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Desembargador proíbe venda de bebidas alcoólicas no Estádio Amigão, em Campina Grande

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O Desembargador José Ricardo Porto suspendeu, monocraticamente, decisão do Juízo da 2ª Vara da Fazenda Pública de Campina Grande, que deferiu pedido de tutela de urgência determinando que o Estado da Paraíba permita a venda de bebidas dentro do Estádio Ernany Sátiro, “O Amigão”, nos termos da Lei Estadual nº 11.644/2020. O caso foi analisado no Agravo de Instrumento interposto pelo Estado da Paraíba.

Na decisão, o desembargador afirma que embora a comercialização de bebida seja prevista por lei, tal venda está adstrita a prévia autorização pela Secretaria de Juventude e Lazer do Estado, conforme o disposto no artigo 1º da lei estadual.

“Nesse diapasão, observa-se que o autor, ora agravado, não obteve a autorização para venda de bebida alcoólica pela SEJEL, porquanto o Parágrafo Primeiro do “Termo de Autorização de Uso de Bem Imóvel Público Nº 0002/2022”, firmado com a Administração Pública, foi expresso em proibir a comercialização de tal produto”, pontuou.

Ainda de acordo com o desembargador, não se observa, a princípio, qualquer ilegalidade perpetrada pela Administração, sendo vedado ao judiciário se imiscuir no mérito administrativo.

Ele ressaltou, também, que em 21 de janeiro de 2021, o Ministério Público estadual, através do Procurador Valberto Cosme de Lira, Coordenador do Nudetor e da Comissão Estadual de Prevenção e Combate à Violência nos Estádios da Paraíba, suspendeu a comercialização de bebidas alcoólicas nos Estádios por entender que a lei n° 11.644/2020 necessita de regulamentação para sua completa execução.

“De fato, denota-se que vários itens dispostos na norma em comento necessitam de regulamentação, inclusive no que pertine a responsabilidade pela sua fiscalização, o que não se tem notícia de ter ocorrido nesse momento processual”, frisou o desembargador.

MaisPB

PARAÍBA: Três pessoas são presas em operação de combate a fraudes em concursos

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Três pessoas foram presas em João Pessoa em duas operações que investigam uma organização criminosa voltada à prática dos crimes de fraude em concurso público e falsidade ideológica, deflagradas na manhã desta quinta-feira (20). As operações “Múltipla Escolha” e “Pitonisa” foram coordenadas pela Polícia Civil de Pernambuco, com apoio das polícias civis da Paraíba, Alagoas, Espírito Santo e Distrito Federal.

“São duas operações desencadeadas ao mesmo tempo, com pessoas envolvidas nas duas operações. Recebemos informações da Operação Gabarito, também de outros estados, e conseguimos deflagrar essa operação hoje”, disse o delegado Diogo Vitor, adjunto da 1ª Delegacia de Combate à Corrupção (DECCOR), integrante do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO) de Pernambuco. Nos quatro estados e no DF, foram cumpridos 11 mandados de prisão e 30 de busca e apreensão.

Tudo sobre a Operação Gabarito

A Gabarito foi uma investigação que, em 2017, desarticulou um grupo criminoso suspeito de fraudar quase cem concursos públicos em, pelo menos, 15 estados. Entre as seleções, havia certames municipais, estaduais e federais. (Saiba mais sobre a Operação Gabarito no final da reportagem).

Segundo a Polícia Civil, as investigações de ambas as operações começaram em junho de 2018. “São pessoas que têm envolvimento direto com a realização de provas e a divulgação do gabarito com utilização de pontos eletrônicos, microcelulares, relógios com telefone, entre outros. São pessoas importantes na investigação”, diz Diogo Vitor.

Os criminosos são suspeitos de fraudar dois concursos da área policial, segundo informações da Polícia Civil de Pernambuco. No entanto, não foram dados detalhes de quais seleções foram essas, nem em que estados.

Ainda conforme o delegado, foi decretada a prisão preventiva dos suspeitos, que vão passar por audiência de custódia ainda nesta quinta-feira. Em João Pessoa, foram presos dois homens e uma mulher, além da apreensão de documentos, objetos relativos a concursos públicos, entre outros, em endereços nos bairros do Bessa, Bairro dos Ipês e Bairro dos Estados.

