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Projeto de Olimpio Oliveira corrige distorções no 14° salário da Educação em Campina Grande

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O vereador Olimpio Oliveira apresentou um projeto de emenda à Lei Complementar nº 072/2013 que visa ampliar o alcance do pagamento do décimo quarto salário aos profissionais e trabalhadores da educação da rede pública municipal de Campina Grande. A proposta recebeu a subscrição de dez parlamentares e altera o artigo 1º da legislação, incluindo um novo parágrafo e suprimindo outro que limitava o benefício.

Pelo texto atual, apenas os profissionais lotados em escolas que aumentaram em pelo menos 20% o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em relação à aferição anterior têm direito ao pagamento extra. Com a emenda, o benefício passará a ser garantido também àqueles que atingirem a meta do Ideb estabelecida pelo Ministério da Educação, mesmo sem alcançar o aumento percentual exigido anteriormente.

Na justificativa da proposta, Olimpio Oliveira argumenta que a regra atual tem sido injusta e desestimulante. “Se por um lado é justo premiar os profissionais que elevam em 20% o índice, é igualmente justo premiar os profissionais das escolas que tanto fazem para atingir este índice”, destacou. O vereador também apontou que, segundo dados da própria prefeitura, das 106 escolas municipais, apenas nove receberam o 14º salário no último ano, embora quinze tenham alcançado a meta do Ideb.

O parlamentar defende que a mudança promoverá maior equidade no reconhecimento dos esforços dos profissionais da educação, valorizando aqueles que já conseguem atingir os padrões exigidos e incentivando o aprimoramento contínuo do ensino público na cidade.

Meia-entrada para acompanhantes de idosos é tema de PL de Anderson Pila em Campina Grande

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Com o objetivo de promover a inclusão social e garantir o acesso pleno de idosos a atividades culturais, esportivas e de lazer, o vereador Anderson Pila protocolou na Câmara Municipal de Campina Grande um requerimento que propõe a ampliação do benefício da meia-entrada para acompanhantes de pessoas idosas. A proposta tem como base o Estatuto do Idoso (Lei Federal nº 10.741/2003) e se aplica a eventos realizados no município.
Atualmente, Campina Grande conta com uma população idosa superior a 70 mil habitantes. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aproximadamente 23% desses idosos apresentam algum tipo de deficiência ou dificuldade de locomoção, o que impacta diretamente sua participação em eventos. Esses dados reforçam a justificativa apresentada por Anderson Pila para protocolar o projeto de lei (PL), que garante o direito à meia-entrada também aos acompanhantes.
O Projeto de Lei, protocolado na Câmara de Vereadores, na Casa Félix Araújo, dispõe que:
Parágrafo único:

O acompanhante do idoso deverá ser, necessariamente, um familiar ou pessoa de confiança, que se responsabilize pela assistência ao idoso durante a realização do evento, com a finalidade de garantir sua inclusão social e acessibilidade.
Em nota, o vereador Anderson Pila defendeu: “O acompanhante se torna uma figura essencial para que o idoso possa usufruir plenamente dos benefícios da cultura, do esporte e do lazer.”
O PL apresentado também prevê penalidades para o descumprimento da norma. Segundo o Artigo 6º, o não cumprimento do disposto sujeitará o infrator às sanções administrativas cabíveis, incluindo:
I – Advertência;
II – Multa, no valor de R$ 50,00 a R$ 300,00 (UFMC), conforme a reincidência;

III – Impedimento de participação em licitações ou parcerias públicas, em caso de reincidência.

A fiscalização ficará a cargo do Procon Municipal, responsável também pela arrecadação das multas, que deverão ser destinadas ao Fundo Municipal do Idoso (FMI).

Ele ainda destacou que o direito à cultura e ao lazer está garantido na Constituição Federal de 1988 e em tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário, como a Convenção Interamericana sobre a Proteção dos Direitos Humanos dos Idosos.
Com isso, a proposta busca não apenas corrigir uma lacuna existente, mas também promover a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida da população idosa, contribuindo para a construção de uma cidade mais justa e acessível para todos.

Jô Oliveira cobra sanção de leis aprovadas em 2024 e denuncia descaso do Executivo: “Fazemos leis, mas elas não são cumpridas”

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Durante a Sessão Ordinária desta quarta-feira (25), na Câmara Municipal de Campina Grande, a vereadora Jô Oliveira (PCdoB) fez um duro pronunciamento cobrando do Executivo municipal o respeito às atribuições do Legislativo. A fala da parlamentar destacou a falta de retorno da Prefeitura aos pedidos de informação e, principalmente, a ausência de sanção de leis que foram aprovadas ainda em 2024.

