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CONCURSO: Edital com 1400 vagas da Polícia Civil da PB é publicado

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A edição do Diário Oficial da Paraíba (DOE-PB) desta quarta-feira (29) traz como destaque a publicação do edital com 1.400 vagas do concurso da Polícia Civil do Estado. Há oportunidades para cargos de delegado, escrivão, agente de investigação, perito criminal, técnico em perícia, dentre outras.

São 1.261 vagas para ampla concorrência e 138 para pessoas com deficiências (PCD). O cargo com mais oportunidades é o de escrivão, com 515 oportunidades. Os salários variam entre R$ 3.726,73 e R$ 12.769,80.

As taxas:

a) Delegado de Polícia Civil, Perito Oficial Criminal, Perito Oficial Médico-Legal, Perito Oficial Odonto-Legal e Perito Oficial Químico-Legal: R$ 250,00;

b) Escrivão de Polícia Civil, Agente de Polícia Civil, Técnico em Perícia, Papiloscopista e Necrotomista: R$ 180,00.

Salários:
Delegado: R$ 12.769,80;

perito: R$ 9.920,99;

agente de investigação: R$ 4.271.73;

escrivão: R$ 4.271.73;

técnico em perícia: R$ 3.726,73;

papiloscopista: R$ 3.726,73;

necrotomista: R$ 3.726,73.

As inscrições serão abertas às 10h (de Brasília) no dia 8 de outubro e se estendem até às 18h (de Brasília) do dia 11 de novembro.

De acordo com a banca organizadora, Cebraspe, a instituição não se responsabilizará por solicitação de inscrição não recebida “por motivos de ordem técnica dos computadores, de falhas de comunicação, de congestionamento das linhas de comunicação, por erro ou atraso dos bancos ou entidades conveniadas no que se refere ao processamento do pagamento da taxa de inscrição, bem como por outros fatores que impossibilitem a transferência de dados”.

Após confirmar a inscrição, o candidato deverá imprimir o boleto bancário disponibilizado na página de acompanhamento do concurso, no endereço eletrônico: http://www.cebraspe.org.br/concursos/pc_pb_21. O período de solicitação de isenção de taxa de inscrição irá do dia 8 a 17 de outubro. As incrições devem ser pagas até o dia 12 de novembro.

Etapas do concurso:
A primeira etapa será dividida em cinco fases:

– Provas objetivas e prova discursiva;

– Prova de capacidade física;

– Avaliação psicológica;

– Avaliação de títulos;

– Investigação social.

Na segunda etapa haverá a realização do curso de formação policial – de caráter eliminatório. Aos que se declararem pessoas com deficiência, haverá avaliação biopsicossocial dos candidatos.

Com Portal T5

NA MADRUGADA: Chefe de organização criminosa procurado em todo o país é preso na Paraíba

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Um dos homens mais perigosos da Brasil foi preso na madrugada desta quarta-feira (29) em Livramento, no Cariri paraibano. A prisão foi realizada pela Polícia Civil da Paraíba com apoio da Polícia Civil do Piauí. Com ele, a polícia apreende um fuzil, uma metralhadora e vários explosivos.

O homem é chefe de uma organização criminosa e procurado pelas polícias de vários estados. De acordo com as investigações, ele é especializado em roubos a bancos e carros-fortes e estaria na Paraíba para a prática de crimes não apenas no Estado como na região Nordeste.

Às 10h desta quarta-feira, haverá uma entrevista coletiva à imprensa, na Central de Polícia Civil em Campina Grande, para dar detalhes sobre a operação.

MEGAOPERAÇÃO: Quinze membros de facções criminosas são presos no Sertão da Paraíba

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Quinze pessoas foram presas nesta terça-feira (28) durante uma megaoperação da Polícia Civil no Sertão paraibano. Dez armas de fogo, além de drogas e dinheiro também foram apreendidos. As prisões e apreensões aconteceram nos municípios de Bom Sucesso, Catolé do Rocha, Coremas, Sousa e Pombal. A operação foi realizada pela Delegacia de Repressão Ao Crime Organizado  e pelo Grupo de Operações Especiais. A ação foi em cumprimento de mandados de busca e apreensão domiciliar expedidos pela Segunda Vara Mista de Pombal.

