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Seap aguarda fim de quarentena para definir em qual cela suspeito de matar Patrícia Roberta será mantido preso

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A Secretaria de Administração Penitenciária da Paraíba (Seap) aguarda o fim da quarentena de Jonathan Henrique, de 23 anos, para decidir se ele será isolado e em qual cela do Presídio do Roger vai recolher o suspeito de matar Patrícia Roberta, de 22 anos. Ela foi encontrada morta, no último dia 27 de abril, em um matagal após desaparecer, no dia 25 do mesmo mês, depois de ter vindo de Caruaru até João Pessoa, no dia 23, para encontrar o amigo.

A quarentena de Jonathan Henrique deve terminar na quarta-feira (12) da semana que vem.

Jonathan Henrique passou por audiência de custódia virtual, na quarta-feira (28), e foi recolhido em quarentena na Central de Polícia Civil de João Pessoa, e depois será encaminhado ao Presídio do Roger, na capital paraibana. Procurado pela polícia, ele foi encontrado no apartamento de um amigo em Mangabeira, na noite do mesmo dia em que o corpo de Patrícia Roberta foi achado.

Com Click PB

Em Campina Grande, PF deflagra operação contra fraudes no Auxílio Emergencial

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A Polícia Federal na Paraíba, através da sua unidade em Campina Grande, desencadeou nesta quarta-feira (5), a Operação Parcela Extra. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Juízo da 6ª Vara Federal de Campina Grande.

A Operação Parcela Extra refere-se à circunstância dos criminosos terem obtido ganhos extras indevidos, a partir do cadastramento irregular junto ao Governo Federal.

Uma vez que as fraudes ao Auxílio Emergencial são perpetradas através de meios eletrônicos, a investigação buscou em base de dados elementos relativos a suspeitos, e posteriormente ferramentas de análise foram empregadas, sendo possível identificar pessoas que fraudaram os sistemas do governo federal.

Os investigados responderão pelo crime de furto mediante fraude em concurso de pessoas, previsto no art. 155, § 4º, incisos II e IV do Código Penal.

CASO PATRÍCIA: Pai de suspeito diz estar recebendo ameaças

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O pai do suspeito de assassinar Patrícia Roberta denunciou à Polícia Civil que está sendo vítima de ameaças e perseguição, em João Pessoa. Ele registrou boletins de ocorrência na última semana.

Márcio Falcão denunciou que sofreu ameaças do pai de Patrícia Roberta, no dia 27 de abril. O boletim de ocorrência diz: “Além das ameaças recebidas, o sr. Paulo Roberto Gomes da Silva, por meio de palavras, incita cometimento de crime em face do notificante e de seu filho”. Outro trecho diz: “Depois das ameaças e ofensas, foi contido o sr Paulo Roberto em virtude de tentativas de agressão física contra o notificante”.

No dia 29 de abril, ele disse que “percebeu que estava sendo perseguido por um veículo gol branco, com vidros fumê”. Márcio afirma que foi vítima de “palavras injuriosas” por um pessoa que estava no carro. Ele ouviu que era “conivente com o crime, bandido, vagabundo, assassino como o filho, que nenhum aluno o procurasse como professor porque poderia ser pedófilo e que onde estivesse iria pegá-lo”.

No dia 30 de abril, outro boletim de ocorrência foi registrado pelo pai de Jonathan. Ele afirmou que foi perseguido por um homem em uma motocicleta, no bairro de Mangabeira. Em depoimento, ele disse que o motociclista” tirou a mão direita do guidão e colocou em baixo da blusa”. Márcio disse que colocou o veículo para cima do motoqueiro, batendo de raspão. O professor disse que fugiu do local, “mas ainda percebeu que o motoqueiro efetuou um disparo”.