“Eu entendo que essa casa tem uma tarefa. A gente faz os nossos requerimentos, a gente faz os nossos projetos de lei, a gente traz aqui para o debate para os colegas, a gente tenta inclusive nesse processo entendendo o papel que essa casa tem, mas vejam: todos esses são pedidos de informação que fizemos à Prefeitura e apenas dois tiveram retorno. E aí eu pergunto: qual é o papel dessa casa? Qual é a função que nós temos aqui?”, questionou Jô em plenário.

A vereadora também criticou diretamente a omissão do prefeito Bruno Cunha Lima diante de leis aprovadas no ano passado. Segundo ela, a falta de manifestação do chefe do Executivo é mais uma forma de esvaziar o trabalho legislativo.

“Nós temos leis aprovadas desde o ano passado (2024) que até o presente momento não foram aprovadas pelo prefeito Bruno Cunha Lima. A casa, ela tem um papel uma vez passado o prazo do período de manifestação do prefeito. Então estou aqui para pedir a essa casa que a gente possa ter medidas que possam garantir que os debates que fazemos aqui, que as leis que fazemos também possam ser cumpridas.”

A declaração de Jô reacende o debate sobre o cumprimento dos prazos legais e o respeito às decisões do Legislativo. A parlamentar concluiu pedindo à Câmara que adote medidas firmes para que o trabalho feito no plenário não seja ignorado pelo Executivo.

TRE-PB determina cassação de prefeito, vice e vereador de Cabedelo

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Uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), proferida nesta quarta-feira (25), determina a cassação do prefeito de Cabedelo, André Coutinho (Avante), da vice-prefeita, Camila Holanda (PP), e do vereador Márcio Alexandre (União Brasil), que foram eleitos nas eleições de 2024.

A sentença foi proferida pela juíza da 57ª Zona Eleitoral, Thana Michelle Carneiro Rodrigues, e também determina a inelegibilidade do ex-prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo Castelliano, por oito anos.

A decisão tem como base uma ação do Ministério Público Eleitoral (MPE) após investigação feita pela Polícia Federal e o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), que aponta uso de recursos públicos para favorecimento eleitoral, além de suspeitas de formação de organização criminosa, ameaça, coação ao voto, lavagem de dinheiro e peculato.

O prefeito de Cabedelo, André Coutinho, informou, por meio de uma nota, que irá recorrer da decisão do TRE-PB. Ele justificou que não concorda com a “narrativa e as conclusões nelas inseridas” e que seguirá o seu mandato respeitando a vontade dos cidadãos que o elegeram. Confira abaixo a nota na íntegra.

“Diante de recente decisão proferida pela juíza da 57ª Zona Eleitoral, venho, na condição de prefeito de Cabedelo, reafirmar meu compromisso com a transparência, a responsabilidade institucional e o respeito à vontade soberana do povo cabedelense, expressiva nas urnas. Porém, por não concordar com a narrativa e as conclusões nela inseridas, apresentarei recurso confiando plenamente na sua reforma.

A todos os cabedelenses reafirmo que continuaremos exercendo plenamente o nosso mandato legitimamente conferido pelo povo de Cabedelo e que não haverá qualquer alteração ou problemas na continuidade da gestão municipal até o julgamento do último recurso, quando a verdade será restabelecida.

Cabedelo está acima de tudo, e meu compromisso com a cidade e com cada cidadão permanece inabalável”.

 

Governo envia ao Congresso projeto de lei que aumenta pena para furto e receptação de celulares

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O governo federal enviou nesta quarta-feira (25) para o Congresso Nacional o projeto de lei que aumenta as penas para quem furta celular e para quem recebe os telefones roubados ou furtados para vendê-los depois — o receptador.

O texto foi preparado pelo Ministério da Justiça e estava em análise na Casa Civil desde o final de março. Nesta manhã, a mensagem presidencial formalizando o envio foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

A decisão de enviá-lo ao Congresso foi tomada nesta terça (24) em reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e auxiliares jurídicos.

O que diz o texto

O projeto de lei prevê:

A criação de uma nova hipótese de furto qualificado, para quando esse crime for praticado em benefício de terceiro (um mandante) mediante pagamento ou como parte de um negócio (furtar para vender depois).

