VOCÊ BEM-INFORMADO SEMPRE!

20.1 C
Campina Grande

VOCÊ BEM-INFORMADO SEMPRE!

Início Site Página 219

Corpo de homem é encontrado às margens da BR-101 em avançado estado de decomposição 

0

O corpo de um homem em avançado estado de decomposição foi encontrado na manhã desta quarta-feira (9), às margens da BR-101, em Mamanguape, no Litoral Norte da Paraíba. Próximo da vítima, que portava cerca de R$ 4 mil, havia uma motocicleta de cor vermelha.

Equipes das Polícias Militar, Rodoviária Federal e Civil foram acionadas. O local onde a vítima estava precisou ser isolado para realização da perícia.

O corpo da vítima foi levado ao Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de João Pessoa para identificação e a causa da morte.

Trio é preso com 11 kg de maconha ‘skunk’ avaliada em mais de meio milhão de reais na PB

0

Três homens foram presos em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. As prisões ocorreram na BR-230, no município de Sousa, no Sertão da Paraíba. Dois veículos foram apreendidos na operação entre PRF, Polícia Militar e Polícia Federal.

Os acusados transportavam 11 kg de maconha “skunk no interior do carro, quando foram abordados pela polícia em um trecho da rodovia no Distrito de São Gonçalo.

Na ação policial foram presos Francisco Américo de Lima Filho, de 50 anos, Joalbo de Sousa Oliveira, 49 anos e Judson Rodrigues Vieira, de 26 anos. Os acusados foram levados para sede da Polícia Federal em Patos.

De acordo com a polícia, uma denúncia anônima ajudou na prisão dos indivíduos e apreensão do entorpecente avaliado em mais de R$ 500 mil. Dois veículos foram a apreendidos na operação conjunta.

Operação cumpre sete mandados de prisão contra acusados de assaltos no Brejo da PB

0

As Polícias Civil e Militar deflagraram no início da manhã desta quarta-feira (9) uma operação na região de Guarabira, no Brejo da Paraíba, para combater crimes patrimoniais. Sete pessoas foram presas por força de mandado de prisão preventiva.

Conforme as investigações, os suspeitos integram uma facção criminosa na qual tinham a função de cometer assaltos, além do tráfico de drogas.

A operação foi deflagrada após uma crescente onda de assaltos na região. A expectativa da polícia é de que o número de crimes patrimoniais tenha uma redução de 50% a partir das prisões realizadas hoje.

Colisão entre carro e caminhão pipa deixa um morto no Sertão da PB

0

Na manhã desta quarta-feira (9) um homem morreu durante acidente na BR-405 entre os municípios de São João do Rio do Peixe e Marizópolis, no Sertão paraibano.

O acidente ocorreu por volta das 8h20, na altura do sítio Livramento e ocorreu quando um caminhão pipa colidiu com a lateral de uma pick-up Strada. Ferido, o motorista do da pick-up, um homem de 30 anos, faleceu ainda no local.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), O motorista do caminhão, de aproximadamente 40 anos, não teve ferimentos. A pista está parcialmente liberada.

PF cumpre mandados contra manipulação em jogos de futebol; alvo em CG tentou livrar provas

0

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (9) a segunda fase da Operação Jogada Ensaiada, que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa voltada à manipulação de resultados em partidas de futebol. Na Paraíba a ação acontece na cidade de Campina Grande. Estima-se que a organização criminosa movimentou cerca de R$ 11 milhões.

O homem alvo da operação em Campina Grande chegou a jogar os celulares pela janela ao perceber a presença dos policiais, mas os aparelhos foram recuperados.

Na ação de hoje, 60 policiais federais cumprem 12 mandados de busca e apreensão nas cidades de Aracaju/SE, Araguaina/TO, Assu/RN, Belo Horizonte/BH, Brasília/DF, Campina Grande/PB, Fortaleza/CE, Igarassu/PE, Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/SP e Sumaré/SP. Equipes policiais estão nas casas de empresários, jogadores de futebol e apostadores envolvidos no esquema.

A operação, cuja primeira fase foi deflagrada em outubro de 2022, tinha por objetivo investigar fraudes no futebol sergipano. Entretanto, a análise do material apreendido acabou revelando um esquema muito maior, de âmbito nacional.

Foram identificados diálogos nos quais empresários (representantes de jogadores), apostadores e dirigentes combinavam manipulação de resultados de partidas de futebol com objetivo de obter ganhos ilícitos em sites de apostas.

Até o momento, foram identificadas manipulações em jogos de diversos campeonatos estaduais e nos campeonatos brasileiros das séries D e C.

