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Paraíba confirma primeira morte por chikungunya; Vítima foi adolescente de 15 anos

A primeira morte por chikungunya foi confirmada na Paraíba, pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), nesta segunda-feira (2). Trata-se de uma jovem de 15 anos, que estava em investigação pelo órgão desde quando morreu, no dia oito de março. Outros três casos foram descartados e mais cinco estão em análise.

Conforme a SES, a vítima era portadora de Lúpus, uma doença inflamatória crônica de origem autoimune. A morte aconteceu no município de Queimadas, no Agreste do estado.

Até a 16º semana de 2022, a Paraíba registrou 9 óbitos suspeitos de Arboviroses. Destes, 5 estão em investigação, distribuídos em 4 municípios: Patos (1), Mulungu (1), Jericó (2) e Serra Branca (1).

Outros 3 óbitos foram considerados como descartados, nos municípios de João Pessoa, Bayeux e Boa Ventura.

Casos notificados aumentam 102,51% na Paraíba
A Paraíba registrou um aumento de 102,51% de casos prováveis de dengue, chikungunya e zika em um mês, segundo Boletim Epidemiológico (BE) das Arboviroses nº 5, equivalente à Semana Epidemiológica 16, até 30 de abril.

O relatório apresenta, até o momento, 6.773 casos prováveis de dengue, 4.464 chikungunya e 193 de zika, totalizando 11.430.

Foi registrado uma alteração de mais de 3.300 casos de dengue. Os casos prováveis de Chikungunya também apresentaram aumento de mais de 2.400 casos e os casos de Zika também aumentaram em mais de 70 casos.

No primeiro Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2022, para identificar áreas de maior risco, dos 223 municípios, 57 (25,56%) apresentaram índices que demonstram situação de risco para ocorrência do surto, 133 (59,64%) encontram-se em situação de alerta e 33 (14,80%) estão em situação satisfatória.

Nos locais inspecionados neste levantamento, os focos do mosquito foram encontrados nas residências: 43% em tonéis, tambor e caixa d’água no solo; 20% em vasos e garrafas; 13% em caixas d’água elevadas; 11% em calhas e lajes; 7% em pneus; 6% no lixo e materiais descartáveis. E apenas 1% em espécies naturais, como troncos de árvores, ocos de pedras e bromélias.

A SES reforça que é fundamental que a população esteja sempre atenta a sua residência, mantendo o cuidado com qualquer meio que acumule água, como pneus e vasos.

Os sintomas mais comuns das arboviroses são:

Fadiga
Dor de cabeça persistente
Dores articulares
Dor por trás dos olhos
Manchas vermelha pelo corpo
Febre
Em caso de agravamento dos sintomas, a atenção básica de saúde deve ser consultada.

G1 PB

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