O furto qualificado tem pena maior, de 2 a 8 anos de prisão, enquanto o furto simples tem pena de 1 a 4 anos e não dá cadeia;

A criação de uma nova hipótese de receptação qualificada, com aumento de 33% a 50% da pena quando o produto receptado for celular para ser vendido depois.

Nesses casos, a pena poderá chegar a 12 anos de prisão — a máxima hoje é de 8 anos.

A proposta do governo não prevê mudar a pena para roubo de celular. O roubo tem pena de 4 a 10 anos de prisão, que pode ser aumentada em até dois terços (66%) em várias situações, como quando o crime é praticado com uso de arma de fogo. Assim, as penas para roubo já são consideradas altas.

A diferença entre furto e roubo é que, no furto, o criminoso toma o objeto sem cometer violência ou grave ameaça. O projeto de lei ataca o furto de celular porque a pena desse tipo de crime, em geral, é branda.

Como PEC da Segurança propõe combater facções, roubo de celulares, ‘cangaço’ e feminicídio

Vilão da insegurança

O Ministério da Justiça identifica o furto e o roubo de celular como um dos principais problemas da segurança pública hoje, responsável por aumentar a sensação de insegurança.

Segundo a pasta, os criminosos têm interesse nos aparelhos não apenas para vendê-los, mas também porque usam os aplicativos e os dados pessoais das vítimas para fazer Pix, estelionatos e outros crimes no mundo digital.

O projeto enviado agora ao Congresso visa atingir criminosos com perfil semelhante aos da quadrilha da “mainha do crime”, uma mulher que foi presa em São Paulo em fevereiro deste ano depois que dois homens em uma moto mataram um ciclista para levar o celular dele.

Segundo a polícia paulista, ela emprestava bolsas de entregador e outros equipamentos para motociclistas fingirem que estavam trabalhando e praticarem crimes. Ela pagava aos ladrões e ficava com os celulares furtados e roubados para depois vendê-los.

O Congresso não tem uma data para votar o projeto que eleva as penas de furto e receptação. O texto precisa passar pela Câmara e pelo Senado antes de virar lei.

Com informações do Cariri In Foco.

STF retoma julgamento sobre responsabilização das redes sociais

O julgamento foi suspenso no dia 12 de junho, quando foi formado placar de 7 votos a 1 a favor da inconstitucionalidade do Artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), norma que estabeleceu os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.
Os próximos votos serão proferidos pelos ministros Edson Fachin, Cármen Lúcia e Nunes Marques.

Apesar da maioria formada, ainda não foi aprovada a tese jurídica com os detalhes da decisão. A tese é necessária para estabelecer as regras que as plataformas deverão seguir para a retirada dos conteúdos ilegais e cumprir a decisão da Corte.

Até o momento, a maioria dos ministros considera inconstitucional o texto do Artigo 19 do Marco Civil. Pelo dispositivo, “com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura”, as plataformas só podem ser responsabilizadas pelas postagens de seus usuários se, após ordem judicial, não tomarem providências para retirar o conteúdo.

Casos julgados

O STF julga dois casos concretos que envolvem o Marco Civil da Internet e que chegaram à Corte por meio de recursos.

Na ação relatada pelo ministro Dias Toffoli, o tribunal julga a validade da regra que exige ordem judicial prévia para responsabilização dos provedores por atos ilícitos. O caso trata de um recurso do Facebook para derrubar decisão judicial que condenou a plataforma por danos morais pela criação de perfil falso de um usuário.

No processo relatado pelo ministro Luiz Fux, o STF discute se uma empresa que hospeda um site na internet deve fiscalizar conteúdos ofensivos e retirá-los do ar sem intervenção judicial. O recurso foi protocolado pelo Google.

Com informações do Portal Correio.

Empresário morto em praça na Paraíba já foi preso por mandar atear fogo em loja na capital

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Morto com disparos de arma de fogo na noite de ontem (24), em praça pública no Sertão da Paraíba, o empresário Vonei Marques Lima de Oliveira já foi preso por ser suspeito de mandar atear fogo em uma loja na rua Santo Elias, uma das principais vias do centro comercial de João Pessoa, capital do estado.

Vonei foi preso em novembro de 2021 durante a Operação Nero, realizada pela Polícia Civil. O empresário foi preso no estado do Maranhão, com apoio da Polícia Rodoviária Federal do Maranhão (PRF-MA).

