Parari, que enfrentam um período prolongado de estiagem. A decisão foi publicada em portarias no Diário Oficial da União (DOU) por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e da Defesa Civil Nacional.

Além da Paraíba, a medida abrangeu cidades de Alagoas, Amazonas, Bahia, Goiás, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Sergipe. No Rio Grande do Norte, Messias Targino e Monte das Gameleiras enfrentam seca intensa. No Rio Grande do Sul, Canguçu, Chuvisca e Jaguarão foram afetados por fortes chuvas, enquanto São Lourenço do Sul (RS) e Óbidos (PA) tiveram inundações. Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, sofreu com queda de granizo.

Com o reconhecimento federal, as prefeituras de Boqueirão, Parari e das demais cidades podem solicitar recursos para ações de defesa civil, como aquisição de cestas básicas, água mineral, refeições, kits de limpeza, higiene pessoal e dormitório para trabalhadores e voluntários. Os pedidos são feitos pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), que avalia planos de trabalho e libera os valores após aprovação em portaria publicada no DOU.

Além do suporte financeiro, a Defesa Civil Nacional oferece cursos a distância para capacitar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD, fortalecendo a proteção e prevenção em casos de desastres em todo o país.

Primeira-dama de JP, ex-vereadora e outros oito viram réus por corrupção eleitoral

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O Juízo da 1ª Zona Eleitoral de João Pessoarecebeu denúncia apresentada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) e tornou réus a primeira-dama da capital, Lauremília Lucena, a ex-vereadora Raíssa Lacerda e outras oito pessoas por aliciamento violento de eleitores nas eleições municipais de 2024.

As investigações fazem parte da Operação Território Livre, deflagrada para desarticular uma organização criminosa, que, de acordo com o MPE, era formada por agentes políticos, servidores públicos e integrantes da facção criminosa Nova Okaida.

A defesa de Lauremília Lucena afirmou estar confiante no trabalho da Justiça e que provará sua inocência ao longo do processo. Segundo os advogados, ela continua colaborando com as investigações e que vê com tranquilidade o oferecimento da denúncia.