VOCÊ BEM-INFORMADO SEMPRE!

22.9 C
Campina Grande

VOCÊ BEM-INFORMADO SEMPRE!

Veto às emendas impositivas prejudica o trabalho de instituições que atendem áreas esquecidas pela prefeitura”, diz vereadora Jô Oliveira

Na última semana, o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União Brasil), sancionou a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025, que destina mais de R$ 2,2 bilhões ao município. No entanto, o veto integral às emendas impositivas propostas pelos vereadores gerou um impasse, afetando diretamente diversas áreas essenciais da cidade. Entre os mais prejudicados pelo veto estão instituições que atuam nas áreas de saúde, cultura e assistência social, as quais receberiam recursos essenciais das emendas apresentadas pela vereadora Jô Oliveira (PCdoB).

A parlamentar, que faz parte da oposição na Câmara Municipal de Campina Grande (CMCG), destinou suas emendas impositivas para fortalecer o trabalho de organizações que prestam serviços vitais à população, como o atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade, o apoio a projetos culturais de inclusão e a oferta de serviços de saúde, principalmente nas áreas periféricas da cidade. Com o veto, esses recursos deixam de ser garantidos para o próximo ano, prejudicando não apenas as instituições, mas milhares de cidadãos que dependem diretamente desses serviços.

“O prefeito argumenta que o veto se baseia no aumento de despesas, mas a verdade é que as emendas impositivas não criam novos gastos. Elas apenas remanejam o orçamento já previsto para atender demandas importantes da nossa cidade, algo que a própria gestão municipal faz constantemente”, destacou Jô Oliveira. “Esse veto afeta diretamente as áreas mais sensíveis da nossa sociedade. Sem esses recursos, quem sofre são as comunidades que dependem desses serviços”, completou.

De acordo com Jô, o veto prejudica o que deveria ser um compromisso do poder público: assegurar o suporte a iniciativas que garantem o acesso à saúde de qualidade, à valorização da cultura e à assistência social para os que mais precisam.

O embate entre o Executivo e o Legislativo acerca das emendas impositivas se intensificou após a inclusão de um percentual de 1,2% no orçamento para 2025, acima do acordo inicial de 0,7%. Contudo, Jô Oliveira argumenta que a alteração respeita a Lei Orgânica do município e segue os princípios de remanejamento que a gestão já pratica.

“Em tempos de crise e falta de investimentos nas áreas sociais, esse veto é uma decisão que vai na contramão do que nossa cidade necessita. Vamos seguir cobrando alternativas e lutando para que as instituições que dependem desses recursos não fiquem à mercê de cortes que afetam a vida da população”, concluiu a vereadora.


ASCOM

Últimas Notícias

Waléria Assunção anuncia apoio a Aguinaldo Ribeiro para deputado federal

A vereadora de Campina Grande, Waléria Assunção, anunciou que irá apoiar a reeleição do deputado federal Aguinaldo Ribeiro. Segundo a parlamentar, a decisão foi tomada...

Vereador acusa Hospital de Trauma de negligência no atendimento de paciente após acidente

O vereador Alexandre do Sindicato denunciou na tribuna da Câmara Municipal de Campina Grande e durante entrevista à imprensa um caso de negligência no...
Campina Grande
nuvens quebradas
22.9 ° C
22.9 °
22.9 °
94 %
2.1kmh
75 %
qua
31 °
qui
29 °
sex
31 °
sáb
32 °
dom
31 °