O crime

O corpo de Patrícia foi encontrado no dia 27 de abril em avançado estado de decomposição em uma mata próxima a um condomínio em João Pessoa. Jonathan Henrique foi preso no fim da noite do mesmo dia. Ele é suspeito de assassinar e ocultar o cadáver da pernambucana de 22 anos.

Familiares denunciaram o desaparecimento após a jovem, que morava no município de Caruaru em Pernambuco, chegar a João Pessoa e interromper os contatos pelas redes sociais.

Com Portal T5

Waldeny recebe projeto do Poder Executivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias 2022

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O vereador Marinaldo Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Campina Grande, fez a entrega nesta terça-feira (4), do projeto de autoria do Poder Executivo que institui a Lei de Diretrizes Orçamentárias 2022 ao presidente da Comissão de Finanças, Orçamento, Fiscalização Financeira e Controle do legislativo, Waldeny Santana (Democratas).

A partir de agora, uma série de prazos para discussão da matéria passam a correr, incluindo para a realização de audiências públicas. A LDO define as metas e prioridades da administração municipal para o próximo ano, além de servir como principal orientação para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) 2022.

De acordo com o Regimento Interno da Câmara Municipal, a Casa tem até o dia 20 de junho para discutir e votar a LDO. “As leis orçamentárias são peças de extrema importância e, como não poderia ser diferente, esse trabalho terá toda a minha atenção e dedicação tanto agora quanto em relação à Lei Orçamentária Anual e ao Plano Plurianual”, comentou Waldeny.

RETORNO PRESENCIAL

Nesta terça-feira, a Câmara de Campina Grande retomou as atividades no modelo híbrido, com volta ao plenário dos vereadores que desejarem e se sentirem seguros para o retorno, caso de Waldeny Santana, que, inclusive, foi um dos que defenderam a medida.

“O cotidiano no parlamento é muito importante para a atividade legislativa. E posso dizer isso com tranquilidade porque sou um vereador de presença e atuação dentro e fora das instalações da Câmara”, analisou o parlamentar.

REDE PÚBLICA: Campina Grande deve apresentar plano de retomada das aulas presenciais até próxima semana

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A Prefeitura de Campina Grande deve apresentar ao Ministério Público da Paraíba um plano de retomada para as aulas presenciais na rede municipal de ensino até a próxima semana. O prazo para apresentação do plano foi definido em audiência de conciliação, nesta segunda-feira (3).

O principal objetivo da ação não é promover um retorno imediato às aulas, mas fazer com que a prefeitura defina um cronograma para retomada gradual e segura nas escolas e creches da rede pública de ensino, segundo o Ministério Público.

Os representantes do órgão também argumentaram sobre a importância de preservar o direito dos cidadão de enviarem seus filhos à escola, dando opção do ensino híbrido para os profissionais e estudantes em risco.

Após debates, a prefeitura se comprometeu em apresentar o plano de retomada gradual das atividades presenciais da rede pública de ensino em até 10 dias.

O secretário de Educação de Campina Grande, Asfora Neto, afirmou que não há um prazo para retorno às aulas na rede municipal, apesar do diálogo com o MP. A expectativa é que, após o prazo para apresentação do cronograma de retorno, uma nova audiência seja realizada para avaliar o contexto.

“Vamos nos encontrar novamente pra analisar se há entendimento, ouvindo as autoridades sanitárias, o MPT, o sindicato dos profissionais de educação, pra que possamos construir alguma opinião. O Município, através da Secretaria de Educação e da Procuradoria Geral, sugeriu a participação do Governo do Estado no debate, uma vez que o decreto estadual proíbe o retorno das aulas na rede pública de ensino na Paraíba”, afirmou.

O secretário também pontuou que o avanço da vacinação contra a Covid-19 seria fundamental para o retorno às aulas. A imunização de professores e servidores da Educação ainda não começou na Paraíba.