Os investigados responderão por crimes previstos na lei geral do esporte e organização criminosa.

Universitária paraibana é dopada e estuprada ao sair de festa em Fortaleza: “Estou sem chão”

0

Uma estudante do curso de Medicina, de 24 anos, relatou ter sido vítima de estupro na saída de uma festa em Fortaleza, Capital do Ceará. A universitária, natural de João Pessoa, foi dopada com o “boa noite cinderela”, como concluiu exames feitos da vítima.

A jovem disse que estava com um copo de água de coco, mas deixou o recipiente para fazer fotos. Ao voltar, pegou o copo e bebeu. Logo em seguida, sentiu-se um pouco desorientada e de despediu de amigos. Ao sair da festa, um homem se ofereceu para deixá-la em casa. Apesar de ter passado o endereço correto, foi levada para outro local, onde foi vítima de estupro.

“Ele entrou no carro comigo. Lembro-me ainda dele falar o seu endereço ao taxista. Eu já fraca e desorientada, dizia o meu endereço. Lembro que a única palavra que falava era ‘não’. Não lembro onde estava, nem dele, nem de sua fisionomia. Acordei no outro dia com outros homens dormindo no mesmo quarto”, relata a jovem, segundo o g1 Ceará.

Além do homem que a levou até o local do crime, outros três homens estavam no quarto com ela. Em denúncia à polícia, ela disse não se lembrar se todos eles cometeram o estupro.

“Estou sem chão, parece que meus sonhos desapareceram. Hoje meu sentimento é de um oco, como se levassem o que eu tinha de alma”, completou.

Redação com g1 Ceará

Donos da Braiscompany viram réus em ação contra pirâmide financeira

0

O juiz Vinícius da Costa Vidor, da 4ª Vara Federal de Campina Grande, recebeu, na manhã desta terça-feira (8), a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra os empresários Antônio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Farias, proprietários da Braiscompany, e outras 11 pessoa suspeitas de participar de um esquema contra o Sistema Financeiro Nacional.

A denúncia foi apresentada no final do mês passada. Com a decisão de hoje, os investigados passam a responder com réus na ação penal e terão que se defender das acusações apresentadas pelos procuradores que atuam no caso perante à Justiça Federal.

Ao despachar hoje, Vidor lembrou que Antônio Inácio e Fabrícia Campos” encontram-se, atualmente, em local incerto e não sabido, tendo se evadido do cumprimento do mandado de prisão expedido em seu desfavor” por isso, determinou a expedição de edital para citação de ambos.

Além disso, o juiz pontuou que “o réu VICTOR HUGO LIMA DUARTE encontra-se preso na Argentina, estando em curso procedimento para sua extradição, bem como que os réus ARTHUR BARBOSA DA SILVA e SABRINA MIKAELLE LACERDA LIMA encontram-se presos em Foz do Iguaçu/PR”. As audiências de instruções devem acontecer em novembro.

“De modo a assegurar a celeridade da tramitação da presente ação penal, especialmente considerando a grande quantidade de réus, alguns deles presos cautelarmente, designo, de forma antecipada, as datas de 13 a 24 de novembro de 2023, sempre das 09 às 16 horas, para a realização da audiência de instrução, devendo desde logo ser intimada a testemunha arrolada pelo MPF e cientificados os réus da(s) data(s) agendada(s) para o ato quando de sua citação para apresentar resposta escrita”, transcreveu o juiz.

DREX: o que é e como funcionará a moeda digital brasileira

0

A versão virtual do real deu mais um passo rumo à implementação. O Banco Central (BC) anunciou que a moeda digital brasileira se chamará Drex.

Com a plataforma em fase de testes desde março e as primeiras operações simuladas previstas para setembro, o real digital pretende ampliar as possibilidades de negócios e estimular a inclusão financeira. Tudo num ambiente seguro e com mínimas chances de fraudes.

A ideia, segundo o BC, é que o Drex seja usado no atacado para serviços financeiros, funcionando como um Pix – sistema de transferências instantâneas em funcionamento desde 2020 – para grandes quantias e com diferentes finalidades. O consumidor terá de converter reais em Drex para enviar dinheiro e fazer o contrário para receber dinheiro.

Confira como vai funcionar a nova moeda digital oficial do país:

O que é o Drex?

Também chamado de real digital, o Drex funcionará como uma versão eletrônica do papel-moeda, que utiliza a tecnologia blockchain, a mesma das criptomoedas. Classificada na categoria Central Bank Digital Currency (CBDC, Moeda Digital de Banco Central, na sigla em inglês), a ferramenta terá o valor garantido pela autoridade monetária. Cada R$ 1 equivalerá a 1 Drex.