Mais detalhes sobre as operações vão ser repassados pela Polícia Civil de Pernambuco em uma entrevista coletiva prevista para acontecer às 11h, no auditório da Sede Operacional da PCPE, no Recife.

Com G1 PB

Comandante da Guarda Municipal é morto durante assalto em João Pessoa

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O comandante da Guarda Municipal do Conde, na Região Metropolitana de João Pessoa, foi morto após ser baleado na noite da quarta-feira (19), na orla do Cabo Branco, na capital. De acordo com a Polícia Militar, Sérgio Carneiro da Silva, de 39 anos, foi abordado por dois homens em uma moto e baleado ao tentar pegar a arma dele, que estava em um carro estacionado na região.

O crime aconteceu por volta das 23h, na Avenida Cabo Branco. Sérgio estava voltando para o carro junto a outra pessoa quando notou a dupla se aproximando. A pessoa que estava com o comandante contou aos policiais que Sérgio tentou pegar a arma dele dentro do carro, ao lado da marcha, mas um dos suspeitos percebeu e atirou apenas uma vez.

Mesmo baleado, o comandante ainda atirou pelo menos cinco vezes contra os suspeitos, que não foram atingidos e conseguiram fugir. Em seguida, Sérgio tentou dirigir, mas perdeu os sentidos e bateu em um poste, morrendo no local.

Em nota, a Guarda Civil Municipal do Conde lamentou a morte do comandante. “Perdemos um amigo, um guerreiro, um líder. O eterno comandante da Guarda Municipal, prestamos nossa continência em respeito à sua história e amizade”, diz o texto postado nas redes sociais.

Sérgio era formado em pedagogia e biologia, com especialização em política e gestão em segurança pública. O comandante também era presidente da Associação Estadual dos guardas civis municipais da Paraíba. Em sua atuação no Conde, foi responsável pela municipalização e legalização da atuação dos guardas municipais no trânsito e pela legalização do armamento dos agentes, além da criação do Estatuto do Servidor de Conde.

O carro e a arma do comandante foram levados pela PM para a Central de Polícia Civil de João Pessoa. Buscas foram feitas na região do crime, mas até às 6h50 desta quinta-feira (20), ninguém havia sido preso.

G1 PB

Veja como receber de volta Imposto de Renda pago em pensão alimentícia

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Quem pagou o Imposto de Renda sobre a pensão alimentícia recebida nos últimos cinco anos pode solicitar a restituição deste dinheiro à Receita Federal. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que esses rendimentos são isentos e não é mais necessário recolher imposto sobre a pensão.

Com o resultado da votação, a Receita Federal emitiu um comunicado no dia 7 de outubro para esclarecer como será o processo de devolução do dinheiro, que deverá ser feito por meio de declaração retificadora.

A decisão vale para contribuintes que, nos últimos cinco anos, de 2018 a 2022, incluíram a pensão alimentícia como rendimento tributável.

Julgamento
A incidência do imposto de renda sobre pensões alimentícias decorrentes do direito de família foi vetada em junho pelo plenário do STF. No início deste mês, a Corte julgou um recurso no qual a União pretendia evitar a retroatividade da devolução. O caso foi julgado no plenário virtual, em sessão encerrada no dia 30 de setembro.

Prevaleceu ao final do julgamento o entendimento do relator, ministro Dias Toffoli, para quem a tributação é inconstitucional e fere os direitos fundamentais por atingir interesses de pessoas vulneráveis.

Impacto
Segundo estimativas da Receita Federal anexadas ao processo pela Advocacia-Geral da União (AGU), o governo deve deixar de arrecadar R$ 1 bilhão por ano.

O impacto pode ser ainda maior no caso de pensionistas que tiveram o imposto recolhido pelo governo. De acordo com as estimativas oficiais, o impacto nos cofres públicos com os chamados indébitos pode chegar a R$ 6,5 bilhões pelos próximos cinco anos.

