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LEMBRA DELA? Jovem que matou os pais em 2002 é solta nesta quarta-feira; Relembre história

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Suzane von Richthofen, presa desde 2002 por matar os pais, foi solta na tarde desta quarta-feira (11), após a Justiça conceder progressão para o regime aberto (entenda mais abaixo). Ela cumpria pena há 20 anos e atualmente estava em um presídio em Tremembé, no interior de São Paulo.

De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), Suzane deixou a Penitenciária Feminina I Santa Maria Eufrásia Pelletier por volta 17h35 desta quarta-feira.

Por meio de nota, o Tribunal de Justiça informou que o caso corre sob segredo, mas confirmou que em decisão da 2ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté, foi concedida a progressão ao regime aberto, após ser verificado o cumprimento dos requisitos estabelecidos pela Lei de Execução Penal.

Desde 2017, Suzane tenta a progressão ao regime aberto, para cumprir a pena fora do presídio, assim como o ex-namorado Daniel Cravinhos, mas teve todos os pedidos negados pelo judiciário.

Condenada inicialmente a 39 anos e seis meses de prisão, Richthofen conseguiu na Justiça diminuir seu tempo na cadeia ao longo dos anos. Atualmente, a pena revisada de Suzane é de 34 anos e 4 meses, com término previsto em 25 de fevereiro de 2038.

O g1 acionou a defesa de Suzane von Richthofen, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

Progressão de pena

  • Suzane foi condenada pela morte dos pais em 2002
  • Desde outubro de 2015 que Richthofen conquistou o regime semiaberto e passou a ter permissão para deixar a cadeia nas saídas temporárias.
  • Em março de 2016, ela conseguiu sair do presídio pela primeira vez na saída temporária de Páscoa.
  • Desde 2017, Suzane tenta a progressão ao regime aberto, mas teve todos os pedidos negados pelo judiciário.

Regime aberto

No regime aberto, o condenado cumpre pena fora da prisão e pode trabalhar durante o dia e, à noite, deve se recolher em casa de albergado, ou seja, deve retornar para uma casa de hospedagem prisional coletiva, designada pela Justiça e que abriga presos que estão no mesmo regime.

Para não perder o benefício, o condenado precisa seguir algumas regras, como:

  • permanecer no endereço que for designado durante o repouso e nos dias de folga;
  • cumprir os horários combinados para ir e voltar do trabalho;
  • não pode se ausentar da cidade onde reside sem autorização judicial;
  • quando determinado, deve comparecer em juízo, para informar e justificar suas atividades.

Mesmo seguindo essas condições básicas, o juiz pode estabelecer outras condições especiais, de acordo com cada caso.

G1

PROVA DE VIDA: INSS é que deverá provar que segurado está vivo

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O INSS (Instituto Nacional da Seguridade Social) informou nesta quarta-feira (11) que a partir do mês de janeiro de 2023, caberá ao próprio INSS verificar se o segurado continua vivo.

Com a nova regra, os 36 milhões de aposentados, pensionistas e outros beneficiários do instituto não precisam mais ir às agências bancárias para realizar o procedimento.

No momento, a equipe da Previdência Social estuda os últimos detalhes para que a regulamentação da medida seja publicada.

A regulamentação trará detalhes de como o INSS fará os cruzamentos de dados e de como o segurado deve agir caso sua prova de vida não seja realizada de modo automático.

Por enquanto, os beneficiários podem ficar tranquilos e aguardar. Não haverá bloqueio de benefícios por falta de prova de vida por enquanto.

A medida havia sido anunciada no ano passado.

Como será feito o cruzamento?

O INSS poderá usar como prova de vida registros de vacinação, consultas no SUS (Sistema Único de Saúde), comprovantes de votação nas eleições, emissão de passaportes e carteiras de identidade ou de motorista, entre outros.

Somente quando não for possível essa comprovação, o beneficiário será notificado sobre a necessidade de realização da prova de vida, preferencialmente por meio eletrônico.

Apesar de não ser mais obrigatório, o INSS informa que quem preferir também pode fazer a prova de vida como nos anos anteriores: indo a uma agência da rede bancária ou usando o Meu INSS.