Considerado à prova de hackers, o blockchain é definido como uma espécie de banco de dados ou de livro-razão com dados inseridos e transmitidos com segurança, rapidez e transparência. Sem um órgão central de controle, essa tecnologia funciona como uma espécie de corrente de blocos criptografados, com cada elo fechado depois de determinado tempo. Nenhuma informação pode ser retirada ou mudada porque todos os blocos estão conectados entre si por senhas criptografadas.

Qual a diferença em relação às demais criptomoedas?

As criptomoedas obedecem à lei da demanda e da oferta, com o valor flutuando diariamente, como uma ação de uma empresa. Sem garantia de bancos centrais e de governos, a cotação das criptomoedas oscila bastante, podendo provocar perdas expressivas de valor de um dia para outro.

Atrelado às moedas oficiais, o CBDC oscila conforme a taxa diária de câmbio, determinada pelos fundamentos e pelas políticas econômicas de cada país. A taxa de câmbio, no entanto, só representa diferença para operações entre países diferentes. Para transações internas, o Drex valerá o mesmo que o papel-moeda.

Outra diferença em relação às criptomoedas está no sistema de produção. Enquanto moedas virtuais como Bitcoin, Ethereum e outras podem ser “mineradas” num computador que resolve algoritmos e consome muita energia, o Drex será produzido pelo Banco Central, com paridade em relação ao real.

Qual a diferença do Drex para o Pix?

Embora possa ser considerado primo do Pix, por permitir pagamentos instantâneos entre instituições financeiras diferentes, o Drex funcionará de maneira distinta. No Pix, a transferência ocorre em reais e obedece a limites de segurança impostos pelo BC e pelas instituições financeiras. No Drex, a transferência utilizará a tecnologia blockchain, a mesma das criptomoedas. Isso permitirá transações com valores maiores.

Que serviços poderão ser executados com o Drex?

Serviços financeiros em geral, como transferências, pagamentos e até compra de títulos públicos. Os consórcios habilitados pelo Banco Central poderão desenvolver mais possibilidades, como o pagamento instantâneo de parcelas da casa própria, de veículos e até de benefícios sociais, conforme anunciado pelo consórcio formado pela Caixa Econômica Federal, a Microsoft do Brasil e a bandeira de cartões de crédito Elo.

O Drex permitirá o uso de contratos inteligentes. No caso da venda de um veículo, não haveria a discussão se caberia ao comprador depositar antes de pegar o bem ou se o vendedor teria de transferir os documentos antes de receber o dinheiro. Todo o processo passará a ser feito instantaneamente, por meio de um contrato automatizado, reduzindo o custo com burocracias, intermediários e acelerando as operações.

Como se dará o acesso ao Drex?

Prevista para chegar ao consumidor no fim de 2024 ou início de 2025, o Drex só funcionará como uma moeda de atacado, trocada entre instituições financeiras. O cliente fará operações com a moeda digital, mas não terá acesso direto a ela, operando por meio de carteiras virtuais.

O processo ocorrerá da seguinte forma. Primeiramente, o cliente (pessoa física ou empresa) deverá depositar em reais a quantia desejada numa carteira virtual, que converterá a moeda física em Drex, na taxa de R$ 1 para 1 Drex. Essas carteiras serão operadas por bancos, fintechs, cooperativas, corretoras e demais instituições financeiras, sob a supervisão do BC. Novos tipos de empresas com carteira virtual poderão ser criados, conforme a evolução da tecnologia.

Após a tokenização (conversão de ativo real em ativo digital), o cliente poderá transferir a moeda digital, por meio da tecnologia blockchain. Caberá ao receptor converter os Drex em reais e fazer a retirada.

A tokenização pode ser definida como a representação digital de um bem ou de um produto financeiro, que facilita as negociações em ambientes virtuais. Por meio de uma série de códigos com requisitos, regras e processos de identificação, os ativos (ou frações deles) podem ser comprados e vendidos em ambientes virtuais.

Testes
Em março, o BC escolheu a plataforma Hyperledger Besu para fazer os testes com ativos de diversos tipos e naturezas. Essa plataforma tem baixos custos de licença e de royalties de tecnologia porque opera com código aberto (open source).

Em junho, o BC escolheu 16 consórcios para participar do projeto piloto. Eles construirão os sistemas a serem acoplados ao Hyperledger Besu e desenvolverão os produtos financeiros e as soluções tecnológicas. A lista completa de entidades selecionadas pelo Comitê Executivo de Gestão está no site do BC.