Retificação
A Receita Federal informou que quem, entre 2018 e 2022, apresentou declaração incluindo a pensão alimentícia como um rendimento tributável pode retificar a declaração e fazer o acerto. A declaração retificadora, referente ao ano de exercício do recolhimento ou retenção indevidos, pode ser enviada por meio do Programa Gerador da Declaração, no Portal e-CAC (https://cav.receita.fazenda.gov.br/autenticacao/login), ou pelo aplicativo “Meu Imposto de Renda”.

Para isso, basta informar o número do recibo de entrega da declaração que será retificada e manter o modelo de dedução escolhido no envio da declaração.

O valor de pensão alimentícia declarado como imposto tributável deve ser excluído e informado na opção ‘Rendimentos Isentos e Não Tributáveis/Outros’, especificando ‘Pensão Alimentícia’. As demais informações sobre o imposto pago ou retido na fonte devem ser mantidas.

O declarante que deixou de inserir um dependente que tenha recebido rendimentos de pensão alimentícia poderá incluí-lo, assim como as despesas relacionadas ao dependente. As condições para a inclusão são:

• Ter optado na declaração original pela tributação por deduções legais (já que a declaração por dedução simplificada não inclui dedução por dependentes), e

• O dependente não ser titular da própria declaração.

Se, após retificar a declaração, o saldo de imposto a restituir for superior ao da declaração original, a diferença será disponibilizada na rede bancária, conforme cronograma de lotes e prioridades legais.

Se, após você retificar a declaração, o saldo do imposto efetivamente pago for reduzido, o valor excedente será restituído, por meio de pedido eletrônico de restituição (Perdcomp).

Nesse caso, a restituição ou compensação do imposto pago indevidamente ou a maior deverá ser solicitada por meio do programa PER/DCOMP web (Pedido de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e Declaração de Compensação), disponível no Portal e-CAC, ou em alguns casos por meio do PGD Perdcomp.

A Receita Federal alerta que é importante guardar todos os comprovantes referentes aos valores informados na declaração, inclusive na retificadora, que podem ser solicitados para conferência até que ocorra a prescrição dos créditos tributários envolvidos.

Com informações da Receita Federal

Lanchonete fica completamente destruída após incêndio, na Feira Central de CG

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Um incêndio destruiu uma lanchonete localizada na Feira Central de Campina Grande, nesta quarta-feira (19). Uma falha na instalação de um dos botijões de gás provocou o fogo, que rapidamente se espalhou. Algum tempo depois o incêndio foi controlado, mas o local teve perda total, com todos os eletrodomésticos, as mesas e cadeiras, entre outros itens, destruídos e inutilizados.

Trata-se de um local pequeno, que funcionava na rua Pedro Álvares Cabral desde a década de 1970 como ponto de venda de caldo de cana e lanches diversos. O dono atual, conhecido por Ivanildo Feliciano Gomes, herdou do pai o estabelecimento comercial. Ele estava acompanhado de um funcionário quando o incêndio começou.

Tudo se iniciou quando o gás de cozinha acabou. São dois botijões armazenados embaixo de uma chapa de preparar lanches. O funcionário trocou o primeiro botijão sem maiores problemas, mas, ao trocar o segundo com o fogo ligado, o gás vazado entrou em combustão.

Segundo testemunhas, criou-se uma labareda de aproximadamente dois metros de altura. O dono do local e o funcionário, assustados, fugiram do interior do local, sem ferimentos. Foram outros comerciantes, amigos do dos dois, quem tentaram controlar o fogo com a ajuda de água e de extintores.

Curiosamente, o calor que se criou acabou derretendo uma caixa d’água localizada em cima do estabelecimento comercial, e foi a vazão dessa água que acabou por extinguir o fogo. Ainda assim, o Corpo de Bombeiros foi acionado.

G1 PB

Operação acha abrigo de idosos com alimentos vencidos e ratos na Paraíba

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O Ministério Público da Paraíba e a Polícia Civil – com o apoio de órgãos de vigilância sanitária e assistência social – realizaram, nesta terça-feira (18/10), uma inspeção em três instituições de acolhimento de idosos, no município de Bayeux. A fiscalização teve como objetivo verificar as condições de abrigamento das pessoas, e atende a procedimentos instaurados pela Promotoria de Justiça de Bayeux. Durante a força-tarefa foram flagradas irregularidades trabalhistas, sanitárias e assistenciais.