O cidadão também pode acessar o Meu INSS ou ligar para o telefone 135 para verificar a data da última confirmação de vida feita.

O beneficiário não deve procurar uma agência do INSS para fazer a prova de vida.

R7

Em 11 dias de governo, quatro ministros de Lula têm manutenção no cargo questionada

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Passados 11 dias do início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ministros podem estar com os dias contados no cargo. Enquanto o governo federal age para punir os envolvidos nos atos extremistas do último domingo (8) e evitar novas invasões durante as manifestações desta quarta-feira (11), aliados do presidente já falam em renúncias no primeiro escalão.

Mesmo antes dos atos de vandalismo contra as sedes dos Três Poderes, o nome de José Múcio Monteiro, ministro da Defesa, era questionado no núcleo próximo a Lula. Repercutiu mal entre aliados a fala de Múcio a respeito do acampamento de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília. O ministro chegou a chamar o ato de “legítimo” e “democrático”.

Somou-se a isso a reação de Múcio às ações antidemocráticas do último domingo, tida como sem agilidade nem firmeza entre interlocutores de Lula. No fim da noite de terça-feira (10), o deputado federal André Janones (Avante-MG) publicou em uma rede social que o ministro da Defesa entregaria a carta de renúncia nas horas seguintes. A informação foi desmentida pelo próprio Múcio pouco depois e gerou um novo mal-estar.

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência, Marco Edson Gonçalves Dias, também foi alvo dos mesmos questionamentos após os atos de vandalismo de domingo. De acordo com interlocutores, Lula teria ficado incomodado com a falta de ação dele. A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) demonstrou preocupação e alertou sobre as manifestações marcadas para o domingo ao menos três vezes, mas nada foi feito.

Procurada, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República ainda não se manifestou.

Polêmicas
Além das reações de apoiadores de Bolsonaro, a suposta ligação com o crime pesa contra outros dois ministros. Daniela Carneiro, do Turismo, é próxima de um homem preso por chefiar uma milícia no Rio de Janeiro. Ele foi condenado por homicídio e associação criminosa.

O R7 procurou a assessoria dela no Ministério do Turismo. Em resposta à reportagem, a ministra afirmou que ligação política não quer dizer concordar com eventuais atividades criminosas.

“A ministra do Turismo, Daniela Carneiro, durante sua campanha, em 2018, recebeu apoio em diversos municípios. Ela ressalta que o apoio político não significa que ela compactue com qualquer apoiador que porventura tenha cometido algum ato ilícito. Daniela Carneiro salienta que compete à Justiça julgar quem comete possíveis crimes. Quanto às nomeações na Prefeitura de Belford Roxo, a ministra enfatiza que não tem nenhuma ingerência, pois o ato é de competência exclusiva do Poder Executivo”, disse, em nota.

Waldez Góes, ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, foi preso em 2010 na operação Mãos Limpas, da Polícia Federal, e chegou a ser condenado a seis anos e nove meses de prisão.

A assessoria da pasta se manifestou por nota. Leia a íntegra:

“O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional esclarece que o relator e o revisor do processo no Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconhecem que os valores foram utilizados para o pagamento de servidores e que não houve desvio em favor de terceiros e nem de Waldez Góes. Além disso, não existe nenhum débito do estado do Amapá com os bancos referentes ao período.

Por fim, a sentença foi baseada em julgamento anterior do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconheceu que não existe crime quando o gestor utiliza valores para despesas da própria Administração Pública.”

A indicação de Góes para o primeiro escalão do presidente foi questionada pela entidade Transparência Internacional. A instituição, que atua no combate à corrupção em mais de 60 países, alertou sobre os perigos de “um ministério fundamental para o desenvolvimento de regiões desassistidas continuar sendo usado como máquina de corrupção”.

R7

Moradores comemoram chegada de calçamento, mas Energisa deixa poste no meio da rua no bairro Jardim Paulistano

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Um fato curioso foi destaque na edição desta quarta-feira (11) do programa Hora do Povo da TV Borborema/SBT. A situação de um trecho da rua Espírito Santo, no bairro Jardim Paulistano, em Campina Grande chamou a atenção da produção do programa, que esteve no local e constatou a cena: um poste no meio da rua, rua que está sendo calçada desde o último dia 26 de dezembro.

