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Jô Oliveira acompanha reunião entre MP e diretores de hospitais para prevenir greve na saúde de Campina Grande

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A vereadora Jô Oliveira (PCdoB) participou, nesta sexta-feira (3), de uma reunião convocada pelo Ministério Público da Paraíba para tratar da grave situação da saúde em Campina Grande. O encontro contou com representantes do Conselho Municipal de Saúde, da Secretaria de Finanças, da Procuradoria do Município e de seis hospitais da cidade. A reunião teve como objetivo evitar a greve anunciada pelos hospitais, que não recebem os repasses devidos pelos serviços prestados. Durante a semana, Jô Oliveira usou a tribuna da Câmara Municipal para alertar sobre a falta de transparência e os atrasos nos repasses da saúde.

Durante a reunião, foram ouvidas as representações dos hospitais HELP, FAP, Dr. Maia, Antônio Targino, João XXIII e CLIPSE. Todas as instituições reforçaram a mesma pauta: a necessidade urgente de pagamento pelos serviços já prestados ao município, que seguem sem repasse regular. Apesar da presença do setor jurídico da Secretaria de Saúde, o secretário da pasta não compareceu à reunião, fato que chamou a atenção de todos os participantes.
O encaminhamento dado pelo Ministério Público foi direto: o município deve efetuar o pagamento dos serviços em atraso, sob pena de sofrer sanções e multas.
“Esse é um ponto central. As entidades têm mantido os serviços mesmo sem receberem, mas há um limite. O MP foi claro: é preciso pagar o que já foi prestado, porque a população não pode continuar penalizada”, destacou Jô Oliveira.
A vereadora também lembrou que a Câmara aprovou, na semana passada, uma suplementação de R$ 61 milhões para a saúde, sendo R$ 30 milhões destinados ao pagamento de prestadores de serviço. “Votamos essa suplementação exatamente para garantir que essas questões fossem resolvidas. Não há justificativa para a prefeitura não efetuar os pagamentos”, afirmou.
Outro ponto levantado pela parlamentar foi a preocupação com o orçamento de 2026, que já prevê crescimento insuficiente para a saúde em comparação a 2025. “O orçamento nasce menor que as necessidades da rede hospitalar e pode agravar ainda mais a crise”, alertou.
Para Jô Oliveira, a reunião representa um passo importante na busca de soluções, mas o desafio continua sendo a execução imediata das medidas já encaminhadas. “Não se trata de promessa ou de plano futuro. O que foi colocado pelo Ministério Público é claro: o município deve pagar. Só assim será possível manter os serviços funcionando e garantir que a população tenha o atendimento de saúde que merece”, concluiu.

Sindicato das Autoescolas critica fim da obrigatoriedade para tirar CNH

O presidente do Sindicato das Empresas de Centros de Formação de Condutores da Paraíba (Sinfac), Claudionor Fernandes, avaliou como “um retrocesso” a proposta de acabar com a obrigatoriedade de frequentar autoescola para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A declaração foi feita na última quarta-feira (1º) em entrevista ao Programa Hora H, da Rede Mais e Rádio POP FM.

A medida, estudada pelo Ministério dos Transportes, recebeu aval do presidente Lula nesta quarta para iniciar debates sobre novas formas de baratear o acesso à CNH.

“Isso foi uma ideia do ministro [Renan Filho] e não do presidente da República. Eles não têm projeto nenhum, é apenas um projeto político. Nós criamos a frente parlamentar em defesa da formação do condutor e no outro dia tivemos um grande evento em Brasília em defesa do nosso segmento. Não é possível haver um retrocesso desse, num país que já mata mais de 35 mil pessoas por ano [em acidentes de trânsito]”, afirmou Claudionor.

O dirigente ressaltou ainda que a proposta impacta diretamente a economia, considerando a geração de empregos e renda proporcionada pelas autoescolas.

“No país inteiro são 15 mil empresas e geram 300 mil empregos. A maioria dos centros de formação é formada por pequenas e médias empresas familiares, todas regradas por código e resolução [de trânsito]. E vem o ministro agora fazer propaganda política”, criticou.

Cagepa prorroga prazo para inscrição em processo seletivo de estágio

A Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (CAGEPA) e o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) prorrogaram o prazo de inscrição para o processo seletivo de estágio da empresa. Conforme retificação do edital publicada nesta quinta-feira (2), os interessados podem se inscrever e realizar as provas online até as 12h do dia 13 de outubro. As inscrições, assim como as provas, devem ser feitas exclusivamente pelo site do CIEE.