Vonei era proprietário de uma loja de produtos importados e a suspeita, segundo a investigação, era de que o mesmo tinha mando atear fogo na loja concorrente, que havia sido inaugurada recentemente na Santo Elias, em agosto de 2021.

Buscas na casa do empresário

Além da prisão do empresário, a Polícia Civil também fez uma busca na sua rede de lojas e na sua casa, onde apreendeu documentos, computadores e mais de R$ 20 mil em espécie.

Um carro de luxo e as chaves de outros dois carros importados. Porém, mesmo com as chaves, os veículos não foram encontrados na residência.

PRF apreende drogas, recupera carro roubado e cumpre mandados em ação com tiros em Queimadas

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Uma operação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), realizada na tarde desta segunda-feira (23), resultou em uma significativa apreensão de drogas, na recuperação de um veículo com registro de roubo e no cumprimento de dois mandados de prisão. A ação aconteceu no km 141 da BR-104, no município de Queimadas, Agreste paraibano.

A ocorrência teve início por volta das 13h40, quando uma equipe da PRF deu ordem de parada a um veículo Toyota Yaris, de cor prata, que havia realizado uma ultrapassagem em faixa contínua. O condutor, no entanto, ignorou os sinais sonoros e luminosos da viatura e iniciou fuga em alta velocidade.

Durante a perseguição, que durou cerca de cinco quilômetros, o carro realizou diversas manobras perigosas, incluindo ultrapassagens proibidas e trafegando pelo acostamento, colocando em risco a vida de outros motoristas. Na tentativa de escapar, o condutor desviou por uma estrada vicinal, mas perdeu o controle e colidiu contra uma cerca de arame farpado.

Após o impacto, os ocupantes abandonaram o veículo e tentaram fugir a pé por uma área de vegetação. Durante a fuga, houve disparos de arma de fogo em direção aos policiais, que revidaram a injusta agressão. Ninguém ficou ferido.

Olimpio Oliveira requer da prefeitura medidas para viabilizar instalação de um porto seco em Campina Grande

O vereador Olimpio Oliveira apresentou um requerimento na Câmara Municipal de Campina Grande solicitando que a Prefeitura inicie os estudos necessários para viabilizar a implantação de um porto seco no município. Segundo o parlamentar, Campina Grande reúne todas as condições para receber esse tipo de empreendimento, que tem potencial para fortalecer significativamente a economia local e regional.

Na justificativa, Olimpio ressalta que a cidade, por sua localização estratégica e pelo expressivo fluxo de produtos destinados à importação e exportação, tem plenas condições de se tornar sede de uma Estação Aduaneira Interior. “A Prefeitura precisa seguir um processo que envolve estudos de viabilidade, planejamento, licitação e, finalmente, a construção e operação do terminal, cumprindo o seu papel de indutora de desenvolvimento”, destacou.

SOBRE O PORTO SECO

O porto seco, também conhecido como Estação Aduaneira Interior (EADI), é uma instalação alfandegada localizada fora da zona portuária. Funciona como uma extensão do porto marítimo, oferecendo serviços de armazenagem, desembaraço aduaneiro e movimentação de cargas de importação e exportação.

Entre os principais benefícios desse tipo de estrutura estão a redução de custos logísticos, a descentralização dos processos aduaneiros e o aumento da competitividade das empresas locais.

Para Campina Grande, a implantação de um porto seco representaria um salto em termos de desenvolvimento econômico, facilitando o escoamento da produção e atraindo novos investimentos para a cidade e toda a região.

Mais de 680 mil pessoas têm dívidas com bancos na Paraíba

Pelo menos 1,3 milhões dos consumidores não pagam as dívidas dentro do prazo estipulado na Paraíba. Desse número, 689 mil são paraibanos com dívidas em bancos, segundo dados de um levantamento da Serasa.

Nesta pesquisa, a Serasa indica como endividados os devedores que não pagaram dívidas bancárias e que, portanto, são inadimplentes.

Conforme a pesquisa, as principais justificativas dos consumidores para não honrar os compromissos bancários são:

A perda de renda ou o desemprego;
Gastos inesperados com questões de saúde ou acidentes;
Desorganização financeira.
O levantamento também aponta o cartão de crédito como uma dificuldade nacional, mencionada por 69% dos entrevistados. Depois, aparecem os empréstimos pessoais, indicada por 56% dos consumidores, e o uso do cheque especial ou limite da conta corrente, com 31%.

De acordo com os números levantados, 46% dos entrevistados revelam que já tentaram negociar diretamente com o banco, mas não conseguiram.