O sonho do calçamento é antigo, de acordo com um morador um desejo de mais de 30 anos, mas o poste fincado no meio da rua atrapalha a mobilidade. Um bueiro de 30 centímetros também prejudica a comunidade. O trecho da rua à noite fica com pouca iluminação o que pode causar acidentes.

Imagem: Reprodução

Acionada, a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) informou que uma equipe técnica irá avaliar as condições do bueiro. Já a Energisa recebeu ofício da Secretaria de Obras de Campina Grande e garantiu que agentes irão até o local ver as condições do poste para mudar o local da estrutura de fiação. A previsão dessa visita era para a tarde desta quarta-feira.

Redação

Polêmica: ACI emite nota sobre situação de bar instalado às margens do Açude Velho

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Por meio de uma nota, a direção da Associação Campinense de Imprensa (ACI) se pronunciou, nesta quarta-feira (11), sobre a cessão do espaço onde funciona o bar Bodega Rainha (antiga Bodega Junina). O comunicado foi emitido após a imprensa local repercutir matéria a respeito a necessidade de desocupação do espaço.

Em nota, a ACI diz que em troca da cessão de parte da área, a associação recebeu reformas estruturantes na sede da Instituição que eram consideradas emergenciais.

Ainda no comunicado, a Associação informou ter se reunido com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e que ficou decidido que não seria prorrogado a parceria entre as instituições e a empresa, que estava usando o espaço do prédio, deveria sair no dia 30 de janeiro.

Confira a nota na íntegra:

“A Direção da ACI – Associação Campinense de Imprensa vem a público esclarecer informações relacionadas a matéria publicada pelo Blog da Márcio Rangel sobre a Cessão do espaço onde está funcionando a Bodega Rainha. É importante destacar:

A pandemia de Covid – 19, que teve seu auge nos anos de 2020 e 2021, a ACI, assim como outras entidades passaram e ainda passam por problemas sérios de natureza financeira, principalmente devido a inadimplência de uma imensa maioria de associados.

Em dezembro de 2021 a entidade firmou uma parceria com o Procon-CG durante o Natal Iluminado em que cedeu suas instalações e em contrapartida, recebeu algumas melhorias estruturais na sede da Instituição. Tal parceria de sucesso e culminou para que, em junho de 2022, fossemos procurados para firmarmos uma parceria com a empresa do Bodega Junina, para que durante a realização d’O Maior São João do Mundo, se tivesse a exposição de uma mostra de cachaça no espaço da ACI, projeto este coberto de êxito, fazendo com que a parceria fosse prorrogada até janeiro de 2023.

Em troca da cessão de parte da área, a ACI recebeu em contrapartida reformas estruturantes na sede da Instituição que eram emergenciais, tais como: melhorias na rede de esgoto, banheiros, instalação elétrica e hidráulica, segurança, piso. Além disso, a empresa parceira se comprometeu a arcar com as contas de água, luz, internet e segurança.

Devido ao alto número de inadimplência dos associados, foi o caminho encontrado para passar pela crise causada pela pandemia.

Após denúncias ao MPF, a ACI e a UFCG mantiveram reunião e ficou decidido que não seria prorrogado a parceria e a empresa que estava explorando o prédio sairá no dia 30 de janeiro.

Outrossim esclarece que uma nova parceria será celebrada entre as instituições. A ACI e a UFCG têm mantido reuniões entre seus representantes com o proposito de implantar um novo projeto para a cultura de Campina Grande no espaço do largo do Açude Velho, onde está instalada a sede da entidade que representa a imprensa campinense”.

Apagão de energia é registrado em Campina Grande e em mais 60 cidades paraibanas

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Campina Grande e mais 64 cidades paraibanas passaram por um apagão de energia elétrica na tarde desta quarta-feira (11), por volta de 15h30. O fornecimento do serviço ficou suspenso por aproximadamente 30 minutos e pelo menos 409.138 usuários foram atingidos.