Com G1 PB

CUIDADO: Bandidos se passam por fiscais da Vigilância Sanitária para aplicar golpes em Campina Grande

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A Gerência de Vigilância Sanitária de Campina Grande (Gevisa)  faz um alerta à população sobre a ocorrência de um golpe. Segundo denúncias apresentadas, pessoas têm se passado por fiscais do órgão, telefonando para os estabelecimentos e informando sobre a exigência de uma sanitização nos ambientes. Este processo, segundo o informado nas denúncias, seria necessário à emissão de alvarás, entre outros documentos.

A gerência do órgão alerta a população que essa exigência é falsa e trata-se, na verdade, de um golpe. “A Gevisa não faz este tipo de exigência, não oferece nenhum serviço e não faz abordagens por telefone, somente presencialmente”, alertou a Gerente da Gevisa, Betânia Araújo.

Conforme o atual procedimento da Gevisa, após a solicitação do Alvará, uma equipe da Gerência de Vigilância Sanitária realiza a inspeção no estabelecimento para avaliar a estrutura física, condições higiênico-sanitárias, processo de trabalho e equipamentos da atividade econômica.

Só depois é emitido o Alvará de Saúde Pública. Sendo assim, é necessário que a estrutura física do estabelecimento seja compatível com a atividade econômica pretendida.

Como proceder?

A Gerência de Vigilância Sanitária de Campina Grande (Gevisa) informa que desde o início da pandemia, em função dos riscos de infecção pelo novo coronavírus, as solicitações de serviços como a emissão de alvarás, entre outros, estão sendo realizadas de forma remota, através da plataforma campinagrande.1doc.com.br.

O órgão já emitiu um informativo, comunicando à população sobre mudanças na forma de atendimento, nos serviços e nos procedimentos realizados pelo órgão. Qualquer cidadão pode acessar o sistema, buscar a central de atendimento e solicitar o serviço na aba de protocolos.

 

Paraíba registra 40 novas mortes por Covid-19; No total, já são mais de 6,9 mil

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, nesta terça-feira (4), 1.129 novos casos de Covid-19. Entre os confirmados hoje, 169 (14,96%) são casos de pacientes hospitalizados e 960 (85,03%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 296.587 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios.

Também foram confirmados 40 novos óbitos desde a última atualização, sendo 19 nas últimas 24h. Os óbitos ocorreram entre os dias dois de janeiro e quatro de maio de 2021, sendo oito deles em hospitais privados, um em residência e os demais em hospitais públicos. Com isso, o estado totaliza 6.912 mortes. O boletim registra ainda um total de 205.861 pacientes recuperados da doença.

Concentração de casos

Cinco municípios concentram 574 novos casos, o que corresponde a 50,84% dos casos registrados nesta terça. São eles: João Pessoa, com 389 novos casos, totalizando 79.961; Campina Grande, com 62 novos casos, totalizando 26.968; Catolé do Rocha, com 47 novos casos, totalizando 3.028; Cajazeiras, com 39 novos casos, totalizando 6.584; Queimadas, com 37 novos casos, totalizando 2.675.

Óbitos

Até esta terça, 215 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os 40 óbitos confirmados neste boletim ocorreram entre residentes dos municípios de Alagoa Nova (1), Bananeiras (1), Bayeux (2), Cabedelo (1), Campina Grande (2), Catolé do Rocha (2), Conceição (1), Cuité (1), Esperança (1), Frei Martinho (1), Itaporanga (1), João Pessoa (12), Livramento (1), Lucena (1), Marcação (1), Massaranduba (1), Nova Olinda (1), Princesa Isabel (1), Queimadas (1), Santa Helena (1), Santa Rita (1), Serra Branca (2), Serraria (1), Sumé (1) e Teixeira (1).

As vítimas são 22 homens e 18 mulheres, com idades entre 25 e 89 anos. Hipertensão foi a comorbidade mais frequente e 13 não tinham comorbidades.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 55%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 48%. Em Campina Grande estão ocupados 69% dos leitos de UTI adulto e no sertão 65% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 63 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo, 675 pacientes estão internados nas unidades de referência.