Foram apreendidas duas espingardas cal. 12, uma pistola nove milímetros com numeração raspada, uma pistola cal. 380, um rifle cal. 22, uma espingarda cal. 32, quatro revólveres, além de maconha, cocaína e dinheiro. Ao todo, foram apreendidos R$6 mil.

Campina Grande terá mudanças em linhas de ônibus que atendem Bodocongó e Malvinas

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A partir da próxima segunda-feira (27), Campina Grande terá alterações nas linhas de ônibus que fazem as rotas dos bairros de Bodocongó e Malvinas. As mudanças são uma adequação a nova realidade, causada pela pandemia e que provocou uma queda no número de passageiros. As mudanças serão realizadas pela Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP).

As linhas 263A e 263B serão fundidas criando a nova linha 263 que fará o percurso, atendendo o condomínio Residencial Vila Nova da Rainha, localizado à Rua Florípedes Coutinho, nos dois sentidos com ponto final no Terminal do Chico Mendes, deixando de circular pela Av. Mal Floriano Peixoto e Maria da Guia Muniz, as quais serão cobertas pelas linhas 066 e 660. A Rua Carlos Alberto de Souza será atendida, exclusivamente, pela linha 245.

Já as Linhas 066 e 660 terão seu itinerário alterado para cobrir a região do Severino Cabral que não seriam mais atendidos pela desativação da linha 263B, seguindo pelas Ruas Isolda Barros Torquato (Centro de Zoonoses), João Sérgio de Almeida, Maestro Nilo Lima, Manoel Joaquim Ribeiro, seguindo pela Rua Freira Francisca Gusmão, no caso da 066 e Florípedes Coutinho, no caso da linha 660.

Além disso, a frota da linha 263B será redistribuída para as demais linhas que terão o incremento para se adequar à demanda real.

Gilney Porto é o novo secretário de Saúde de Campina Grande; Mudança foi publicada no Semanário do Município

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O médico Gilney Porto é o novo Secretário de Saúde de Campina Grande. A nomeação foi publicada em edição do Semanário Oficial do Município desta quinta-feira (23). O documento também informou da exoneração do advogado Filipe Reul do cargo. Filipe estava a frente da  Secretaria de Saúde desde o Governo Romero Rodrigues. Ele assumiu a pasta em primeiro de março de 2020, pouco antes da pandemia eclodir em Campina Grande.

Gilney Porto já vinha contribuindo na pasta. Ele estava ocupando o cargo de Secretário Adjunto de Saúde desde o início do Governo Bruno Cunha Lima, em janeiro deste ano.

A decisão do prefeito Bruno pela mudança era uma mudança que já vinha sendo ventilada nos bastidores há algumas semanas.

 

Campina Grande vai fazer concurso com 854 vagas até dezembro; Saiba qual será a banca organizadora

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A Prefeitura de Campina Grande anunciou nesta quinta-feira (23) que até dezembro vai realizar um concurso público com 854 vagas para as áreas da saúde, educação, administração, finanças e departamento jurídico da Rainha da Borborema. A informação foi confirmada na tarde desta quinta no programa Revista 101, da Rádio Cariri, pelo secretário de Administração, Diogo Lyra.

O certamente deve ser realizado até o mês de dezembro. A banca organizadora do certamente será o Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan).

O anúncio do certamente foi feito pelo prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD). Recentemente ele anunciou que até 2024 o município realizará concursos para a contratação de três mil profissionais.

 

 

ELEIÇÕES OAB: Pesquisa DataVox aponta Rodrigo Rabello como preferido para a Subseção Campina Grande

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O Instituto DataVox divulgou uma pesquisa de intenção de votos para a presidência da subsecção da Ordem dos Advogados do Brasil em Campina Grande (OAB-CG).

O levantamento foi realizado entre os dias 17 e 18 de setembro de 2021 e ouviu 200 pessoas e a margem de erro é de 5 pontos percentuais.

Os números mostram uma disputa acirrada entre os candidatos Rodrigo Rabelo e Alberto Jorge.

Espontânea

Na pesquisa espontânea o candidato Rodrigo Rabelo aparece com 10,5% das intenções de voto e o candidato Alberto Jorge aparece com 10%. Eles estão tecnicamente empatados, dentro da margem de erro.

Jairo Oliveira, Macalister, Saulo Medeiros e Veruska Maciel tem 0,5% cada um. 76% se declaram indecisos e 1,5% afirmaram que votariam em branco ou nulo.