A fiscalização foi realizada pela 3ª promotora de Justiça de Bayeux, Ana Guarabira de Lima Cabral, que estava acompanhada de servidores do órgão ministerial, e pelo delegado Pedro Gonçalves Ramos Filho, auxiliado por agentes da Polícia Civil. As três instituições fiscalizadas foram a Casa do Idoso Bem Viver, a Casa de Repouso Oásis da Terceira Idade e a Instituição do Idoso Santa Rita de Cássia.

Irregularidades

De acordo com a promotora Ana Guarabira, entre as irregularidades identificadas está o fato de que nenhuma das instituições possui licença sanitária ou laudo do Corpo de Bombeiros para funcionamento. Também foi verificado que os cuidadores, enfermeiros, técnicos em enfermagem e cozinheira não possuem carteira de trabalho assinada. Ainda foram achados alimentos com prazos de validade vencidos e armazenados inadequadamente, além da presença de insetos e indício da presença de roedores.

“A fiscalização também observou que os ambientes não estavam higienizados, apresentando odor de urina, além de mofo em paredes. A acessibilidade dos prédios era insatisfatória e foi verificado que os idosos praticam pouco ou nenhuma atividade recreativa adequadamente supervisionada. Já há ações civis públicas em tramitação (processos 0802709-27.2021.8.15.0751, 0803004-64,2021.8.15.0751 e 0802879-96.2021.8.15.0751) com o objetivo de obrigar as instituições a sanarem as irregularidades, ou encerrarem essas atividades”, informou a promotora de Justiça, Ana Guarabira, acrescentando que os relatórios de fiscalização serão anexados aos procedimentos que tramitam na Promotoria.

Apoio

Além dos representantes do Ministério Público e da Polícia Civil, a fiscalização contou com o apoio de uma equipe do Centro de Referência Especializado de Assistência Social de Bayeux, coordenada por Christiane Nascimento da Silva; de fiscais da Vigilância Sanitária Municipal, e da assistente social do Serviço de Atendimento à Pessoa Idosa, Alexsandra Regina Ferreira da Silva.

MaisPB

Custeio do transporte público deve ir além do bolso do passageiro, alerta estudo da NTU

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O financiamento do transporte coletivo pelo poder público é uma necessidade. Hoje, quem arca com esse custo, inclusive de todas as gratuidades, é o usuário que paga a passagem, enquanto as três esferas de poder público não asseguram o direto do cidadão ao transporte público de qualidade e a sociedade ainda não despertou para este debate.

Estas são considerações postas no estudo contratado pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) denominado “Financiamento da operação dos sistemas de transporte público nas cidades brasileiras”, apresentado por Rodrigo Tortoriello, consultor e um dos autores do estudo.

“Esta é uma tecla na qual temos batido há pelo menos 15 anos. O transporte coletivo é um direito do cidadão, mas poucos sabem que é o usuário/cliente que paga a passagem inteira que custeia também toda a gratuidade e meia-passagem daqueles que têm esses benefícios”, explica Nilson Queiroga, consultor técnico do Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros do Município de Natal (Seturn).

De acordo com Nilson, o estudo da NTU reforçou a inviabilidade do modelo tarifário atual. “Para um transporte público de melhor qualidade e mais justo, precisamos modificar a estrutura de financiamento da tarifa. O transporte público é dever do Estado, portanto a União, os Estados e os Municípios devem, juntos, financiar as gratuidades e não o cidadão”, explica.

De acordo com o consultor, iniciativas oriundas do período da pandemia, como isenção do ISS por parte de algumas prefeituras e do ICMS do diesel por parte dos Estados, amenizaram a situação quase falimentar das empresas de ônibus. “No entanto, os constantes aumentos do diesel e de outros componentes da tarifa engoliram esta cooperação para que a passagem não fosse aumentada. Logo, o debate tem que ser mais amplo”, ponderou.