De acordo com a Energisa, concessionária responsável pelo serviço, o apagão aconteceu por causa de problema técnico interno na subestação da Chesf, em Campina Grande.

A concessionária também informou que mais informações sobre o que causou o problema só podem ser obtidas com a Chesf.

Em nota, a Chesf disse que o defeito em um equipamento causou o desligamento automático das cargas supridas através da subestação.

Acusado de estupro em São Paulo é preso na Paraíba cinco anos depois do crime

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As Polícias Civil e Militar da Paraíba prenderam, na manhã desta quarta-feira (11), um homem de 38 anos de idade, procurado pela justiça de São Paulo, investigado por um estupro cometido na cidade de Suzano (SP). O crime aconteceu em março de 2018.

De acordo com as investigações, o foragido abordou uma mulher de 19 anos de idade, em via pública, pela madrugada, e cometeu o ato sexual. A vítima se dirigia a uma panificadora, onde trabalhava, e foi levada para atrás de uma árvore, onde foi violentada.

Testemunhas que passavam pelo local ainda tentaram segurar o suspeito, que acabou fugindo. Desde então, ele passou a ser procurado pelas polícias de São Paulo.

O investigado passou a morar no sertão da Paraíba, sendo localizado no sítio Carretão, município de Vieirópolis. A prisão já foi comunicada à justiça e a autoridades policiais e judiciárias de São Paulo.

Policiais paraibanos embarcam para reforçar segurança em Brasília

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Policiais paraibanos embarcaram, na tarde desta quarta-feira (11), para Brasília com o objetivo de reforçar a segurança na Capital Federal após os ataques golpistas aos prédios dos Três Poderes, ocorridos no último domingo (8). Ao todo, 30 militares foram enviados pelo governador João Azevêdo.

Os policiais embarcaram em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), que saiu do Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, em Bayeux, por volta das 16h.

De acordo com o Ministério da Justiça, os militares devem ficar em Brasília até o dia 31 deste mês. O período é enquanto dura o decreto de intervenção federal, determinado pelo presidente Lula (PT).

Os policiais enviados à Brasília são da Tropa de Choque da Paraíba. Eles possuem alto nível de conhecimentos técnico e tático no controle de distúrbios civis.

Paraibano procurado pela mãe é preso após participar de atos terroristas em Brasília

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O paraibano Marinaldo Adriano da Silva, natural de João Pessoa, está entre os bolsonaristas presos e levados para a Penitenciária da Papuda, em Brasília. A informação foi divulgada pela Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal nesta quarta-feira (11).

Marinaldo foi a Brasília com um grupo de amigos para participar de atos antidemocráticos que resultaram na depredação dos prédios do Supremo Tribunal Federal (STF), Congresso Nacional e Palácio do Planalto no último domingo (8).

Na segunda, a mãe de Marinaldo, Adriana, concedeu uma entrevista à TV Arapuan informando que o filho tinha desaparecido. “Ele não trabalha. Os amigos que foram com ele e pagaram as passagens para Brasília. Antes de sair de casa, ele disse: mainha, reze por mim, porque acho que não tem mais volta, reze por mim para não acontecer nada comigo”, disse Adriana.

Morre motoqueiro que teve pernas arrancadas após ser esmagado por carreta, em João Pessoa

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Morreu na tarde desta quarta-feira (11) o jovem Carlos Taumartugo de Lima, de 23 anos, vítima de um grave acidente no final da manhã. A vítima estava em uma moto quando foi esmagada por um caminhão do tipo carreta e teve as pernas arrancadas.

Carlos ainda chegou a ser socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa Senador Humberto Lucena, mas não resistiu ao poli traumatismo causado pelo impacto do acidente. Um outro motoqueiro que estava em uma segunda moto segue em atendimento.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Carlos Lima colidiu lateralmente com a carreta. O diretor do Hospital de Trauma, Laércio Bragante, chegou a informar que o estado de saúde da vítima era considerado gravíssimo, mas que a equipe estava fazendo o possível para mantê-lo vivo.

Bragante explicou, ainda, que houve lesão nos vasos responsáveis pela circulação do sangue.