Blog do Max Silva

Estimulada

Na pesquisa estimulada, os números são os seguintes: Rodrigo Rabelo 26%, Alberto Jorge 20,5% e Saulo Medeiros 6%, com 45,5% de indecisos e 2% brancos ou nulos.

Blog do Max Silva

A pesquisa também avaliou a gestão do atual presidente da OAB-CG, Jairo Oliveira. Ótima 16%, Boa 50%, Regular 26,5%, Ruim 3,5%, Péssima 1%, não souberam ou não opinaram 3%. O índice dos que aprovam a gestão de Jairo é de 85%.

Blog do Max Silva

Com Blog do Max Silva

Senado aprova reforma eleitoral sem volta de coligações partidárias e com voto valendo dobrado para mulheres e negros; Entenda

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (22) a proposta de emenda à Constituição da reforma eleitoral (PEC 28/2021), mas rejeitou a volta das coligações nas eleições proporcionais. Entre os trechos aprovados está um dispositivo para incentivar candidaturas de mulheres e pessoas negras. Aprovada em agosto pela Câmara dos Deputados, a proposta segue agora para promulgação. O texto precisa ser promulgado até dois de outubro para que as regras tenham validade nas eleições de 2022. Foram 70 votos contra 3 na votação em primeiro turno, e 66 a 3 na votação em segundo turno.

Segundo a relatora, a senadora Simone Tebet (MDB-MS), as coligações distorcem a vontade do eleitor, ao eleger candidatos com orientações políticas diferentes daqueles escolhidos, além de aumentar a fragmentação partidária e dificultar a governabilidade.

As coligações em eleições proporcionais estão proibidas desde a promulgação da Emenda Constitucional 97, de 2017, e já não valeram nas eleições municipais de 2020.

Entre os trechos aprovados pelos deputados e que foram bem recebidos pelos senadores, está a contagem em dobro dos votos dados a candidatos mulheres e pessoas negras, para efeito da distribuição dos recursos dos fundos partidário e eleitoral nas eleições de 2022 a 2030.

“Nós estamos, primeiro, rejeitando a volta das coligações nas eleições proporcionais, até porque ela foi extinta na reforma eleitoral de 2017. Também estamos rejeitando por achar que há aqui uma inconstitucionalidade, a aplicação do princípio da anterioridade eleitoral valendo também para decisões administrativas dos tribunais superiores, especialmente do STF (Supremo Tribunal Federal) e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que tratem sobre processo eleitoral. Também rejeitamos uma mudança muito radical no critério de apresentação do PL de iniciativa popular. O que fica? Fica que mulheres e negros eleitos contarão em dobro para fins de cálculo do valor dos fundos da eleição de 2022 até 2030, como uma forma de estímulo. Estamos também abrindo aqui mais uma possibilidade de deputados e vereadores não perderem o mandato quando pedem o desligamento do partido havendo a anuência do partido de que eles estão saindo. Isso é algo que os tribunais já têm discutido e em que têm avançado”, comentou a relatora.

Fidelidade partidária

O texto aprovado mantém mudança na regra de fidelidade partidária encaminhada pela Câmara, constitucionalizando a fidelidade partidária. Pela nova regra, deputados federais, estaduais e distritais e vereadores que saírem do partido pelo qual tenham sido eleitos não perderão o mandato se a legenda concordar com a saída.

Hoje, ao trocar de partido, esses parlamentares mantêm o mandato apenas em caso de “justa causa”, que inclui, segundo a Lei 9.096, de 1995, “mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; grave discriminação política pessoal; e durante o período de 30 dias que antecede o prazo de filiação exigido em lei para concorrer à eleição”.

Entre outros pontos, a PEC prevê uma regra para impedir que, em caso de incorporação de partidos, eventuais sanções aplicadas ao partido incorporado sejam transferidas para o partido incorporador nem aos seus novos dirigentes, exceto aos que já integravam o partido incorporado.

A relatora também rejeitou dispositivo que permitia às fundações partidárias de estudo e pesquisa e educação política desenvolverem atividades amplas de ensino e formação. Segundo Simone, a ampliação do escopo de atividades das fundações partidárias é matéria a ser regulada em lei e não deve, portanto, ingressar no texto constitucional.

A PEC define ainda a realização de consultas populares sobre questões locais junto com as eleições municipais. Essas consultas teriam que ser aprovadas pelas câmaras municipais e encaminhadas à Justiça Eleitoral até 90 dias antes da data das eleições. As manifestações dos candidatos sobre essas questões não poderão ser exibidas durante a propaganda gratuita no rádio e na televisão.