Cobertura Vacinal

Foi registrado no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 982.893 doses. Até o momento, 664.468 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 318.425 com a segunda dose da vacina. Um total de 1.373.198 doses já foram distribuídas.

Presidente do Conselho de Transportes ignora pauta do cálculo tarifário e Sitrans-CG protesta

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O superintendente de Trânsito e Transportes Públicos de Campina Grande, Carlos Dunga Júnior, na condição de presidente do Conselho Municipal de Transportes Públicos de Campina Grande (Comutp), resolveu não incluir a discussão sobre o cálculo tarifário do transporte coletivo urbano na reunião extraordinária realizada na semana passada.

A inclusão da matéria na pauta havia sido solicitada pelo Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de Campina Grande (Sitrans-CG) diretamente ao presidente do conselho por meio de ofício no dia seis de abril.

No documento, o Sitrans voltou a mostrar a dimensão da crise sobre o sistema, situação agravada pela pandemia, e lembrou que “as empresas encontram-se há 15, meses sem reajuste tarifário, ao passo que todos os insumos da operação, tal como o combustível, veículos, pneus, peças, salários, etc., vêm sendo reajustados”.

Já durante a reunião, o sindicato, através de um dos seus representantes, Alberto Pereira Nascimento, protestou com veemência contra a decisão do presidente do Comutp de ignorar completamente o ofício e não incluir o assunto na pauta.

SITRANS NÃO PROPÕE AUMENTO

Os representantes do Sitrans ressaltam que, diante do cenário atual, o segmento não requer o aumento da tarifa, mas o realinhamento do equilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão, atualmente em aguda defasagem que ameaça seriamente a subsistência do serviço de transporte público em Campina Grande.

“Estamos há mais de um ano com queda ainda maior no número de passageiros por causa da pandemia e há mais de 15 meses sem reajuste, ou seja, as empresas estão pagando literalmente essa conta, a um ponto que se tornou insustentável”, disse o diretor institucional do Sitrans, Anchieta Bernardino, lamentando a decisão do presidente do conselho.

Para assegurar a sobrevivência do serviço, que é essencial para milhares de cidadãos diariamente, o Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por exemplo, zerou a incidência do ICMS sobre a operação, assim como sobre o diesel usado pelos ônibus. Pedido de medida igual foi direcionado ao Governo da Paraíba desde março de 2020, até agora sem resposta.

Homem é morto e outro fica ferido após tiroteio no Centro de João Pessoa

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Um homem foi morto e outro ficou ferido após tiros serem efetuados na noite desta segunda-feira (4), no Centro de João Pessoa, próximo ao Pavilhão do Chá. No local, a perícia encontrou 14 munições de pistola deflagradas.

De acordo com a perícia, o homem que morreu foi atingido por seus tiros na região das costas. Conforme a Polícia Civil, os suspeitos chegaram em um veículo e começaram a atirar.

A Polícia Civil está levantando as imagens de câmeras de segurança para identificar os suspeitos e a motivação do crime.

Com G1 PB

Perícia afirma que adolescente morto em rebelião estava algemado e com várias perfurações

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O adolescente morto em uma rebelião na tarde desta segunda-feira (3), no Centro Socioeducativo de Mangabeira, estava algemado e com várias perfurações pelo corpo. A informação foi dada pela perita criminal Amanda Melo.

Segundo a perita, a vítima foi retirada da cela e estava no pátio da unidade. Segundo informações preliminares, o jovem estava sob ameaça.

Após a rebelião, a Fundação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente “Alice de Almeida” (Fundac) vai abrir processo administrativo para investigar a motivação do tumulto ocorrido no Centro de Atendimento Socioeducativo Edson Mota (CSE).

O delegado Diego Garcia, informou que uma apuração segue sendo feita para saber o que causou a morte do jovem e os autores.

Com Click PB