A chamada visa a formação de cadastro de reserva e é voltada para estudantes de nível superior dos cursos de Administração de Empresas, Ciências Contábeis e Gestão Pública. A bolsa-auxílio oferecida é de R$ 800 por mês, acrescida de R$ 200 de auxílio-transporte. A carga horária é de 20 horas semanais.

Conforme determina a legislação, o processo destinará 10% das vagas a pessoas com deficiência e 30% a pessoas autodeclaradas negras. De acordo com o novo cronograma, a lista definitiva com os classificados será publicada no dia 6 de novembro.

Avaliação – A seleção consiste em uma prova objetiva online com 20 questões de múltipla escolha, sendo 10 de Língua Portuguesa, cinco de conhecimentos gerais, e cinco de conhecimentos específicos. Para mais informações, acesse o edital completo em: https://pp.ciee.org.br/vitrine/13558/detalhe

Com informações do Mais PB.

Casal é preso na Paraíba por vender “cookie de maconha”

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Na manhã desta quinta-feira (2), uma operação da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO) resultou na prisão de um casal acusado de comercializar drogas no bairro dos Bancários, zona sul de João Pessoa.

Durante a ação, os policiais encontraram diferentes tipos de entorpecentes, como cocaína, maconha, haxixe, skank e comprimidos sintéticos. Parte do material estava fracionada e embalada, pronta para ser vendida. Chamou a atenção dos investigadores a forma como algumas drogas eram oferecidas: em embalagens que simulavam doces, incluindo biscoitos recheados com maconha, conhecidos como “cookies de maconha”.

Segundo a Polícia Civil, o homem era responsável pelas entregas, feitas por meio de pedidos online e sistema de delivery, enquanto a mulher administrava o espaço usado para armazenar os produtos.

O casal foi levado para a Cidade da Polícia Civil, no bairro do Geisel, junto com todo o material apreendido, e vai responder por tráfico de drogas.

MPPB investig a possíveis irregularidades na gestão do Hospital Metropolitano

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O Ministério Público da Paraíba (MPPB) abriu uma investigação para apurar denúncias de irregularidades no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, em Santa Rita, na Grande João Pessoa.

De acordo com o inquérito, chegaram ao órgão denúncias anônimas que apontam a existência de pagamentos indevidos por plantões médicos que não teriam sido cumpridos. O procedimento também vai investigar possíveis fraudes nos registros de frequência dos profissionais, supostamente com o conhecimento da direção do hospital.

A unidade de saúde é administrada pela Fundação Paraibana de Gestão em Saúde (PB Saúde), ligada ao Governo do Estado. O objetivo do inquérito é reunir informações e documentos que confirmem ou descartem as suspeitas levantadas.

Em nota, a assessoria de imprensa da PB Saúde afirmou que o setor jurídico está avaliando as denúncias antes de se pronunciar oficialmente.

Preso em João Pessoa quarto suspeito de participação na morte de casal de idosos em Sapé

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Um homem de 50 anos foi preso nesta quinta-feira (2), em João Pessoa, suspeito de envolvimento na morte do casal de idosos Nelson e Célia Honorato, em Sapé, Zona da Mata paraibana. A prisão aconteceu no bairro de Oitizeiro, na casa de familiares do investigado.

De acordo com o delegado Márcio Pereira, responsável pelo caso, o homem é o quarto suspeito detido e teria participado diretamente da morte de Célia Honorato. No dia do crime, ele foi chamado por Ailton Emanuel, apontado como mandante, para auxiliar na execução da idosa. Segundo as investigações, o suspeito teria aplicado um golpe conhecido como “mata-leão” para imobilizar a vítima, permitindo que os demais envolvidos concluíssem o assassinato.

O casal estava desaparecido desde setembro. Na última segunda-feira (29), o Instituto de Polícia Científica (IPC) confirmou que os corpos encontrados em uma área de mata em Sapé eram dos idosos desaparecidos. Os quatro presos permanecem à disposição da Justiça.

Cantor Hungria é internado em Brasília com suspeita de intoxicação por metanol

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O cantor de rap Gustavo da Hungria Neves, de 34 anos, conhecido pelo nome artístico Hungria Hip Hop, está internado em Brasília com suspeita de intoxicação por metanol. Ele foi levado na manhã desta quinta-feira (2) ao Hospital DF Star, onde segue em observação.

Segundo boletim médico divulgado pela unidade, o artista apresenta sintomas típicos de intoxicação, como fortes dores de cabeça, náuseas, vômitos, turvação visual e acidose metabólica.