Posses em janeiro
Simone Tebet manteve no texto a mudança do dia da posse do presidente da República para 5 de janeiro e da posse dos governadores para o dia 6, a partir das eleições de 2026. Hoje, as posses do presidente e dos governadores ocorrem no dia 1º de janeiro.

Os candidatos eleitos para a Presidência da República e para os governos estaduais em 2022 tomarão posse normalmente em 1º de janeiro de 2023, entretanto, seus mandatos durarão até a posse de seus sucessores, em 5 e 6 de janeiro de 2027.

Iniciativa popular
O texto aprovado no Senado retirou a flexibilização da participação popular prevista no texto da Câmara. A PEC encaminhada aos senadores estabelecia que 100 mil eleitores poderiam apresentar um projeto de lei à Câmara dos Deputados com assinatura eletrônica. Pelas regras atuais, um projeto de lei de iniciativa popular deve ter a assinatura em papel de no mínimo 1% do eleitorado nacional, distribuído em pelo menos cinco estados, com não menos de 0,3% dos eleitores de cada um deles.

O texto também definia que os projetos de lei de iniciativa popular tramitariam em regime de prioridade e deveriam ser apreciados conforme regras específicas a serem incluídas nos regimentos do Senado e da Câmara dos Deputados.

Simone excluiu esses dispositivos alegando que é preciso debater mais sobre a questão. Ela considera que “a dinâmica das redes sociais não está ainda suficientemente conhecida e regulamentada” e, portanto, a alteração poderia abrir caminho para fraudes e pautas que podem “desvirtuar a essência democrática das propostas oriundas da vontade popular”.

Anterioridade
A previsão do texto original de que, para valerem na eleição seguinte, as regras eleitorais definidas pelo STF ou TSE teriam que ser publicadas um ano antes — à semelhança do que Constituição já exige para qualquer mudança legislativa na lei eleitoral — foi outro item excluído por Simone.

Para a relatora, colocar isso na Constituição poderia inviabilizar a interpretação e adequação das normas vigentes pelos tribunais, já que é frequente que as leis eleitorais sejam modificadas no limite do prazo, o que deixaria os tribunais sem tempo para adequar as regras à nova lei.

Emendas
Simone Tebet fez alguns ajustes no texto por meio de emendas de redação. Duas emendas de mérito apresentadas por senadores foram destacadas e passarão a tramitar como propostas autônomas, segundo recomendação da relatora: a proposta da senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) de paridade entre sexos nas chapas para presidente e vice-presidente, governador e vice-governador; e a sugestão do senador Alvaro Dias (Podemos-PR) para que a chamada cláusula de desempenho seja aplicada também aos senadores, não só aos deputados.

Simone também manteve no texto o item transitório da PEC que obriga o Tribunal Superior Eleitoral a avaliar apenas os artigos acrescentados ou alterados nos estatutos dos partidos, nos casos de mudança.

Itens rejeitados

A relatora suprimiu grande parte da proposta dos deputados. Sobre a organização dos partidos políticos, o projeto original retomava a possibilidade da formação de coligações em eleições proporcionais — para senadores, deputados e vereadores —, hoje permitidas apenas para as eleições majoritárias (para presidente, governadores e prefeitos). Simone retirou esse item, argumentando que ele distorce o voto do eleitor, violando o direito ao voto direto, cláusula da Constituição que não pode ser mudada (cláusula pétrea).

“Foi algo assim o que aconteceu com os deputados individualmente “bons de voto”, como o Enéas e outros. Como na dimensão da torcida de um grande time, obtiveram, individualmente, votações significativas e, com isso, “puxaram” deputados federais que não obtiveram votos muito além dos membros da família. Ou, no máximo, de uma rua ou, ainda, na melhor das hipóteses, de um pequeno bairro. Não há como falar em representatividade partidária a partir de um critério desses”, justifica a relatora.

Após se candidatar a Presidente da República em 1989, 1994 e 1998, Enéas foi eleito deputado federal por São Paulo em 2002, recebendo a segunda maior votação já registrada no país: mais de 1,57 milhões de votos. Sua eleição “puxou” mais quatro deputados.