Previstos para começarem em setembro, os testes com os consórcios ocorrerão com operações simuladas e testarão a segurança e a agilidade entre o real digital e os depósitos tokenizados das instituições financeiras. A testagem será feita em etapas até pelo menos fevereiro do próximo ano, quando ocorrerem operações simuladas com títulos do Tesouro Nacional.

Ativos
Os ativos a serem testados no projeto piloto serão os seguintes:

• depósitos de contas de reservas bancárias;

• depósitos de contas de liquidação;

• depósitos da conta única do Tesouro Nacional;

• depósitos bancários à vista;

• contas de pagamento de instituições de pagamento;

• títulos públicos federais.

Acordo garante a oferta de 80 cirurgias ortopédicas e neurológicas por mês em CG

0

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) celebrou, segunda-feira (7), um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Município de Campina Grande e o Hospital Antônio Targino para atender a demanda reprimida de procedimentos cirúrgicos nas áreas de ortopedia e neurologia.

Com o TAC, a unidade hospitalar – que já tem contrato com o Município para a prestação de serviços nessas duas especialidades – deverá adequar sua estrutura física e de profissionais médicos para aumentar o número de leitos e a quantidade de próteses, comprometendo-se a realizar até 80 cirurgias ortopédicas e neurocirurgias por mês.

O TAC proposto pela promotora de Justiça Adriana Amorim (que atua na defesa da Saúde em Campina Grande) é um desdobramento de uma notícia de fato, instaurada para averiguar a demanda existente de pacientes que aguardam procedimentos cirúrgicos nas duas áreas.

Segundo a representante do MPPB, existem ações judiciais em curso em que foi imposta a obrigação do Município de custear procedimentos de artroplastia, artroscopia de ombro e de joelho e de reconstrução de ligação de joelho.

O TAC também leva em consideração a demanda por procedimentos cirúrgicos na área de ortopedia, alguns dos quais não possuem os devidos códigos na tabela SUS, bem como a necessidade e a possibilidade de o Hospital Antônio Targino ampliar leitos para assumir essa demanda reprimida.

Compromissos assumidos:

O Município, por meio da SMS-CG, comprometeu-se a adotar as medidas administrativas necessárias ao pagamento de um incremento financeiro por cirurgia ortopédica e neurológica realizada por determinação judicial ou administrativa no Hospital Antônio Targino aos pacientes residentes em Campina Grande.

Também se obriga a prever a execução das atividades adequadas ao cumprimento do TAC na Lei de Diretrizes Orçamentárias e na Lei Orçamentária, se necessário, para este exercício financeiro e os seguintes, com submissão ao Legislativo Municipal, caso seja indispensável.

Os procedimentos cirúrgicos, por sua vez, deverão ser acompanhados pelos setores de Auditoria e de Regulação da SMS-CG. Já o MPPB fiscalizará o cumprimento do acordo, adotando as providências legais cabíveis, quando necessário.

O TAC foi assinado pela promotora de Justiça; pelo secretário municipal de Saúde, Gilney Porto; pelo assessor jurídico da SMS-CG, Eraldo Gurjão; e pelo administrador do Hospital Antônio Targino, Fabrício Targino. O descumprimento do acordo resultará na aplicação de multa por dia de atraso, que será revertida ao Fundo Especial de Direitos Difusos.

JP e CG têm mais de 700 vagas disponíveis de emprego; confira

0

As cidades de João Pessoa e Campina Grande iniciaram a semana com 748 vagas disponíveis para quem busca oportunidade no mercado de trabalho. Os interessados devem procurar o Sistema Nacional de Emprego (Sine) de cada município.

A capital João Pessoa está disponibilizando 631 vagas de trabalho. São mais de 30 funções disponíveis para quem se dirigir em busca de oportunidade. Desse total, 500 são para operador de telemarketing ativo, sem exigência de experiência. (Clique aqui para conferir as vagas)

Já em Campina Grande, o Sine Municipal oferece 117 vagas. O maior leque de chances, assim como em João Pessoa, é para operador de telemarketing, com 42 vagas. Há também 50 vagas para pessoas com deficiências, no setor administrativo e operacional. (Clique aqui para conferir as vagas)

O Sine-JP fica na Avenida João Suassuna, número 49, próximo à Praça Antenor Navarro, no Varadouro, atendendo das 8h às 16h. Em Campina Grande fica localizada rua Santa Clara, sem número, no Centro, próximo ao Terminal de Integração de Passageiros. Por lá, o atendimento ao público está disponível de segunda à quinta-feira, das 7h às 17h, e na sexta-feira, excepcionalmente de 7h às 13h.