DIREITO DO CIDADÃO, DEVER DO ESTADO

“É perfeitamente possível e necessário o direcionamento de recursos públicos para subsidiar o transporte público. Tais recursos podem suprir grande parte dos custos com esse serviço público essencial. Um dos exemplos citados no estudo é o de São Paulo, onde a utilização de 5,5% do orçamento público arcar com 36,7% dos custos com transporte público da cidade”, acrescenta Nilson.

O consultor do Seturn lembrou que “a crise do transporte público brasileiro vem de antes da pandemia, e isso se deve em parte ao entendimento equivocado de que a atividade seria um negócio da iniciativa privada e não um serviço público, como saúde e educação”.

Carro da vacina começa a circular nesta quarta-feira, em Campina Grande

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Na reta final da campanha de vacinação contra a Poliomielite (Paralisia Infantil), a Secretaria de Saúde da Prefeitura de Campina Grande retomou a vacinação na Praça da Bandeira. As ações acontecerão de segunda à sexta-feira, das 8h30 às 11h30, e aos sábados das 8h às 12h. Paralelamente, a Coordenação de Imunização vai iniciar o projeto “Carro da Vacina”, que vai levar vacinação para as casas das pessoas por meio de uma busca ativa vacinal.

A vacinação na Praça da Bandeira foi retomada nesta terça-feira (18), e o “Carro da Vacina” começa a circular nesta quarta-feira, 19. O projeto vai começar pelo Distrito dos Mecânicos e áreas adjacentes. A ação será realizada em pontos específicos e as equipes vão circular pelos bairros para realizar a busca ativa até as crianças.

Em seguida, as vacinas ofertadas através do projeto serão ampliadas. “No primeiro momento vamos focar na vacinação contra a pólio para atingir as crianças de 1 a 4 anos de idade que precisam receber essa vacina adicional. Depois, vamos levar várias vacinas à população em geral”, disse a gerente de atenção básica, Samira Luna.

Atualmente, Campina Grande vacinou cerca de 80% das 22.117 crianças de 1 a 4 anos. A meta é imunizar 95% para proteger da paralisia infantil. O esquema vacinal normal da Poliomielite é com a aplicação de vacinas aos dois, quatro e seis meses de vida e dois reforços com um e quatro anos de idade. Mesmo as crianças que estão com a caderneta vacinal em dia também precisam receber essa dose extra da campanha.

Já na Praça da Bandeira, além da vacina contra a pólio, também estão sendo oferecidas as vacinas contra Influenza, para todas as pessoas de seis meses de vida em diante, e vacina contra a covid-19 para todos os públicos elegíveis.

Suspeito de furtos em lojas e apartamentos no Centro de Campina Grande é preso

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A Polícia Militar prendeu na noite desta terça-feira (19) um homem que é suspeito de vários furtos em lojas e apartamentos no Centro de Campina Grande. Robson Irineu Gomes, de 20 anos, foi preso no bairro do Alto Branco. Ele foi detido por força de um mandado de prisão preventiva que foi expedido pela 3ª Vara Criminal de Campina Grande.

Apesar de jovem, Robson é suspeito da prática de vários crimes. Ele foi detido pela guarnição comandada pelo Sargento Moura e encaminhado para a Central de Polícia de Campina Grande, onde fica a disposição da justiça.

POCINHOS: Bandidos fazem arrastão e promovem noite de medo para a população

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Ao menos três estabelecimentos foram alvos de uma dupla de bandidos na noite desta terça-feira (19) no município de Pocinhos, Agreste paraibano. Armados os criminosos renderam as vítimas e praticaram os crimes. Um dos alvos foi um depósito de bebidas, onde os criminosos foram violentos e ameaçaram as vítimas, obrigando as pessoas que estavam no local a deitar no chão.

A polícia ainda chegou a realizar rondas após o crime, mas até o momento nenhum dos suspeitos foi detido. O caso chamou a atenção da população local, que geralmente convive com um cenário de paz, porém nesta terça-feira acabou vivendo momentos de medo e insegurança.