Agência Senado
Foto Waldemir Barreto/Agência Senado

Campina Grande continua com alto risco de proliferação do mosquito da dengue e de outras doenças, aponta levantamento

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O 4º Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes Aegypti de 2021 (LIRAa) inspecionou 7.841 imóveis em Campina Grande e apresentou queda, em comparação ao levantamento realizado em julho. O índice geral caiu de 4,9 (julho) para 4,2 (setembro), mas a cidade permanece com alto risco de proliferação das doenças provocadas pelo mosquito. Os bairros onde a situação é mais preocupante são Cruzeiro e Jardim Paulistano (ambos com índice 8,9%) e Malvinas, com 6,4% de infestação.

Quase todos os bairros apresentaram queda no índice em comparação ao LIRAa do mês de julho. Quatro deles se destacam com números abaixo de 1%. São eles: Vila Cabral, Tambor, Estação Velha e Sandra Cavalcante, todos com 0,7%. Porém, mesmo com a diminuição geral, dos 53 bairros onde os imóveis foram visitados, 29 ainda apresentaram alto risco, ou seja, mais de 4%. Os outros 21 bairros seguem com médio risco, quando os números variam entre 1% e 3,9%.

De acordo com o Ministério da Saúde, o risco é considerado baixo quando o percentual é menor ou igual a 0,9%; risco médio quando está entre 1% e 3,9% e alto risco quando é maior ou igual a 4%. Isso significa que os cuidados ainda precisam ser redobrados na cidade, principalmente dentro de casa, onde a aparição de larvas e mosquitos costuma ser maior.

Veja o índice de infestação

A Coordenação de Vigilância Ambiental está realizando um amplo trabalho na zona rural e a aplicação do novo larvicida Espinosade, que é mais eficiente no combate à larva. “Estamos intensificando todo o trabalho de combate ao mosquito, principalmente neste período mais quente que estamos entrando, em que o ciclo de procriação é mais rápido”, disse a coordenadora de Vigilância Ambiental, Rossandra Oliveira.

A Secretaria de Saúde orienta à população que, em caso de informações e denúncias sobre pontos de focos de infestações de larvas do mosquito Aedes aegypti, entre em contato por meio de mensagem com o canal da vigilância ambiental no WhatsApp: (83) 9 9884-9535.

PARAÍBA: Na pandemia, produção de algodão cresce vertiginosamente e abacaxi registra pior safra da última década

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Em 2020 a Paraíba teve uma alta de quase 40 mil hectares de produção agrícola nas lavouras temporárias, em comparação a 2019. O levantamento é da Produção Agrícola Municipal (PAM), divulgada nesta quarta-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em destaque entre os cultivos em lavouras temporárias paraibanas, o algodão herbáceo em caroço cresceu 209,2% em 2020, frente a 2019. De acordo com a pesquisa, o total passou de 1,1 mil toneladas, no ano anterior, para 3,6 mil no último. A produção paraibana foi a 11ª maior do país.

Também foi verificado avanço na área ocupada pela cultura de algodão, que passou de 911 hectares, em 2019, para 2,1 mil hectares em 2020. A PAM indica ainda que, no estado, os principais produtores do algodão herbáceo em caroço foram os municípios de: Sousa, Aparecida, Marizópolis e Tacima.

Outras lavouras temporárias que apresentaram crescimentos expressivos em 2020, diante dos resultados de 2019, foram as de: milho em grão (96,8%); amendoim em casca (89,1%);  feijão em grão (70,8%); fava em grão (49,6%); e arroz em casca (33,7%).

Já um cultivo que registrou queda brusca na Paraíba foi o de abacaxi. Em 2020, as lavouras temporárias registraram a menor quantidade de frutos produzida em 10 anos. Apesar disso, o estado permaneceu como o 2º maior produtor do Brasil, atrás apenas do Pará.

Em 2020, o valor da produção paraibana de abacaxi foi de cerca de R$ 318,9 milhões, sendo o segundo maior do país e representando, aproximadamente, 46,3% do valor total da produção do Nordeste e 13,6% do brasileiro.

Já em relação às lavouras permanentes, as maiores expansões na quantidade produzida ocorreram nas culturas de pimenta-do-reino (21,6%); mamão (9,7%); coco-da-baía (4,2%); e banana (3,9%). Por outro lado, as reduções mais significativas foram constatadas nas lavouras de: limão (-7,5%); urucum – semente (-7,1%); e castanha de caju (-5,2%).

Jornal da Paraíba