O caso ocorre em meio à recente onda de envenenamentos por metanol em São Paulo, onde seis pessoas já morreram, uma confirmação oficial e cinco sob investigação. No Distrito Federal, entretanto, a Secretaria de Saúde ainda não reconhece nenhum registro confirmado da substância até o momento.

Diante da gravidade da suspeita, a Polícia Civil do DF abriu inquérito e enviou investigadores ao hospital para conversar com familiares e apurar a origem da possível contaminação.

Em nota, a assessoria de imprensa de Hungria informou que o quadro clínico teria sido provocado pelo consumo de bebida adulterada, em circunstâncias semelhantes às registradas nos casos paulistas.

O cantor tinha apresentação marcada para esta sexta-feira (3) em Ribeirão das Neves (MG), mas o show foi cancelado.

Jovem é executado após criminosos receberem ordem em chamada de vídeo, em JP

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Um jovem de 22 anos foi assassinado a tiros após ter a residência invadida, na noite dessa quarta-feira (1º), no Distrito Mecânico, em João Pessoa.

A vítima foi identificada como Luiz Felipe Bezerra. Segundo testemunhas, homens armados invadiram a casa e questionaram se o jovem teria envolvimento com alguma facção criminosa. Ele negou.

Os criminosos, no entanto, não acreditaram na resposta e chegaram a verificar o celular da vítima e procurar armas no imóvel, mas nada foi encontrado. Em seguida, realizaram uma chamada de vídeo para um chefe de facção. O líder confirmou que Luiz Felipe não era integrante de grupo rival, mas, mesmo assim, ordenou que o crime fosse consumado.

O jovem foi atingido por diversos disparos e socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na madrugada desta quinta-feira (2).

Segundo a Polícia Militar, o jovem não tinha passagem pela polícia nem envolvimento com a criminalidade.

Com informações do Notícia Paraíba.

“Estamos perto de um dos maiores desastres sociais em Campina Grande”, diz Anderson Pila sobre obras do VLT

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A situação das famílias que ocupam uma área no bairro Araxá voltou a ser discutida na Câmara Municipal de Campina Grande nesta quinta-feira (02/10). Com a reativação da antiga linha férrea para a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), os moradores que vivem no local há mais de dez anos deverão desocupar suas habitações e estão sendo notificados para sair de suas casas.

O vereador Anderson Pila tem cobrado frequentemente da prefeitura medidas que garantam segurança habitacional aos moradores afetados pela obra. E em sua ação de gabinete itinerante, pôde ouvir, in loco, a situação de cada uma dessas famílias.

“Essas famílias não estão no local por escolha própria, mas em razão das condições impostas pelo próprio poder público, que as empurraram para a margem da sociedade. Ninguém quer viver em estado de vulnerabilidade social, inclusive sem água e saneamento básico. Mas o que não existe é, em nome de um avanço, sair atropelando as pessoas sem dar o mínimo de condição para que elas tenham um teto pra dormir. Cadê a responsabilidade?”

O debate sobre a permanência e o destino das famílias já vem sendo levantado há meses pelo vereador, que insiste na necessidade de um plano de realocação antes do avanço das obras do VLT.

A expectativa agora é que a gestão municipal apresente um plano de ação que concilie o avanço da obra com a garantia de moradia digna às famílias. Até lá, permanece a incerteza sobre o futuro de quem construiu sua vida no local e teme ser deixado de lado em nome do desenvolvimento urbano.

Para Pila, não há desenvolvimento verdadeiro quando parte da população é deixada para trás. O parlamentar reforçou que continuará cobrando medidas concretas para que o VLT avance sem transformar o projeto em um problema social.

“Entre trilhos esquecidos existem histórias de famílias, histórias de vida, que não podem ser atropeladas em nome do crescimento da cidade”, afirmou Pila durante a sessão.

PF deflagra operação na Paraíba após ameaças a procuradora da República e professores da UFCG

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (1º), a Operação Fúria, em Campina Grande, para apurar e reprimir ameaças feitas contra uma procuradora da República do Ministério Público Federal (MPF/PB) e professores da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), no campus de Sumé.

De acordo com as investigações, um ex-aluno da instituição teria proferido ameaças contra a vida e a integridade das vítimas, tentando pressionar por mudanças em processos administrativos que contrariavam seus interesses.

A Justiça Federal da 14ª Vara de Campina Grande determinou o cumprimento de mandado de busca e apreensão, além da aplicação de medidas restritivas, como a proibição de aproximação das vítimas e a entrada em prédios do MPF e da UFCG. O investigado também foi encaminhado para avaliação psiquiátrica.

Segundo a PF, o homem poderá responder pelos crimes de ameaça e coação no curso do processo.